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Confirmado: um imenso Portugal

por José Mendonça da Cruz, em 31.10.10

 

Hoje, os brasileiros escolheram não ser uma potência mundial. Escolheram Dilma Rousseff para presidente da República. Como os vários escândalos tipo mensalão já indicavam, como indicava já a crescente partidarização do aparelho de Estado, como indicavam os inúmeros escândalos na adjudicação de obras públicas ao abrigo dos Programas de Aceleração do Crescimento (sendo que o nível de cumprimento do primeiro não ultrapassou os 10%, por causa de ajustes directos abusivos, desvios e corrupção), como indica a falta de respeito pelas regras democrátricas (de que são exemplos a divulgação de declarações de rendimentos falseadas dos adversários e família, e as ameaças à liberdade de imprensa), como tudo e mais indicava, ninguém pára agora o Brasil no seu caminho para ser igual a nós. Dentro de 5 anos, o Brasil terá uma dívida pública insustentável, uma dívida externa ainda mais gigantesca, um aparelho de Estado sufocante e ineficaz, e um ambiente político aperreado e malsão. Dentro de 5 anos, o Brasil já não será o destino de investimento tão interessante que já pareceu. Dentro de 5 anos, a maioria dos brasileios comprenderá o que, hoje, só uma minoria já compreendeu: que foi Fernando Henrique Cardoso, e não Lula, quem o trouxe até à beira da ordem, progresso e modernidade. Mas a maioria escolheu Rousseff. O enorme desperdício já é mau. Pior: a curto prazo ainda teremos que suportar os festejos desses misantropos na alma que consideram notícia uma mulher ser eleita.

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Tardes calmas, brevíssimas.

por João-Afonso Machado, em 31.10.10

Dei pela escuridão agora mesmo e espantei-me. Olhei para o relógio - é  verdade!, a hora mudou a noite passada. O inverno avança sem rebuço. Já paira no ar o cheiro a rabanadas e as cameleiras principiam a florir.

E as tardes correm calmas. A própria Crise, dir-se-ia ter recolhido a uma toca qualquer. Aonde? Em que empoliticado blogue? Nas poucas horas em que o sol abre mão de alguma luz - bem molhada, por sinal - o Minho vai-nos presenteando com as suas cores da época.

Percorro com a memória as estações do ano e sinto a dificuldade enorme de eleger a mais bela. Talvez seja mesmo a outonal, por essa diversidade, pelos cambiantes, pelo calmo andar da natureza, sempre a caminho da renovação. Com um breve intervalo, quase aí, - o verão de S. Martinho. Os magustos, outra patuscada para esquecer as maleitas nacionais - a não ser que os esquilos se antecipem, também esfomeados, e nos levem as castanhas todas. Ainda hoje topei um, sentado num souto, equilibrado na sua repolhuda cauda e abrindo um ouriço com invejável e eficaz habilidade...

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De joelhos para mudar a História

por João Távora, em 31.10.10

 

Como aqui refere Fernando Alves, com a habitual ambiguidade dos “Sinais”, a sua crónica matinal da TSF, de facto um grupo de católicos desde Junho de 2009 promove “Um milhão de terços por Portugal”, iniciativa que vem “incendiando” várias igrejas do país em oração comunitária. E acredite o cronista que os joelhos são de facto a mais poderosa arma dos cristãos, pois a demanda duma prece profunda e crédula envolve o Homem na mais profícua relação interpessoal: com Jesus Cristo. Ao contrário do que aparenta àqueles que não crêem, é com este Amor que as mais profundas angústias humanas se colocam sob uma mais sã perspectiva. É resultado deste Amor que Deus interfere verdadeiramente na (nossa) História. Não tenho dúvidas de que os cristãos possuem o mais poderoso recurso para enfrentar as adversidades com que somos ameaçados nestes conturbados tempos. É com os joelhos no chão que nos redimimos e libertamos. Porque como escreveu Alberto Caeiro “(…) eu sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura...".

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Implosões socialistas

por Rui Crull Tabosa, em 31.10.10

Já se notou bem a ausência de José Sócrates nesta segunda candidatura presidencial de Manuel (cada vez menos) Alegre.

O que é curioso é que essa já é uma tradição no (ainda) líder socialista.

Só que, se em 2006 Sócrates não queria estar associado à mais do que provável derrota de Soares, medo que se mantém com Alegre, a verdade é que também este não deve fazer muita questão de lhe aparecer um morto-vivo na campanha...

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Domingo

por João Távora, em 31.10.10

Evangelho segundo São Lucas 19, 1-10


Naquele tempo, Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. Vivia ali um homem rico chamado Zaqueu, que era chefe de publicanos. Procurava ver quem era Jesus, mas, devido à multidão, não podia vê-l’O, porque era de pequena estatura. Então correu mais à frente e subiu a um sicómoro, para ver Jesus, que havia de passar por ali. Quando Jesus chegou ao local, olhou para cima e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». Ele desceu rapidamente e recebeu Jesus com alegria. Ao verem isto, todos murmuravam, dizendo: «Foi hospedar-Se em casa dum pecador». Entretanto, Zaqueu apresentou-se ao Senhor, dizendo: «Senhor, vou dar aos pobres metade dos meus bens e, se causei qualquer prejuízo a alguém, restituirei quatro vezes mais». Disse-lhe Jesus: «Hoje entrou a salvação nesta casa, porque Zaqueu também é filho de Abraão. Com efeito, o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido».

 

Da Bíblia Sagrada

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De volta a casa

por João-Afonso Machado, em 31.10.10

Basta a travessia da ponte. À cidade ou ao campo, é o regresso. O chegar aos nossos, agora que a meteorologia recomenda a lareira, o aconchego, uma paragem nas traiçoeiras rotinas do trabalho e de males afins.

Inesquecível tempo das coisas simples

(- Há robalotes no Freixo! Vens?)

e caseiras, estamos nós, está o meu veterano canídeo, depois de tantos anos no monte, está o jornal, o livro, a caneta

(- Não, se o homem da revista telefonar, diga-lhe que viajei para a Nova Zelândia),

e está a minha vontade de só fazer o que me apetece. A minha soberaníssima vontade, aliás.

Por isso fico espreitando o rio, não tarda a crescer em galopes de corrente pelas margens menos precavidas. As gaivotas andam muito por terra, sinal de mar aos berros por uma máquina fotográfica.

(- Um saltinho lá a baixo, à foz? Porque não?).

Isto, é claro, se outro não for o leito do rio, mais a norte - ou muito mais, ou nem tanto mais a norte -, curso estreito, as veigas já alagadas, chove, chove, chove... Junto a paredes de granito, testemunhas de invasões, revoluções, convulsões, sempre serenamente, sempre de granito. Não há - digo eu - República que as derribe. Nem ciclones, nem trombas-de-água.

Estar em casa é isso. É estar entre nós e connosco mesmo

(- E se assássemos umas castanhas?

- Não esqueça o jarro de água-pé...).

A ouvir todas as lições do silêncio, nos antípodas das querelas e das doutoralices. 

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Siegfried

por Rui Crull Tabosa, em 30.10.10

O beijo do Herói desperta Brünhilde, a valquiria, filha de Wotan, o Pai dos Deuses e por este castigada com a mortalidade por lhe ter sido fiel, desobedecendo-lhe.

Com esse beijo, Siegfried e Brünhilde descobrem a revelação do Amor, que será consagrado pelo Anel maldito que aquele apanhou ao gigante Fafner, depois de o matar.

A tragédia espera Siegfried e os Deuses na Walhala, o Olimpo germânico. A beleza deste excerto musical, porém, é eterna.

(do III Acto da ópera Siegfried, de Richard Wagner, pela Orquestra da RAI, dirigida por Wilhelm Furtwangler, a 17 de Novembro de 1953)

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Rua de S. Ciro, n° 13 *

por Pedro Quartin Graça, em 30.10.10

* Aqui se decidiu o destino de Portugal. Valha-nos São Ciro.

Adenda e aviso à navegação: Doravante uma nova expressão é introduzida no léxico político nacional. E TEM DIREITOS DE AUTOR! São meus, se me permitem.

"Valha-nos São Ciro" é a nova expressão que passará a ser utilizada.

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Uma foto tristemente histórica

por Pedro Quartin Graça, em 30.10.10

Ficará para a história esta foto tirada por telemóvel. As peças de fruta em cima da mesa da sala de jantar do Dr. Catroga também. O conteúdo, esse, os Portugueses querem esquecer o mais depressa que puderem. Pena que não o consigam nos próximos anos...

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O Expresso lava mais branco?

por José Mendonça da Cruz, em 30.10.10

Esse monstro de conformismo socialista que é o Expresso já cheirou no ar a mudança e procede na edição de hoje às medidas de higiene da ordem: remendar a imagem do PS, lavar as culpas socialistas e distribui-las equitativamente por toda a gente, sobretudo pelos que lhes são estranhos.

Vasco Pulido Valente lamentou, certo dia, a indigência intelectual de uma classe média que tem este como um jornal de referência. Lamentável e triste, sem dúvida. Mas, às vezes, pode ser cómico. O Expresso de hoje é cómico nas facécias descaradas e nos malabarismos patéticos em que se excede para lavar mais branco.

Logo na página 9, Miguel Sousa Tavares culpa Cavaco pela situação económica e pela ruína financeira. Ainda admite que ele tenha feito sérias advertências (como poderia negá-lo?), mas logo insiste que ele esteve calado. Sócrates nunca existiu, nem foi reeleito. Foi Cavaco, portanto.

Na página 11, Fernando Madrinha sentencia que Governo e PSD representam um país onde a irresponsabilidade campeia mesmo nos momentos mais críticos. E desarrinca mesmo esta pérola: «Que a intransigência não é exclusiva do PSD e que as culpas estão bem repartidas.» Palavras para quê? O artista é socialista.

Na página 36, o director cessante, Henrique Monteiro, diz que «Portugal viveu 24 anos sem fazer as reformas necessárias» (o que nos leva a 1986, ou seja, Sócrates igual a Cavaco, compreenderam?).

E na página ao lado, o director indigitado, Ricardo Costa, chama psicodrama às negociações e decreta que elas só serviram as birras políticas de Sócrates e Passos Coelho. «Mas serviu alguém além deles? Não», diz ele. Esqueceu-se das PPPs que deixam de pesar-nos com alguns milhares de milhões sobre os ombros, e do cabaz de produtos de primeira necessidade que serão taxados a 6 e não a 23%, e da tomada de consciência do descontrolo e irresponsabilidade em curso, e do debate relançado sobre o peso sufocante do Estado, esqueceu-se, por fim, de que o fim das deduções fiscais afinal passa a afectar apenas os dois escalões de rendimentos mais altos, poupando 1 milhão e 600 mil famílias. Coisas de somenos. Exactamente como a oposição ou os debates na Assembleia da República.

Bem pode, na página 37, Rui Ramos defender que há caminhos diferentes para sair da crise - mais dinheiro ainda para as mãos do Estado, segundo o PS; mais dinheiro devolvido à iniciativa privada, segundo o PSD. E bem pode constatar que Portugal vive em democracia ,mas não pensa em democracia, como aliás, o pessoal e os comentadores do Expresso acabavam de demonstrar quase em uníssono. Ao pregar tais coisas no Expresso, Rui Ramos prega propriamente no deserto. O Expresso já aponta culpas iguais a todos, à saída do PS; até poder aplaudir de novo o PS, quando regresse.

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Declarações para memória futura

por João-Afonso Machado, em 30.10.10

 

 

«- Sr. Mário Lino, parece que enviou alguns recados comprometedores à Sra. Secretária de Estado...

- Pardom?

- Se pediu à Sra. Ana Paula Vitorino favores para...

- Jamé!

- Desculpe, não concluí. Perguntava-lhe se...

- Se quá?

- Quá, quê? Se pretendeu interferir na REFER...

- Na REFÊ? Qué çá?

- Nos comboios, Sr. Mário Lino. O Sr. parece que procurou tratamento de favor...

- Favâr? Jamé!

- Qual quê! O Sr., então Ministro das Obras Públicas,...

- Obre publique? Que cé çá?

- Sr. Dr.!

- Je ne comprende pá...

- ...

(Sr. Oficial - escreva aí: "Nesta altura, o Senhor Magistrado deu por finda a sessão, adiada sine die, e proferiu o seguinte despacho: dada a incapacidade do antigo Ministro das Obras Públicas da República para entender o interrogatório efectuado, nos termos processuais legais, em língua portuguesa, dou por suspensa a inquirição e ordeno seja notificado o Ex.mo Sr. Dr. ... , licenciado em Filologia Românica, para comparecer e intervir como intérprete na continuação desta diligência. D.N.».

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O "Cedro Grande"

por João-Afonso Machado, em 30.10.10

É o nome por que sempre conhecemos esta pseudotsuga, com mais de trinta metros de alto, classificada de interesse público.

Um gigante e um espaço desde a infância indissociável das nossas brindadeiras e dos nossos sonhos. Dos nossos esquemas...

Teria os meus 17 anos. Lembro-me desse misterioso telefonema, uma voz lindíssima, queria encontrar-se comigo, só podiaser alguma beldade cá da terra!

Expliquei-lhe as rotas que conduziam ao Cedro Grande e marcámos a hora. Mas, ainda assim, tão inusitada proposta deixou-me a pensar. Cautelarmente, fui mais cedo e, com a ajuda de umas cavilhas que habilidosamente colocára-mos no tronco, subi (outra agilidade, outro peso, outras décadas...), subi aos ramos cimeiros. E pus-me à coca.

Ela foi pontual. Chegou assobiando e... enorme! Um verdadeiro bombardeiro, já sem aquele mavioso trinado, roncando de todos os motores. Nem mais do que a..., o monstrengo da minha turma!

Dizem que o medo dá asas. A mim deu-me ventosas. Sim, entrei em pânico. Se vissem  aquele carão, a sua musculatura! E se eu espirrasse? Se fosse topado?. Ainda era ali esmurrado a beijos, triturado num ajiboiado abraço. Nem ousava respirar. E a matulona sentou-se num penedo vizinho, decidida a esperar. Primeiro a resmonear ditos imperceptiveis, por fim desbragando-se em impropérios de carroceiro.

E eu lá em cima, aflito como um passarinho. Pensando em Monteiro Lobato, nas aventuras no Sítio do Picapau Amarelo, a Cuca, horrenda, a Iára (a pentear-se ao luar, fulminante para quem a mirasse) e, sobretudo, a mula-sem-cabeça-que-deita-fogo-pelas-ventas.

Até que a criatura se fartou e partiu. Deixando no ar uma nuvem de mil ameaças de morte. Vendo a costa livre, desci o Cedro Grande e só parei em casa. Onde o meu Pai, exigentíssimo com o horário das refeições, não parecia disposto a perdoar o atraso...

Por meias palavras (para deixar a Mãe à margem) sempre fui justificando o sucedido... uma senhora... aflita... queria falar comigo... mas só treta, afinal. O Pai percebeu - e deixou-me sentar à mesa.

- Pronto!... Mas assuntos desses só umas tantas freguesias adiante. Não quero maçadas aqui à porta.

E eu ataquei, esfomeado, a feijoada. Ainda hoje os meus irmãos gozam com esse casanovismo de cacarácá.

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Afinal pode ficar pior do que está...*

por Pedro Quartin Graça, em 30.10.10

* Se se confirmar que o deputado eleito Tiririca não sabe escrever...

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Costa mete água *

por Pedro Quartin Graça, em 30.10.10

 

* Ou Lisboa transformada na "Veneza portuguesa". (no vídeo a Rua de S. José onde mora o Arqto Ribeiro Telles)

 

Nota - Eu creio que Gonçalo Ribeiro Telles já tinha falado deste assunto e das suas causas há uns anitos e deixado uns avisos entretanto, não tinha...? E, agora, até existem pessoas "insuspeitas" que o reconhecem...mas os disparates continuam. Até quando?

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Portugueses em 2012

por Pedro Quartin Graça, em 29.10.10

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O João Gomes de Almeida fez, nas páginas do Estado Sentido, uma enorme provocação: eleger aqueles 10 que, na sua opinião, conseguiram até agora expor o ideal monárquico de uma forma mais sexy (vivos). Fui surpreendido, confesso, por estar entre os eleitos. Cabe-me agora fazer uma nova lista, em jeito de resposta. É difícil porque tenho de deixar muita gente de enorme valor de fora. Cá vai:

 

1 - João Gomes de Almeida - é mesmo ele, o autor deste desafio. Merece estar aqui. Jovem, culto, multifacetado, trabalhador, o João Gomes personifica o jovem monárquico português do séc. XXI. Para além disso é amigo do seu amigo. Pena é que fume. Mas isso vai ao lugar com o tempo... Merece um destaque isolado. Grande João!

2- Gonçalo Ribeiro Telles - a referência viva dos monárquicos militantes. Não vale a pena dizer mais nada. Está sempre à nossa frente.

3 - Miguel Esteves Cardoso - repito aqui a escolha do João. Envelheceu, como todos nós, casou de novo e agora de forma duradoura, e foi muito eficaz na mensagem que transmitiu nas suas duas candidaturas ao Parlamento Europeu que, aliás, tive o gosto de ajudar a organizar há já 20 anos atrás! Continua a defender de forma vigorosa a monarquia nas páginas do Público e Luís Filipe Coimbra - é inevitável falar do Luís. Fez mais pela monarquia nas tertúlias e nos cafés (mas também na vida pública) que muita gente em décadas de militância de outro tipo.

4- Bento Moraes Sarmento - discreto, eficaz, militante, um grande monárquico e Augusto Ferreira do Amaral - o saber e a ciência ao serviço de Portugal e do Rei num discurso sempre muito sólido e bem estruturado.

5 - Mendo Castro Henriques - Incansável, um verdadeiro mouro de trabalho à frente do IDP. A história de Portugal recordará o seu enorme contributo. A monarquia também, e Rodrigo Moita de Deus - o spin doctor mais famoso de Portugal é uma máquina avassaladora de imaginação e de trabalho. Um verdadeiro "carregador de piano".

6 - João Mattos e Silva - Com a militância e a poesia também se defende a Causa, e Vasco Telles de Gama - décadas de militância de nível muito elevado. A história de Portugal em forma de antiguidade.

7 - Nuno Castelo - Branco e  Miguel Castelo - Branco - Multifacetados, os irmãos Castelo - Branco já fizeram de tudo pela Monarquia. Desde a colagem de cartazes aos ensinamentos de história, possuem um discurso poderoso, sólido e extremamente eficaz. Vantagem de quem muito estuda e muito lê e que tem décadas de experiência de propaganda.

8 - Alline Galash Hall - monarquia no feminino. A causa também tem caras bonitas e cabeças que sabem pensar, e Raquel Sabino Pereira -  à frente do Atlântico Azul, a "comodora" personifica a monarquia nos mares e em tudo o que este tem de bonito. É a nossa comandante.

9 - José Tomaz de Mello Breyner - quem não o conhece? Dá o corpo às balas. Um grande militante, e Fernando Carvalho Rodrigues - à frente da Marinha do Tejo, o Professor é um líder na sabedoria e nas convicções. Ciência e arte misturadas num cocktail explosivo.

10 - Anónimos e anónimas - são estes e estas os mais importantes de todos. Sem eles e sem elas não haverá Monarquia. Sem DEMOCRACIA também não!

 

Não falo dos muitos e bons que existem nesta casa. Parecia mal.

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Aquilo que realmente interessa:

por João Távora, em 29.10.10

 

...está aqui: votem (na barra leteral) com total liberdade de consciência que eu tenho fair play.

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Sexta-feira encharcada

por Corta-fitas, em 29.10.10

Elizabeth Hurley

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A queda de um demagogo

por Rui Crull Tabosa, em 29.10.10

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Meter água

por José Mendonça da Cruz, em 29.10.10

Estão aí, em Lisboa, mais uma vez patentes os resultados da boa gestão à socialista. Muita espuma, discursos baratos, e nenhuma atenção à basezinha. Dinheiro e atenção para aviõezinhos, cóltura, terceiras travessias e tgv`s; mas uma lei de arrendamento arcaica, descaso quanto à aplicação das leis e regulamentos sobre recuperação do imobiliário, lixo e entulho pelas ruas, sarjetas por desimpedir. Vem a chuva, inventa-se um alerta de cor variada, vêm as cheias, encolhem-se os ombros e andou. Como não aprendemos nada, ainda suportaremos, nos noticiários da noite, gente falando sobre o aquecimento global, a construção nas linhas de água, os imponderáveis das marés. Espuma. Tudo, menos tratar do que é dever e dá trabalho.

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