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Presunção e água benta...

por João Távora, em 30.09.12

 

Talvez que Passos Coelho até remodele o governo no próximo fim-de-semana, como recomenda o Professor do alto da sua cátedra. Mas do que eu estou certo é de que a História se encarregará de perspectivar Marcelo Rebelo de Sousa na sua verdadeira dimensão: uma mera nota de rodapé, que aludirá a eterna e frustrada promessa dum político medroso, cujo talento e qualidades patrióticas o reduziram ao papel comentador político num telejornal de grande audiência. 

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Guerra é guerra!

por João Távora, em 30.09.12

 

António Borges conseguiu o extraordinário feito de criar a maior onda de solidariedade mediática para com os empresários portugueses alguma vez vista e jamais sonhada. Depois do reverendo Louçã e da promessa do Sr. Seguro, só falta juntar-se ao coro unânime a indignação de Arménio Carlos, mas é uma questão de tempo. 

Entretanto, adulado pela comunicação social, António Capucho vale hoje politicamente o mesmo que aqueles amigos do Facebook que cavalgam todos os dias qualquer onda de indignação à procura de "gostos". Os tempos estão bons para as matilhas de necrófagos. E talvez afinal a nossa salvação surja das entranhas da terra em esguichos de lava, entre danças mágicas e o rufar dos tambores.

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O problema não é se a medida era inteligentíssima, se os outros (quase) todos serão ignorantes ou se reprovariam no curso de António Borges. O problema é que se a medida proposta para a Taxa Social Única era assim tão boa, como ele diz, deveria ter sido trabalhada com pinças, negociada a preceito e comunicada com detalhe e cuidado.

 

Como é evidente a qualquer um que viva no mundo real, nenhum empresário pretende que seja aplicada uma medida que vá causar distúrbios no bem-estar da sua empresa. Não lhe interessa beneficiar de um proveito que vá criar na ideia dos seus trabalhadores que são eles os grandes prejudicados em benefício dos "patrões". Teria sido necessário explicar que, uma vez que havia necessidade de uma vez mais ir ao bolso dos trabalhadores, fazê-lo por intermédio da TSU e não por via do IRS poderia trazer benefício ao país no seu conjunto, e explicar porquê, para que não ficassem os “patrões” como os maus da fita. Por outra via, comprometer-se o governo a não aumentar mais o IRS dos trabalhadores, ou mesmo aliviar ligeiramente a sua carga fiscal, na medida do possível, de forma a que o rendimento deles não tivesse uma variação negativa tão grande (ou não a tivesse de todo).

 

Desta forma, talvez se tivesse o apoio dos exportadores, dos que vivem do mercado interno, e até dos sindicatos.

 

Claro que isto teria de ser devidamente trabalhado e negociado com os parceiros sociais, e mesmo até com o PS (se este tivesse o mínimo de vergonha na cara, o que não parece ser o caso...), e apresentado por todos, se possível, para que também todos o compreendessem. E nunca de uma forma apressada para ir cantar com o Paulo de Carvalho. Assim, e sem conceder, talvez tivesse sido uma medida "inteligentíssima" que até os "ignorantes" a compreendessem e apoiassem. Como foi, foi naturalmente chumbada e a oportunidade perdida.

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Das "Memórias de um Átomo"

por João-Afonso Machado, em 30.09.12

MURAL.JPG

«O Amorável Paizinho mirou-se no espelho uma última vez, ajeitou a jaqueta e caminhou decidido para a varanda principal do Grande Palácio do Povo (GPP). Aguardava-o uma multidão imensa, inundando todo o vasto, insondável, terreiro frente ao Tejo.

- A-MO-RÁ-VEL!!!

berravam milhares, de uma banda,

- PAI-ZI-NHO!!!,

respondia, da outra, idêntica dose de veneração, quando Jerónimo, os braços muito erguidos, se deu a ver, o punho cerrado, o olhar esvanecido, era, enfim, o triunfo das massas, a santa igualdade, o extermínio dos ricos.

Haviam chegado dos quatro cantos da República Popular (RP), ora arregimentados em camionetas sem ar condicionado pelos zelosos funcionários do Partido Único do Povo (PUP), ora aproveitando o decretado fim-de-semana SCUT. Lisboa era sempre um desejadíssimo destino turístico. Jerónimo sabia-o bem e à sua coerência de democrata-pedagogo-protector repugnava desmerecer o epíteto de "Amorável Paizinho" por que tanto propugnara.

E, a seu lado, o Ministro de Estado e do Trabalho (MET) Arménio Carlos sorria e comungava daquela extraordinária ovação (na parte evidentemente sobejante). Sem coragem para informar o Camarada Jerónimo acerca da outra manifestação então decorrendo junto às escadarias da Comuna do Povo Pela Produção (CPPP). Onde bandos de jovens citadinos protestavam e reivindicavam a outorga dos direitos que lhes haviam sido prometidos.

- Esses reaccionários de brinquinho e tatuagens - danava-se o MET - esses burgueses rebeldes que nem a patriota pancadaria do CEGP - o Corpo Especial da Guarda Popular - consegue suster...

Assim era, efectivamente. Longe iam os tempos em que os antecessores do CEGP aturavam pachorrentamente terminasse a chuva de garrafas e pedras sobre os seus capacetes sem quase esboçar um gesto. No entanto, cada vez mais a juventude da Capital da República Popular (CRP) se irrequietava contra as "políticas de Esquerda" e exigia uma explicação e a imediata comparência de Francisco Louçã, o antigo Ministro da Educação para o Povo Trabalhador (MEPT).

Debalde, porém. Há muito já o MEPT deixara a CRP e partira para o México. De onde nunca regressaria».

 

(Com a devida aquiescência do meu Amigo João da Ega, a quem muito grato sou).

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Domingo

por João Távora, em 30.09.12

Evangelho segundo S. Marcos

 

Naquele tempo, João disse a Jesus: «Mestre, nós vimos um homem a expulsar os demónios em teu nome e procurámos impedir-lho, porque ele não anda connosco». Jesus respondeu: «Não o proibais; porque ninguém pode fazer um milagre em meu nome e depois dizer mal de Mim. Quem não é contra nós é por nós. Quem vos der a beber um copo de água, por serdes de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa. Se alguém escandalizar algum destes pequeninos que crêem em Mim, melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma dessas mós movidas por um jumento e o lançassem ao mar. Se a tua mão é para ti ocasião de escândalo, corta-a; porque é melhor entrar mutilado na vida do que ter as duas mãos e ir para a Geena, para esse fogo que não se apaga. E se o teu pé é para ti ocasião de escândalo, corta-o; porque é melhor entrar coxo na vida do que ter os dois pés e ser lançado na Geena. E se um dos teus olhos é para ti ocasião de escândalo, deita-o fora; porque é melhor entrar no reino de Deus só com um dos olhos do que ter os dois olhos e ser lançado na Geena, onde o verme não morre e o fogo nunca se apaga».

 

Da Bíblia Sagrada

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Quem te avisa...

por João Távora, em 29.09.12

 

Nestes dias de incerteza Pedro Braz Teixeira é uma voz alternativa e obrigatória de seguir com atenção, que nos vem alertando para os acelerados e inequívocos sinais de desagregação do euro. O seu blog Abellhudo já consta na barra lateral, e hoje é obrigatóra a leitura da sua entrevista publicada no jornal i.

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Gente realmente importante

por João-Afonso Machado, em 29.09.12

Nos antípodas da "greve", vivemos a era das ideias famosas. Dessas que remam contra o quebrar dos braços. No exacto ponto onde - justamente - se critica e protesta mas não se fica à espera de qualquer maná.

Salta a Tampa é isso - uma família ocupando um espaço pequeno, revezando-se num serviço contínuo. Com almoços e jantares em forma de trocos, refeições no intervalo do trabalho. Um pouco à margem do bife sem mastigação possivel e do cansativo ovo estrelado. Fui lá receber o meu baptismo de sushi, algo muito arriscado para um minhoto do Minho dos rojões e do sarrabulho.

Correu bem. Gostei. E voltei. A Li Leal recebe esplendidamente. E o Eddie é um porteiro tão eficaz e seguro quão discreto.

Fica no Edifício do Lago, no Porto, com entrada pela Rua de S. João de Brito.

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Demagogia à solta

por Rui Crull Tabosa, em 28.09.12

Amanhã é dia de a mais importante 5.ª coluna do Partido Comunista – a CGTP – procurar aproveitar a justa frustração de centenas de milhar de Portugueses desmoralisados pela miséria e pelo desemprego, para os seduzir com os amanhãs que cantam, um mundo de mentiras, ilusões e fantasias irrealizáveis.

O objectivo inconfessado dessa 5.ª coluna, liderada por um militante e ex-deputado do PCP, de seu nome Arménio Horácio Alves Carlos, é simplesmente o colapso da Nação, a decomposição das instituições burguesas e o descalabro social, que é o que sucederia se acaso os credores que o País chamou se retirassem. Mas, afinal, é mesmo no caos e na destruição que se construirá essa quimera da ditadura do proletariado, eterno sonho da peste comunista. Que ninguém se engane ou iluda quanto a isto.

Amanhã as ruas estarão pois cheias de inocentes úteis, infelizes vítimas da plutocracia, involuntários servos do comunismo.

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Sexta-feira catalunya libre

por Corta-fitas, em 28.09.12

Caprice, daqui

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O Outono deixa sempre estragos...

por João Távora, em 28.09.12

 

Irreparáveis. 

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"Olhe que não, Sr. Dr., olhe que não..."

por Vasco Lobo Xavier, em 28.09.12

Mário Soares diz que agora é que o país está de tanga. Tem graça. Não só o país está como está por causa da sua súcia como a tanga ainda dá para manter 70% do guito que a sua Fundação recebia. Há gente com lata.

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A pedagogia do desgoverno

por José Mendonça da Cruz, em 28.09.12

Convido os telespectadores dos vários canais a fazerem uma experiência: apontem quais foram as peças das primeiras meias horas dos vários telejornais e verifiquem, no fim, o que souberam de novo. Ou seja, se foram informados substantivamente sobre temas actuais que desconheciam em pormenor, ou se (como considero que acontece em 90% dos casos) apenas ouviram opiniões de pessoas com algum interesse ou envolvimento na matéria (sendo que os jornalistas recuaram para a mera posição de pés de microfone) ?

Quando vos falaram de fundações, ouviram: a) quantas são, quantas são aquelas que recebem verbas públicas para fins bastante opacos ou irrelevantes, quanto custam em dinheiro dos contribuintes, quantas e quais são extintas, quantas e quais permanecem, quantas permanecem embora inexplicavelmente, quanto custavam e quanto custam etc.; ou se b) ouviram o reponsável pela fundação para o estudo do calhau vulgar protestar pelos danos para o país que resultarão da menor subsidiação do estudo do calhau, se ouviram o presidente da fundação para o progresso da couve queixar-se de que a couve fenecerá a partir de agora, se ouviram o coordenador do estudo sobre as sete saias protestar contra a insensibilidade cultural do governo de Lisboa, etc.

Quando vos falaram de estradas, foram informados sobre a) quanto pagaremos até 2040 por estradas desnecessárias, quem decidiu a construção das estradas desnecessárias e porquê, que valor foi corrigido nos gastos com a estradas desnecessárias, que percentagem foi cortada nos gastos desnecessários e quando é efectivada a poupança, que outras soluções foram propostas e porque não fizeram caminho, ou se b) ouviram o autarca de Alguidares de Cima acusar o estado de negligência por não construir mais estradas, ouviram a misteriosamente legitimada comissão de utentes dizer que a estrada não só devia ser gratuita como ter 5 em vez de 4 vias, e ouviram defuntos políticos afirmar que, apesar de termos que pagar, a estrada é, a seu ver, absolutamente de borla.

Como bem nota, hoje, Vasco Pulido Valente, rara ilha de seriedade no actual Público, as fundações mereceriam dos «orgãos de informação» 1000 páginas em vez das 30 em que são tratadas. Mas não é verdade que em vez do retrato geral do abuso «fundacionista» o que temos, em vez, é a ausência de crítica à insuportável tibieza deste governo no corte dos abusos, e, ao contrário, o desfiar de choradinhos de quem deixa de reconfortar-se com o nosso dinheiro?

Ou, de outra maneira: porque será que é de comentadores e programas de debate que, afinal, colhemos as cruciais perguntas, os números crus, as duras críticas?     

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Uma intervenção notável

por Rui Crull Tabosa, em 28.09.12

Num tempo em que tantos demagogos e comentadores profissionais tudo fazem para denegrir o trabalho do Governo e apoucar o enorme esforço dos Portugueses na redução do défice público, Fernando Ulrich prestou ontem um excelente serviço ao País, ao sintetizar em números o “notável” ajustamento que Portugal estar a levar a cabo.

E que disse Fernando Ulrich?

Começou por lembrar que “O défice orçamental, sem medidas extraordinárias, em 2009 e 2010 foi praticamente igual 17 mil milhões de euros, o que representou 10,2% do PIB num ano e 9,8% no outro. Em 2012, aquilo que se estima, sem medidas extraordinárias é um défice de 10 mil milhões de euros, 6,1% do PIB. Desde 2010 até 2012, o défice, sem medidas extraordinárias, reduz quase sete mil milhões de euros em dois anos, o que são quase 3,7 pontos percentuais de PIB e, a primeira coisa que temos de assumir é que é um resultado muito bom em qualquer parte do mundo”.

Por sua vez, o “défice sem juros e sem medidas extraordinárias foi à volta de 12 mil milhões de euros em 2009 e em 2010, que dá cerca de 7% do PIB em cada um dos anos”, sendo que, prosseguiu Fernando Ulrich, “Em 2012, será de menos 1600 milhões de euros, menos 1% do PIB. É um ajustamento de 10,4 mil milhões de euros em dois anos o que representa seis pontos percentuais no défice primário e sem medidas extraordinárias. Isto é notável e é um motivo de orgulho para todos os portugueses, estejam no Governo, estejam na oposição”.

E o presidente do BPI referiu-se, ainda, à despesa primária que, “sem juros e sem medidas extraordinárias, ela atingiu o pico histórico 83 500 milhões de euros em 2010, 48,4% do PIB. Este ano deverá atingir pouco menos de 70 mil milhões, ou seja, 41% do PIB. São menos 13.700 milhões de euros, em dois anos, o que são 8,2 pontos percentuais de PIB”.

É evidente que estes números não interessam à oposição – desde o Partido Socialista ao partido dos comentadores –, que, descaradamente, exploram as dificuldades da população e tentam novamente enganar os incautos com conversa fiada e discursos de bota-abaixo ou dos amanhãs que cantam.

Como Ulrich, quando vejo nas televisões essas ‘personalidades’ a “comentar a situação portuguesa mas sem atentar aos números”, apetece dizer que “prefiro ver a Gabriela”...

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Na Casa da Comarca da Sertã

por João-Afonso Machado, em 28.09.12

Noite de fados. Com jantar e, a abrir o apetite, uma caminhada desde o comboio de Santa Apolónia até ao 171 da Rua da Madalena. Mais uns tantos lanços de escada.

As grandes cidades são muito isto: potenciadores da nostalgia das origens, polos de sempre celebrados encontros de patrícios. A Casa da Comarca da Sertã constituiu-se como uma embaixada dos concelhos que integram aquela circunscrição judicial: Vila do Rei, Oleiros, Proença-a-Nova e o da Sertã, propriamente dito, acrescendo ainda duas freguesias de Mação.

Lá fui descobrir amigos e parentes, criar amizades e reforçar laços familiares. Enquanto as vozes do fado - novas, promissoras - iam à vez entusiasmando o público interessado e conhecedor. A Beira Baixa divertiu-se madrugada dentro no coração de uma Lisboa que dormia.

Pela parte que me toca - obrigado pela generosa e amável recepção, meus caros Beirões!

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Ferramenta Geral de Depósitos

por José Mendonça da Cruz, em 27.09.12

Diz Fernando Ulrich, do BPI, que a entrada de privados na Caixa Geral de Depósitos favorece o escrutínio da sua acção, e que, se fosse feita uma auditoria à administração da Caixa durante a gestão socialista, os dirigentes socialistas não se sentiriam tão animados a protestar contra a privatização parcial.

Mas Ulrich não tem razão. É exactamente pelo que essa auditoria poria em maior evidência que os socialistas protestam tanto. Quem ousar privatizar a Caixa «terá os socialistas pela frente» porque lutam pela sobrevivência. Onde, senão na Caixa, encontrariam dinheiro para comprar alianças? Onde, senão na Caixa, se armariam para assaltar bancos privados (e depois espatifar 90% do seu valor)? Onde, senão na Caixa, promoveriam expeditamente militantes da modéstia do balcão às alavancas do boardroom? Um «banco do povo» dá sempre muito jeito.

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Pelo buraco da fechadura

por João Távora, em 27.09.12

 

Consta que a revista Sábado desta semana revela confidências de 5 padres e um bispo aos seus psiquiatras. Felizmente, nunca viremos conhecer as confissões dos psiquiatras aos sacerdotes. 

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São muito simples

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Sinais exteriores de socialismo

por José Mendonça da Cruz, em 27.09.12

Nas últimas semanas, o líder do PS, António Seguro, tem sido conduzido nas suas deslocações partidárias alternadamente num Mercedes série S e num Audi A8.

Para que é que o PS precisa de dois - se forem só dois - dos mais caros automóveis à venda em Portugal? Que mensagem quer passar-nos? E com que dinheiro comprou o PS os dois automóveis de luxo? Foi, acaso, com subvenções estatais, também chamadas dinheiro dos contribuintes? Porque é que o PS tem dois automóveis que custam mais de 100 000 euros cada?

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O fascinante cilindro de Edison

por João Távora, em 26.09.12

 

Da esquerda para direita, três diferentes cilindros de Edison: o primeiro é de cera virgem para dois minutos de gravação produzidos em série a partir de 1880. Com a mesma capacidade, segundo é de cera preta (mais resistente) com temas pré-gravados (Gold Moulded) foram um sucesso produzido a partir de 1903. O terceiro, patenteado em 1912, tem 4 minutos (o dobro da capacidade dos anteriores), com melhor som e mais resistente devido ao acabamento em celulóide, é adjectivado de “indestrutível”. Nesta fase, o cilindro já estava em fim de vida, pois os discos, com muito mais capacidade (dois lados) e mais fáceis de armazenar, tinham chegado para vencer.

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Estúpida militância

por José Mendonça da Cruz, em 26.09.12

Segundo a putativa jornalista que reportou, ontem, para a Sic, a manifestação de cerco ao Parlamento, o que se passou foi o seguinte:

- os manifestantes espontâneos resolveram espontaneamente cercar o parlamento espanhol;

- cercar o parlamento espanhol é uma coisa boa, pois, embora os deputados tenham acabado de ser livremente eleitos pelo povo, a maioria é de direita, o que significa que o povo se arrepende porque se enganou de certeza;

- sendo assim, como verdadeiros e legítimos representantes do povo, os manifestantes espontâneos deitaram abaixo as barreiras e tentaram invadir o Parlamento;

- estavam os espontâneos manifestantes a invadir legitimamente o Parlamento quando a Polícia, brutal e inexplicavelmente, decidiu proceder a «cargas policiais». E as «cargas policiais», é claro, perturbaram a paz cívica.

Informação?

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