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Investiguem o nome e depois fujam!

por José Mendonça da Cruz, em 30.09.11

Insistentes lacunas nas notícias da imprensa e das televisões deixaram em branco o nome da juíza de Oeiras que ordenou a prisão de Isaltino Morais quando pendia recurso no Tribunal Constitucional. A juíza ordenou, portanto, uma prisão ilegal. Saibam o nome e, caso se vejam em círculos próximos, fujam.

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E agora?

por José Mendonça da Cruz, em 30.09.11

 

Agora que se sabe, pelos números hoje divulgados pelo INE, que o governo Sócrates cavou até Junho um défice de 8,3% (gastando a mais em 6 meses 3/4 do que estava autorizado a gastar a mais em todo um ano) que se espera?

Espera-se que os jornalistas e comentadores que têm andado entre excitados e raivosos a atacar Jardim, chamem a Sócrates e a Teixeira dos Santos os mesmos e piores nomes; e sugiram responsabilização criminal; e alvitrem fins definitivos de carreira; e vão desenterrar para troçar deles os bufetes milionários feitos para apresentar o que já fora apresentado; e sucitem dúvidas sobre o equilíbrio mental de quem ainda queria gastar em pontes, aeroportos e comboios.

Espera-se que Pedro Silva Pereira se cale de vergonha, em vez de ter opiniões sobre a governação e o orçamento para 2012.

E espera-se que António José Seguro e Zorrinho «retirem a confiança política» ao seu partido, como tão insistentemente defenderam.

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Caras e... corações

por João Távora, em 30.09.11

 

Hoje no ginásio cruzei-me com uma popular figura das revistas de sociedade, daquelas que se lhe não conhece outra actividade senão isso mesmo. O que me impressionou na figura, para lá do visível empenho que punha no exercício, foi aperceber-me do duro trabalho que significa a representação constante duma personagem, do ícone, estilizado por cabeleireiros, modistas e esteticistas. Possuída por tal profissão suspeitei que por força da sobrevivência, a senhora se levanta e deita com ela, com o penteado armado, pinturas, cremes, silicones e… um sorriso de “vida boa”. Afinal a miséria e a infelicidade podem tomar tantas e estranhas formas… até a de gente feliz, para gaudio dos seus consumidores.

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Sexta-feira de Outono escaldante

por Corta-fitas, em 30.09.11

Leila Lopes

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Um minhoto na Capital

por João-Afonso Machado, em 30.09.11

- Não se terá enganado no eléctrico? Para um turista como você, é aquele, o encarnado!

O "encarnado"... Estavamos na Praça da Figueira, ainda no movimento e na alegria dos dias de Verão. De que ela parecia comungar, brincalhona, provocadora. Mirei-a, nada ressentido, mas sem uma palavra em troca. Num silêncio que lhe recomendava juizo, mesmo devido à sua insistência

(- Um turista! Afinal não é você um turista aqui em Lisboa?)

porque turistas são os camones e os bifes e essa vaga imensa de japoneses, mais os outros todos. Um minhoto não é um turista, quando muito é um suevo, um galaico, vá lá. Não chegou ontem, vindo não se sabe de onde, de passagem apenas...

Simplesmente, o Destino, as voltas da vida, trouxeram-me à Capital. Por quanto tempo, não sei nem me preocupa. O bastante para concretizar os meus objectivos. E não quis empoeirar a tarde comentando a Torre do Tombo e as minhas investigações sobre os frades jerónimos de Belém, no termo de Lisboa, mais o mosteiro românico que fora deles, mesmo a dois passos de Braga.

- Já pensou na quantidade de riqueza humana e de História com que deparamos, daqui até ao Castelo?

Não esperava esta minha saída. Embatucou. Talvez nunca lhe ocorresse esse sentido de vaguear pela cidade. Nem essa Belém, no termo de Lisboa, é claro.

Por alguma razão eu escolhera o Castelo para ponto de encontro das minhas ideias. Sempre fora gente da minha terra, auxiliada por uns tantos cruzados a caminho da Palestina, que o conquistara aos mouros e o transformara em Portugal. E do alto daquela primordial colina eu gozava a sobreposição de mundos no tempo, desde então até aos nossos dias. Até Benfica e Carnide, hortas e azinhagas, até o que já foi e o que ainda há-de ser.

Um turista passeia, não procura um sentido para a vida nem se preocupa em deixar uma qualquer construção. Não, definitivamente, turista não.

E assim, entre meias frases e mutismos, passámos a Sé. Absteve-se de me perguntar em que me ocupava profissionalmente. Quanto a mim, pelo óbvio motivo de ter captado não ser a riqueza material preocupação minha.

O agitar dos seus saltos altos, um jeito ao penteado, anunciaram a proximidade do seu estaminé. Ia sair.

- Então adeus, até depois. E olhe, não deixe nem uma esquina da Costa do Castelo por historiar, 'tá bem?

Sorri. A pensar naquela infinidade de escadinhas todos os dias descidas, nas velhotas à janela, mais as suas gaiolas com pintassilgos. Acenei que sim e segui para S. Vicente. Não deixaria sem visita o Panteão Real, naturalmente.

 

 

 

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Acerto de contas

por João Távora, em 30.09.11

 

Se o S. Pedro for bom de contas e nos compensar do Verão manhoso, vamos ter bom tempo até perto do Natal.

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Mudam-se os tempos

por Maria Teixeira Alves, em 29.09.11

Auditoria às contas da Madeira (resultados anunciados amanhã)

 

Isaltino preso 

 

(o Governo é do PSD)

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Má publicidade? Mesmo?

por Francisco Mota Ferreira, em 29.09.11
"A mulher que se acha inteligente reclama igualdade de direitos com os homens. Mas a mulher que é realmente inteligente não o faz."

Sidonie Gabrielle Colette

 

Parece que, no Brasil, anda tudo muito preocupado com um anúncio da marca de lingerie Hope em que a modelo brasileira Gisele Bündchen surge apenas em roupa interior ensinando às mulheres como devem dar más notícias aos maridos: apenas em lingerie.

A coisa foi de tal ordem que a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência brasileira – só o nome arrepia per si – quer mesmo que o anúncio seja retirado do ar porque, dizem eles, existe uma mensagem sexista que faz com que se olhe para a mulher como objecto sexual.

Confesso que me faz alguma confusão tudo isto. As marcas de lingerie, sejam elas quais forem, sujeitam deliberadamente a mulher a este papel. E estas aceitam-no. Porque gostam de se sentir sensuais, provocantes e mulheres, mas também porque gostam de agradar à cara-metade. É por isso é que estas lojas existem, dão lucro e vendem. A lingerie, mais do um conjunto de vestuário essencial, é também um objecto criado para satisfação do ego. Da mulher e do homem.

Convenhamos que seria estranho ver um homem a fazer o anúncio ou ver a Gisele Bündchen de gola alta a anunciar lingerie. Estes anúncios têm pouca roupa pela natureza específica do que anunciam. E têm de ter mulheres, de preferência bonitas e com curvas. E a mensagem, subliminar ou directa, é sempre a mesma. Seja da Hope ou de outra marca qualquer.

É, por isso, um perfeito disparate o alegado direito à indignação das autoridades. No século XXI existir uma Secretaria de Políticas para as Mulheres é reconhecer a alegada subalternidade do sexo feminino o que, eu acho, tirando nas sociedades mais tradicionais, já não existe. Por amor de Deus, até o Brasil já tem uma mulher presidenta

A polémica aqui é estéril e só faz com que o feitiço se vire contra o feiticeiro. Acredito que todas estas notícias despertaram a curiosidade de homens e mulheres e a Hope deve estar a vender bem a sua nova colecção. E, se calhar, com estratégia pensada ou não – eu acredito que sim – é isso que interessa à marca. Passados alguns anos, ainda nos lembraremos, certamente, da Gisele Bündchen a pedir desculpa por ter batido com o carro. Não nos lembraremos, de certeza, da Secretaria de Políticas para as Mulheres…

 

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Progresso mesmo

por João Távora, em 29.09.11

 

... é os cubanos poderem comprar carro e as mulheres sauditas votar.

 

Créditos: Lawrence

 

Comentário de João Quaresma no facebook: 

 

A próxima etapa será os cubanos poderem votar e as mulheres sauditas conduzirem um carro.

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Passos Coelho - um desempenho com sinal +

por João-Afonso Machado, em 29.09.11

Talvez Cavaco Silva não seja um Presidente realmente popular. Talvez tenha ganho as eleições não porque fosse o melhor candidato mas porque todos os outros eram demasiadamente maus.

A provável indiferença que Cavaco suscita perante os portugueses é avaliável até por essas mostras de simpatia pela classe política regularmente vindas a lume nos jornais. Em uma recente, contra o que é costume, a figura de Pedro Passos Coelho avantajava-se em relação à do Presidente. Quer dizer: o Chefe do Executivo, sujeito ao dia-a-dia governamental - e que dia-a-dia, santo Deus! - sujeito a todo o expectável desgaste de imagem, ainda assim conseguia recolher mais admiração e respeito dos consultados do que o Chefe do Estado, usualmente na sua redoma, de onde só sai às vezes para alguma visita ou para qualquer, por regra tímida, intervenção discursiva.

De tudo realço apenas o lado positivo. Como um Chefe de Estado eleito nunca poderá representar a Nação, o lugar de Cavaco Silva torna-se, efectivamente, de importância assaz secundária. Já o 1º Ministro, Passos Coelho, todos sabem desempenha, no dificil momento actual, um papel crucial. E, perguntado sobre o desempenho do Governo, o insuspeito Prof. Daniel Bessa respondeu ontem assim: «estou muito satisfeito. Porque pôs termo a uma situação insustentável que se havia tornado um pesadelo».

É plausivel admitir que o segredo de Passos Coelho consiste em se manter, no trato, exactamente o oposto de José Sócrates.

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A Boa Nova

por Maria Teixeira Alves, em 29.09.11

A Boa nova:

 

 

 

Cubanos já podem comprar e vender carros, coisa a que estavam proibidos pelo regime comunista desde a revolução de 31 de Dezembro de 1959.

 

Boa, estão quase a ter cartão de crédito e mais coisa menos coisa, um Ipad!

 

 

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O trader Alessio Rastani e a discussão sobre a sinceridade

por Maria Teixeira Alves, em 29.09.11

A propósito dos prognósticos catastróficos que Alessio Rastani, como trader independente, traçou em directo na BBC tem se gerado uma discussão bizarra na internet.. Muitos optaram por destronar a credibilidade do trader que afinal é por conta própria, ou não é trader e apenas um investidor. Ninguém se atreveu a desmentir o conteúdo do que ele disse, sobre a possibilidade de daqui a 12 meses metade das poupanças terem desaparecido. Um louco ou um génio? Quando se exibe aquele nível sinceridade, ou se é muito inteligente ou se é um tonto (só há dois tipos de pessoas fascinantes, as que sabem tudo e as que não sabem nada, dizia o Oscar Wilde, e a razão disso reside precisamente no fascínio da sinceridade, que só existe nesses dois extremos).

 

Eis a notícia da CNN:

Alessio Rastani went on a UK news channel on Monday to discuss where stock markets were heading. By Tuesday he was an Internet sensation.

Was it that he said, as someone who bets against markets rising, that he "goes to bed every night dreaming of a recession?" Was it that he said investment bank Goldman Sachs ruled the world and not governments? Or was it that bloggers started to ask if he was just a "fake trader" who duped the media?

Take your pick. But Rastani caused a stir by saying what many people think those in the markets think anyway -- it's OK to make money out of falling markets and there is no reason not to prepare for that.

He certainly thinks the markets will crash again and people should be prepared for that, and that the average person should take steps now to protect their assets, or be prepared to lose their investments.

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Bater no ceguinho

por João Távora, em 29.09.11

 

Não gosto de unanimismos. Assim, foi pasmado que assisti ontem ao debate entre jornalistas na SIC Notícias sobre a inédita entrevista ao presidente da república. Um "debate" entre jornalistas tem, salvo raras excepções, o condão de exibir uma fastidiante consonância corporativa. Assim, nenhum dos convidados fez o mais pequeno esforço por disfarçar a sua antipatia "de classe" para com o personagem, sendo que os esgares de ressentimento de António José Teixeira pareceram-me até despudorados. Deste fenómeno de unanimidade, que se evidencia pelo menos desde que se começou a adivinhar a inevitável a reeleição de Cavaco, o que me aflige mesmo é a dificuldade dos jornalistas tirarem daí as devidas ilações: o modelo semipresidencialista remete-nos para uma mistificação a respeito dos poderes e isenção do cargo. Um mito benigno para os da sua facção, maligno para os seus detractores, trágico para a Nação. Ou seja, a falta de uma Chefia de Estado orgânica é bem mais grave quando o país se acerca do olho do furacão e carece como nunca dum sólido símbolo de unidade.

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Um presidente activo, o que é isso exactamente?

por Maria Teixeira Alves, em 28.09.11

Carvalho da Silva diz (a propósito da entrevista de Cavaco Silva, que eu não vi confesso) que o país precisa de um presidente activo. Mas pergunto o que é isso de um Presidente activo no nosso sistema político?

 

Recordo os poderes do Presidente da República:

 

O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas sendo, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas.

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A "burricada" continua

por João-Afonso Machado, em 28.09.11

É a notícia do dia no Funchal. Uns tantos oposicionistas - dos mais intrépidos, certamente... - invadiram as instalações do Jornal da Madeira, onde há longas horas permanecem barricados. Não se trata de um avião desviado, mas é como se fosse - há exigências e ameaças; há reféns - presumivelmente, no ideário dos autores da façanha, o Poder administrativo da Região Autónoma. Esse mesmo que eles pretendem ver abatido.

Figura central do burburinho, o inefável José Manuel Coelho, agora militando com as cores do Partido Trabalhista Português (PNT). A seu lado, outras promessas políticas do Partido da Nova Democracia (PND) e do Partido dos Animais (PA). Em suma, a fina flor da Liga dos Últimos.

Porque a verdade é que nem o PCP nem o BE quiseram imiscuir-se na confusão. Só tinham a perder. O circo eleitoral, apesar de tudo, tem limites. Ninguém com um mínimo de senso adere ao grotesco. Ou mesmo ao saudosismo - longe vão os tempos em que os vereaneantes alugavam uns burros e partiam para uma jornada qualquer, de farnel à ilharga.

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Deve ser um problema de insularidade certamente

por Francisco Mota Ferreira, em 28.09.11

Faz-me confusão que alguém que deve milhões ao Estado, que contribuiu para a entrega do melhor Banco privado português, venha com uma alegada moralidade falar da existência de um saco azul no CCB para, adivinhe-se, pedir mais dinheiro.

Diz-se que Rodrigo da Fonseca, no leito da morte, ao ouvir mais um disparate de um seu serviçal terá dito: “nascer entre brutos, viver entre brutos e morrer entre brutos é triste”.

 

Nota de rodapé: Um dia conto o que sei da história da colecção Berardo no CCB…

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Ouvido no Parlamento

por Maria Teixeira Alves, em 28.09.11

 

  

Deputado do CDS: Alberto João Jardim é "uma espécie de Bob o construtor"

 

 

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O duro despertar

por João Távora, em 28.09.11

Nas últimas décadas vivemos deslumbrados com o "ter". Vimos nas infra-estruturas da Europa rica a redenção, e subsidiados empregámos hordas de emigrantes a construir auto-estradas, viadutos, arranha-céus, escolas, universidades, hospitais, equipamentos desportivos, e bibliotecas. Enquanto isso, para júbilo dos nativos democratizou-se o crédito, o consumo, cursos e canudos. Chegados a este ponto, falidos e humilhados, ainda não somos capazes de nos olhar bem ao espelho. Ser, é bem mais difícil do que ter… mas vamos sempre a tempo.

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Eleições na Madeira

por João-Afonso Machado, em 27.09.11

Alberto João Jardim, no Poder, é de uma longevidade salazarenta. Nunca esquecendo, claro, ter sido sempre regularmente eleito por uma confortável maioria do eleitorado madeirense. E 36 anos volvidos sobre a primeira vez, ei-lo pelas praças e estradas do Arquipélago a pedir o voto, hoje como sempre.

Faça-se, entretanto, um balanço da sua governação. Para concluir, talvez, que acima da desfaçatez de Alberto João, acima da sua arrogãncia ou da rudez ou truculência do seu verbo, ficou uma obra. A sua obra. A diferença que se patenteia nas estradas, nos equipamentos, num quotidiano que ninguém dirá agitado, perigoso, povoado de assimetrias.

Somente o tempo foi passando, os problemas candentes diferem dos de ontem, a idade não perdoa e a saúde ressente-se. AJJ já o percebeu mas a sua teimosia - algo muito característico dos anciãos... - impede-o de desistir. E o medo de perder exalta-lhe o discurso - pedindo "pancada" para quem "ofende o povo madeirense" (?!) - traz-lhe ao espírito alianças partidárias até então inimagináveis e, pressentindo a falta de solidariedade laranja do Continente, descobre uma "luta contra o Estado Central pelos direitos da Madeira".

Há em tudo isto dois aspectos curiosos, além de preocupantes.

O primeiro decorre da aparente dificuldade de AJJ para encontrar sucessor no PSD insular. Senão aproveitaria já esta campanha para o lançar.

O segundo consiste na pendular repetitividade da História. Salazar, Soares, Alegre, tantos mais - só à vassourada se afastaram ou afastam da ribalta política. AJJ está igual. É pena. Compreende-se que ele sofra já de reumatismo. Esperava-se recusasse integrar a "brigada do reumático".

 

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Cassandra

por Maria Teixeira Alves, em 27.09.11

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