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Liberdade de expressão ou dogmatismo totalitário?

por Rui Crull Tabosa, em 29.02.12

Se alguém, na Turquia do crescente, tiver o atrevimento de sustentar que, lá para 1915, o Império Otomano foi responsável pelo genocídio de cerca de um milhão de arménios, é preso.

Porém, se essa mesma pessoa afirmar, na livre e laica França, a sua incredulidade sobre a ocorrência do referido genocídio é também condenada a um ano de prisão e ao pagamento de uma multa de 45 mil euros.

Confuso?

Sem dúvida.

Não é, de facto, curial ou, sequer, aceitável, que uma pessoa possa ser condenada a pena de prisão por afirmar ou negar factos históricos. E a coisa seria verdadeiramente ridícula, se não fosse trágica para o próprio valor da Liberdade, que uma mesma pessoa possa ser presa em dois países distintos por afirmar duas percepções opostas sobre uma mesma realidade histórica, consoante o lugar em que as profira.

Daí se saudar a decisão do Conseil Constitutionnel, hoje conhecida, declarando inconstitucional uma iníqua lei francesa que, ao penalizar quem negasse a existência do genocídio arménio, atentava, flagrantemente, contra a “liberté d'expression et de communication”, as quais são, ainda segundo a referida decisão judicial, “plus précieuse que son exercice est une condition de la démocratie et l'une des garanties du respect des autres droits et libertés”.

De facto, esta paranoia do politicamente correcto, eivada de um totalitarismo ideológico impróprio de países livres, democráticos e pluralistas, se envergonharia Compte, para quem "a História é uma disciplina fundamentalmente ambígua", apenas deveria produzir o involuntário efeito de legitimar todas as dúvidas sobre verdades históricas que precisam da ameaça da prisão para serem acreditadas ou não questionadas pelos indígenas, aos quais é, assim, vedado pensar e duvidar.

Dito isto, tenho por ocorrido o genocídio arménio.

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Ah, bom. Por momentos, assustei-me. Pensei que era mesmo um bordel. Mas não, afinal é só uma safe house. Calma, Maria. Parece que já estou a ver. Bate-se à porta e aparece uma menina com uma T-Shirt justa que diz «Ceci n'est pas une pipe» enquanto beberica a sua Magritte. Assim, sim.

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Heróis - precisamos

por João-Afonso Machado, em 29.02.12

Ignoro se ainda os há por cá, os heróis. Temo que não. O heroico "povo abrilino" é, sobretudo, do discurso sindicalista; o "povo-povinho", que somos todos nós, alcançou fama planetária pelos seus "brandos costumes" de agora; e o intratável "povo-povão" tudo destroi - praias, rios, pinhais - e revê-se na heroicidade telenovelísitica.

Enfim, Amália morreu e Eusébio tem passado mal os últimos meses. Os nossos mais prováveis candidatos a heróis - Mourinho e CR7 - seguiram o partido de Castela. E se fossemos buscar outros à História pátria - um Beato Nuno de Santa Maria, um Mouzinho de Albuquerque - logo nos cairiam em cima Isabel Moreira e o BE, vociferando contra anacronismos, a pregarem o direito à adopção por casais do mesmo sexo.

E, no entanto, os heróis fazem falta. Constituem um incentivo, um exemplo, um conforto. Uma força que é nossa e está connosco, vive as nossas dores, ajuda a ultrapassarmos os nossos temores. Os heróis são a melhor terapia para a colectiva falta de auto-estima.

(Ao contrário das divindades - Lenine, Tito, Mao, Fidel - criadas e depois embalsamadas pelos comunistas).

Mas é neste deserto de heróis que havemos de nos mexer. E de improvisar, outra nossa reconhecida aptidão. Quem não tem cão, caça com gato...

À falta de melhor, escolho para herói nacional do momento o Ministro Victor Gaspar: não se veste como um ministro, nem como um ministro fala; nem mede cada palavra proferida, ao contrário dos ministros em geral. Mas é, tão-só o Ministro das Finanças deste Portugal desendinheirado e mendicante. E sempre a resvalar junto do precipício das contas e dos orçamentos.

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Este António Costa é um must, reparem: "A Câmara de Lisboa recebeu uma proposta de duas associações para criar um bordel na Mouraria, e vai estudá-las no decorrer deste ano". I Beg Your Pardon? Mas a prostituição passou a ser legal? Será que é uma jogada do presidente da Câmara para cobrar IMI, Derramas e afins ao bordel. Ou para dar multas à Emel?

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NÃO HÁ ESTADO DE DIREITO POR LINHAS TORTAS:

por Vasco Lobo Xavier, em 29.02.12

Já todos sentimos na pele, já todos escutámos isso nos cafés, no trabalho, entre amigos, já alguns ouviram a confirmação aos agentes da autoridade (embora as chefias o neguem), e só agora chegou à comunicação social: vai por aí uma brutal caça à multa.

 

É óbvio que ao Estado compete a fiscalização e a penalização das situações irregulares, nomeadamente no que ao Código da Estrada (é o que me ocupa, de momento) diz respeito. Acções de fiscalização, de prevenção e de punição: até aqui, tudo muito natural. O que já não é natural é que as pessoas sintam, com bastante fundamento, que o ius puniendi é utilizado (não para aquelas funções mas) essencialmente para arrecadar receita. Não é para essa finalidade que está pensado o sistema pelo que, se ele é usado com este espírito esbulhador, é o próprio Estado de Direito que fica em perigo e não é isso que espero do actual governo.

VLX

 

(nota: a minha casa é, e será sempre (não posso negar), o Mar Salgado, ao qual regresso de tempos a tempos para abrir as janelas, sacudir o pó, verificar se não ficou por lá esquecida uma garrafa de rum, fumar um melancólico cigarro com ela. Talvez um dia até convença a antiga tripulação a uma pequena e festiva regata na semana que antecederá e na que se seguirá à magnífica e histórica vitória da Briosa no Jamor: logo se verá. Mas é com enorme orgulho que aceitei o amável convite para ser inquilino do Corta-Fitas. E vai dar-me imenso prazer escrever aqui.)     

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Vem-Vindo, Vasco!

por Jorge Lima, em 29.02.12

 

Boa boa, Basco. Les beauxs esprits se rencontrent. O Corta-Fitas sem ti era como a Tina Turner sem pernas. E agora chega de encómios. Vamos ao que interessa. Para as pessoas saberem de que massa és feito, EXIJO, repito, E-X-I-J-O publicação imediata dos teus textos «de se comer» «Animais Nossos Amigos» e «14 de Fevereiro» (títulos acabados de inventar). 

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Vasco Lobo Xavier

por Corta-fitas, em 29.02.12

 

…é a nova aquisição do Corta-fitas: indómito marinheiro noutros mares, casado e pai de quatro crianças, é advogado e em lugar de ser do Sporting tem um enorme fraco pela imensa força azul e branca, (que no caso vertente não se refere convicções patrióticas, antes à agremiação portuense dos andrades com a qual nas décadas mais recentes retira invejáveis alegrias). Colou o primeiro cartaz do CDS em 1976 mas preserva a independência. Escreve o que entende — quando lhe apetece ou lhe permitem os prazos judiciais. É um enorme motivo de orgulho para esta casa ter o Vasco a cortar. Que a sinta como sua tão depressa quanto a necessária adaptação ao amarelo.

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Pensamentos do Dalai Lima

por Jorge Lima, em 29.02.12

Neste país, para conseguir um subsídio não é preciso grande ciência, basta conhecer a técnica.

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O P. José Maria Brito pede-me para divulgar, o que faço com todo o gosto:

 

Políticos, artistas, jornalistas e religiosos online à volta da esperança Personalidades tão diversas como o eurodeputado Paulo Rangel, os cantores Tiago Bettencourt e Carminho, o porta-voz do Papa ou o escritor Jacinto Lucas Pires juntam-se numa iniciativa online para apresentar o seu olhar sobre a esperança. A página web www.essejota.net, da Companhia de Jesus, propõe celebrar deste modo o seu quarto aniversário. “Ainda há esperança?”. O P. Alberto Brito, sj, Provincial dos jesuítas em Portugal, dá o mote à pergunta, a que procuram responder as reflexões de Isabel Jonet, Paulo Rangel e do jornalista António Marujo. A atriz Cleia Almeida, uma das protagonistas do premiado “Sangue do Meu Sangue”, apresenta um filme, o cantor Tiago Bettencourt comenta um vídeo, o fotógrafo Luís Ferreira Alves escolhe uma imagem, o cartoon é de Luís Afonso e a jornalista Paula Moura Pinheiro fala acerca de um quadro. O livro sugerido por Pedro Mexia, um poema de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, a música escolhida pela fadista Carminho e a história contada pelo escritor Jacinto Lucas Pires abrem horizontes acerca de um olhar otimista sobre o futuro. Esta edição conta ainda com a participação do jesuíta irlandês Michael-Paul Gallagher, professor na Universidade Gregoriana em Roma e uma entrevista ao porta-voz da Santa Sé, P. Federico Lombardi, para além de uma surpreendente reflexão de uma Carmelita que, do interior do convento, olha para o mundo como quem o conhece profundamente. Neste momento, em que tanto se fala de crise e de falta de esperança, esta edição especial do essejota.net reúne colaborações de pessoas de vários quadrantes políticos, artísticos, sociais e religiosos que apresentam diversas perspetivas acerca de um tema que toca as preocupações dos portugueses. O www.essejota.net pretende ser um espaço onde se pode encontrar uma nova forma de falar do mundo, do mistério humano e da fé. A partir das suas secções, trabalhadas quinzenalmente por uma equipa de 110 voluntários, que vão desde a arte ao entretenimento, da reflexão sobre acontecimentos da atualidade a textos de aprofundamento da fé cristã, o essejota.net propõe aos seus leitores um olhar atento e esclarecido sobre a realidade, numa linguagem acessível e adaptada às interrogações das gerações mais novas.

 

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Piadinha fácil

por Maria Teixeira Alves, em 29.02.12

Quando é que um filme francês consegue ganhar um Óscar em Hollywood? Quando é mudo!

 


 

 

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Pensamentos do Dalai Lima

por Jorge Lima, em 28.02.12

Se for de metro não guie.

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(...)  Foi a este caminho único de curto-prazo que, bem ou mal, nos condenámos quando pedimos ajuda externa. Numa altura em que a Grécia sepulta cada vez mais a cabeça no chapéu do aluno mal comportado, Portugal não tem outra solução senão tentar a todo custo ser o totó bem comportado da turma. Sim, reconheço que é uma postura irritante, sobretudo num país que se tem colocado nessa posição muitas vezes nos últimos anos. Porém, a alternativa é o país afundar-se agarrado à Grécia. E isso, parece-me, é algo que ninguém deseja. (...)
 

José Maria Gui Pimentel aqui

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Europeu de futebol: uma cruzada lusa?

por João Távora, em 27.02.12

 

 

Concordo com o Nuno: o equipamento alternativo da Selecção Nacional é mais bonito que o principal. A boa notícia que eu destaco é as discretas listas "vermelho-rubras" assumirem a forma duma Cruz. Eu disse assumirem? Devo estar redondamente enganado.

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O apito parado

por João-Afonso Machado, em 27.02.12

J:\FOTOS\PORTUGAL - LISBOA E PORTO\PORTO\BESSA.JPG

É notícia: há praticamente um ano, o processo "Apito Dourado" está quedo. Na Relação do Porto, onde subiram uma série de recursos. Porquê? Porque um acordão, entretato proferido, não foi devidamente notificado aos arguidos - Valentim Loureiro e José Luis Oliveira. Ou seja: faltou a carta registada. Ponto final.

O Ministério Público acabou por se insurgir contra a situação, pretendendo apurar responsabilidades pela demora. Daí o douto despacho - «Trata-se de iincidentes estranhamente anómalos num processo com as características do presente, mas que seria conveniente encontrarem cabal explicação que se promove seja obtida junto dos senhores funcionários encarregados da tramitação».

Será necessário acrescentar algo?

Somente, talvez, terem ocorrido diversas prescrições, entretanto, que os arguidos não se esqueceram de invocar... Sob ameaça de, caso assim não seja atendido, avançarem para o Tribunal Constitucional.

Assim vai a Saúde em Portugal!!!

Entrementes, mais a sul, Isaltino Sem-Pavor, à força da espada, obtem contra os mouros êxitos idênticos.

Ah!, Ourique!, Ourique!

 

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Conversa de almoço

por João-Afonso Machado, em 27.02.12

Serenamente a conversa não evoluiu para o omnipresente tema da Monarquia vs. República presidencialista. Teria sido um almoço curioso, presidido pelo heroismo de Cavaco Silva, apedrejado na jornada de Arroios, agonizando, mas ainda com forças para dizer: «Morro bem. Salvem a Pátria».

Não. Cavaco tornou-se uma desilusão. A sua Senhora também. De modo que não pude ainda avançar com a segunda linha de argumentos: e invocar a Infanta D. Adelaide, a sua vida de cem anos ao longo de quantas aventuras em momentos cruciais da História mundial; e a sua dignidade de sempre, a sua humildade e discreção - jamais em bicos de pés, pavoneando-se por aí a tentar dar nas vistas, aos pulinhos, "sou eu!, sou eu!, íntima da Senhora Infanta, fui a primeira a saber do seu falecimento!".

Porque, na realidade, à última hora surgem sempre os, afinal, amigos de longa data, em resmas de papel contendo propostas de epitáfios de duvidoso gosto. A vida política é um pouco disso tudo, sempre - e só - condimentada pelo infernal "politicamente correcto ou incorrecto".

A questão desta feita centrava-se no inimigo comum. O inimigo de qualquer português, portanto. O Estado. Essa entidade povoada de adoradores da deusa Ética que nos sorve em impostos todas as suas dificuldades em manter a sua prerrogativa de "Estado social". Como?- tributando-nos sem dó nem piedade como meio de obter fundos para manter hospitais e escolas abertas (que é como quem diz: institutos, fundações, parcerias e sinecuras afins), e assim continuar invectivando a iniciativa privada.

O meu Amigo e anfitreão, Engenheiro e Mestre, está de partida para Angola. Chefiará uma equipa empresarial encarregada de ali montar uma unidade fabril. E de, depois, entregá-la ("chave na mão") contra o pagamento do preço.

Oxalá José Eduardo dos Santos não tenha aprendido alguns dos piores hábitos do Estado português. O meu Amigo não merece mais desilusões.

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Abrir as janelas ao debate: mais liberdade

por João Távora, em 27.02.12

 

Dramático é como em Portugal, um pequeno país tendencialmente iletrado e com pouca tradição democrática, mesmo perante uma tão soberba crise, a discussão política se nos apresente tão afunilada. (...) Numa civilização adulta, o pensamento e as ideias diferentes deveriam coexistir num saudável conflito, franco e aberto, sem preconceitos, sem amputações provocadas por velhos ódios recalcados, escondidos, latentes, perversos. Em nome da liberdade, o que não valeria exorcizar os espíritos enfermos desses esqueletos nos armários.

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Pensamentos do Dalai Lima

por Jorge Lima, em 27.02.12

Destruídas quatro casas e danos numa quinta.

 

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O mecenato cultural em debate na RTP2

por Zélia Pinheiro, em 27.02.12

A cultura é "um  _____, de _____ e de _____, de _____ e de ______ e um ______ que se vai basear imenso na ______e na _____" (António Gomes de Pinho, presidente da Fundação de Serralves, RTP2).


Preencha os espaços vazios:

  1. 
criatividade

  2. factor estratégico

  3. inovação

  4. novo paradigma

  5. identidade

  6. coesão nacional

Nota: algumas palavras poderão ser utilizadas mais do que uma vez.

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Esta com esta, por exemplo.

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Festas e devoções... sem feriados

por João Távora, em 26.02.12

 

Ritual  cristão da Imposição das Cinzas (Quarta-feira de cinzas)

 

O nosso calendário apresenta alguns exemplos de festas e comemorações que se mantêm em dias de trabalho. Tirando o fenómeno recentemente importado do S. Valentim cuja intensa exploração comercial o promove, outras celebrações há em que não sendo feriados ou como tal tendo sido extintos, se mantiveram, sustentados pela devoção religiosa ou simples tradição popular: destaco o Dia de Reis, a Quarta-feira de Cinzas e o dia de S. Martinho. Neste último caso, apesar da fascinante lenda que perpetuou esse grande herói da Igreja, é mais pela ligação popular ao calendário agrícola que a festa hoje persiste transversalmente na cidade e no campo, ocasião para se provar o vinho novo acompanhado com castanhas assadas. O dia dos Reis, importante feriado nas celebrações do Natal cristão em Espanha, apesar de dia de trabalho em Portugal, mantém-se tradição nos lares Portugueses, festejada com o popular bolo de frutos secos que relembra os magos do oriente que despojados seguiram a estrela até ao presépio de Belém. A celebração litúrgica (a  Epifania) transitou para o Domingo seguinte. Quanto à Quarta-feira de Cinzas, uma espreitadela nas missas do dia confirmará como é significativa a adesão dos fiéis a esta celebração que marca o início da estação espiritual mais importante do cristianismo... o tempo da Quaresma, rumo à Páscoa.
Na certeza que a sua sobrevivência será directamente proporcional à implantação popular, resta saber o que advirá das festividades cujos feriados o governo promete extinguir. Pela minha parte, auguro boas perspectivas para as festas da Assunção de Nossa Senhora que decorrem por toda a província em pleno tempo de férias, e sorte proporcionalmente inversa ao culto do fatídico 5.10 na Praça do Município, cuja liturgia já nem a nomenklatura do regime comove. A tudo o mais, fica por saber como sobreveviremos como povo.   

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