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Feliz 2009

por Tiago Moreira Ramalho, em 31.12.08

Passei só para deixar aqui um post rápido a desejar um maravilhoso ano novo para todos os amigos Corta-fiteiros e a todos os que lêem o que escrevemos, aqui ou noutras bandas. Felicidades!

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Blogo, logo existo

por Pedro Correia, em 31.12.08
Dizia John Donne, na magnífica frase que Hemingway inscreveu no pórtico de Por Quem os Sinos Dobram, que nenhum homem é uma ilha. Pois não. Convém lembrar esta verdade elementar em tempo de progressivo isolamento, numa altura em que a solidão é talvez a mais grave doença que se abate sobre o mundo "desenvolvido" que habitamos. Comunicar, como aqui fazemos dia a dia, é um dos mais poderosos exercícios contra a solidão. E é precisamente a pensar nisto que aqui deixo, em jeito de balanço do ano que agora acaba, uma menção a companheiros da blogosfera que fui lendo ao longo destes meses. Concordando com muitos, discordando quase sempre de outros. Mas todos eles me reforçam a sensação de que não nascemos para ser ilhas: devemos continuar a travar um combate diário pela comunicação. Pensemos o que pensarmos, gostemos do que gostarmos.
Aqui fica a extensa lista desses bloguistas, incluindo quem partilhou o percurso comigo no Corta-Fitas, o que é outra forma de lhes expressar o meu agradecimento como leitor. E de esperar que em 2009 tenhamos muito mais para dizer.

 

Adolfo Mesquita Nunes
Adriana Freire Nogueira
Afonso Azevedo Neves
Alexandre Borges
Américo de Sousa
Ana Cláudia Vicente
Ana Gomes
Ana Margarida Craveiro
Ana Vidal
André Azevedo Alves
André Benjamim
André Carvalho
André Moura e Cunha
Ângela
André Abrantes Amaral
António Balbino Caldeira
António de Almeida
António Figueira
António Godinho Gil
António Manuel Venda
António Paes
António Teixeira
Bruno Sena Martins
Carla Carvalho
Filipa Martins

 

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Todos os nomes

por Maria Inês de Almeida, em 31.12.08

 

 

Os nossos nomes são pólvora.
Juntos, em qualquer ano, têm cor.
Com ou sem a brevidade do tempo.
Cultivarei e caminharei com o teu nome perto de mim.
 
 
 
Feliz 2009 para todos.

 

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Obras públicas até cinco milhões de euros podem ser feitas por ajuste directo

"Nos próximos dois anos, as obras públicas cujo valor não exceda os 5,15 milhões de euros podem ser atribuídas a uma empresa ou consórcio de empresas por ajuste directo, aprovou o Conselho de Ministros" in Público on line


Tudo em prol da educação porque daqui a uns anos, quando se descobrirem as falcatruas cometidas, lá ouvirão os Portugueses - que ainda se confundem com o significado de lenocínio quando escutam notícias do processo Casa Pia - que alguém foi acusado de nepotismo.

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Crisis? What Crisis?

por João Villalobos, em 31.12.08

 

Feliz 2009 e «Better Days» para todos

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Blog da semana

por Teresa Ribeiro, em 31.12.08

Não há fase do ano que combine tão descaradamente os rituais da alegria com a melancolia (que se cola sempre aos balanços e balancetes de vida). Só por isso me parece muito apropriado escolher o Melancómico como blog desta semana. Mas numa visita breve qualquer um poderá constatar que é a substância das prosas assinadas por Nuno Costa Santos e não esta sintonia lexical que justifica o destaque.

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Há um ano foi assim

por Pedro Correia, em 31.12.08

 

 

1. "Sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e a necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores." Palavras de um destacado dirigente sindical? Nada disso: foi uma significativa frase do discurso de Ano Novo do Presidente da República, em 2008. Percebendo, antes de muitos outros, o que viria a passar-se. Sócrates faz mal em subestimar Cavaco Silva - sobretudo em tempos de crise social. Não admira, por isso, que até já Jerónimo de Sousa fale hoje assim.

 

2. Faz agora um ano, escreveram-se as maiores catilinárias sobre a lei que limita o fumo em espaços fechados. Pulido Valente bramou: "A lei limita o direito de propriedade e intromete-se na vida privada de cada um." António Barreto bradou: "O primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra a autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas." Sousa Tavares espadeirou: "Qualquer 'dealer' de drogas duras tem mais credibilidade moral do que o Estado português." Azar de todos eles: a lei gozou desde o primeiro instante de um amplo consenso social. Passado um ano, ninguém a discute. Entre nós, os mais inflamados argumentos esfumam-se com a máxima facilidade.

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2008

por Bruno Pires, em 31.12.08

Figura Internacional - Obama

Figura Nacional - Nélson Évora

Acontecimento Internacional - Libertação de Ingrid Betancourt

Acontecimento Nacional - Contestação dos professores

Frase do Ano (Internacional) - "Afastarei do Governo quem privilegiar interesses pessoais" (José Eduardo dos Santos)

Frase do Ano (Nacional) -"Não pode ser a comunicação social a seleccionar aquilo que transmite" (Manuela Ferreira Leite)

 

 

A eleição do blog e do blogger fica para o ano

 

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É a vida, como diria o outro

por Pedro Correia, em 31.12.08

Manuela Ferreira Leite cada vez mais só: Nuno Morais Sarmento demarca-se dela, Paula Teixeira da Cruz critica-a sem rodeios. Devem ser ambos "apoiantes da candidatura permanente de Pedro Passos Coelho", como gosta de dizer este senhor.

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Contra a mordaça

por Pedro Correia, em 31.12.08

Há sempre alguém que diz não. Também em Cuba.

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Para o Nilton

por João Villalobos, em 30.12.08

Favor ouvir a punchline

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Vende-se T3 na Faixa de Gaza

por Nilton, em 30.12.08

 

Caro Luís Naves, claro que não há comparação possível, mas um povo oprimido deveria ser o último a oprimir.

Correndo o risco de lançar mais confusão, diria que a religião só veio ao mundo para criar guerras. Tudo seria mais simples sem nenhuma delas.

 

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Uma comparação impossível

por Luís Naves, em 30.12.08

 

A situação em Gaza incomoda as consciências, é natural, mas comparar o ataque israelita ao Holocausto não faz qualquer sentido. Este último foi um crime horrendo, sem paralelo, que destruiu comunidades inteiras, milhões de pessoas pacíficas, de todas as idades e profissões, num contexto de barbárie sem nexo. A razão invocada para o crime foi racial, a de purificar a humanidade. Nos últimos 50 anos, não houve sequer palavras para descrever o que aconteceu. É impossível compreender.
 
A crise em Gaza pode ser compreendida. É do domínio do racional, embora nos doa e seja difícil de aceitar.
O Hamas é uma organização fundamentalista islâmica que não aceita reconhecer Israel e que aproveita os ataques israelitas para resolver a sua guerra civil com os palestinianos seculares que aceitam falar com os israelitas.
O ataque não é contra a população civil, mas contra o Hamas.
 
Podemos argumentar que o ataque israelita a Gaza é desproporcionado e dá força aos radicais, que os protagonistas têm interesses políticos. É possível argumentar que o bloqueio a Gaza é injusto para a população.
 
Mas as comparações com o Holocausto são absurdas...   

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Mais um Waterloo (19)

por João Villalobos, em 30.12.08

Se existe data à qual a Ritinha dá verdadeira importância, para além do próprio aniversário, do aniversário do nosso «ajuntamento» e do aniversário de Mandrake o setter doido - o mesmo que me desgraça os sebago sempre que me deixo convencer a passar a noite no T1 da Bicuda - é a do final de ano.  

O lugar para o imbecil ritual de passagem é discutido de antemão durante no mínimo dois meses e o segundo deles é ocupado com a passagem de todo o conteúdo do closet para incontáveis malões, mais propícios a uma descida do Nilo daquelas à antiga com dezenas de quadrúpedes e simpáticos serviçais de dentadura alvar. Viagem essa, diga-se, certamente mais barata do que a suite real no Incosol em Marbella, onde este ano largarei couro e cabelos cada vez mais brancos. 
Minha princesa sem séquito – interroguei-a olhando em volta até onde a vista se estendia - como encaras tu a resolução do carregamento de tudo isto no nosso modesto veículo?
- Nosso, não. Teu! E se me tivesses dado o SLK que te pedi em vez do ridículo Classe A para secretárias anãs, cabia tudo nos dois carros. Vais ter que desistir de levar os tacos de golfe e podes enfiar aquelas malas ali no atrelado em lugar da mota de água.
- Mas, minha rainha despótica e de crueldade infra-humana, essas são as minhas duas únicas fontes de prazer e lazer. Aliás, o pretexto lá em casa para esta escapadinha foi o torneio da empresa.
- Ah queres tornear? Podes tornear-me a mim se não estiveres destreinado. Vais ver que te dará prazer que chegue. Esquece mas é esses teus disparates onanistas. Só emalei o essencial e não deixo cá nem um par de sapatos. Já agora, para que é que precisas de mais do que um fato, se só vamos ficar três dias? Estás à espera de ter alguma reunião ou também fez parte da cenografia?
(…)

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JPP e a Blogosfera

por Tiago Moreira Ramalho, em 30.12.08

Já tinha escrito aqui que não leio o Abrupto, pelo menos não o leio regularmente. Visito a página de José Pacheco Pereira apenas quando alguém me chama a atenção para um texto seu. Foi o caso. O António de Almeida fez uma chamada de atenção para uma análise sobre a Blogosfera feita pelo biógrafo de Álvaro Cunhal, na qual é transmitido ao amigo leitor o desagrado de JPP em relação ao que por aí se escreve, querendo eu dizer com "por aí" "na blogosfera". Ao que parece na blogosfera escreve-se cada vez mais lixo, os jornalistas vieram sujar o belo do pano e é uma missão quase impossível encontrar um bom texto, um bom autor, um bom blogue. Enfim, opiniões. Eu, não sendo jornalista, estou à vontade para dizer que com os jornalistas a blogosfera ganhou e tem ainda imenso a ganhar. Se o senhor PP se julga culto e sabedor das coisas do mundo em que vivemos, também os jornalistas trazem questões para o debate que dificilmente seriam trazidas pela mão de um não jornalista. Falo por exemplo do José Milhazes, mas os exemplos são muitos e passam também pelos nomes desta nobre casa que é o Corta-fitas.

E há ainda que dizer que o tão crítico JPP traz muito pouco à blogosfera. Utiliza o Abrupto como se fosse a Sábado ou o Público: um espaço para dizer apenas o que pensa, quando um blogue não é só isso, é muito mais. Um blogue é importante pela discussão e debate de ideias, coisa a que o senhor JPP não se digna por, pelos vistos, achar que trava um duelo desigual no qual começa com franca vantagem. E, já agora, se os jornalistas trouxeram os males do jornalismo para a blogosfera, o Pacheco Pereira trouxe sem sombra de dúvidas os males da política: o constante contorno das questões que não lhe convêm é apenas uma das evidências disso.

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E o Porto aqui tão perto

por João Villalobos, em 30.12.08

 

Estão abertas as inscrições, na Servartes, para o curso de desenho de figura humana com base em modelos nús.

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Nós por cá

por Ana Garcia Martins, em 30.12.08

Hoje fui ao banco tentar abrir uma conta. Sublinho e reforço o "tentar", porque foi só mesmo isso que fiz: tentei. Apresentei-me de cara alegre e espírito despreocupado. Oh, alma inocente. Abrir uma conta em Portugal é um verdadeiro processo pidesco. Não basta a vontade, menos ainda o dinheiro na mão. É tamanha a lista que uma pessoa perde logo a vontade de se dedicar à poupança. BI ainda vá, percebe-se, cartão de contribuinte também, faz sentido. Mas depois entra-se num sistema abusivo. Venha de lá esse comprovativo de morada, o comprovativo de profissão e entidade patronal, e, já que estamos numa de pedir e convém mesmo atestar a seriedade dos clientes - que isto anda para aí uma gente esquisita, e pelo pecador paga o justo - também não seria má ideia agregar um registo dentário, uma amostra da primeira urina do dia, uma declaração assinada pelos pais na qual conste a primeira palavra proferida e o sabor da primeira papa (sendo que os Nestum Mel passam imediatamente à frente dos Nestum Maçã Canela), o lençol com a mancha da virgindade perdida, no caso das mulheres, e um frasquinho de sémen, no caso dos homens. Assim sim, com todos estes dados na mão o banco está em posição de avaliar se o cliente tem ou não potencial para abrir uma conta, esse acto tão complicado e com tantos perigos implicados. E não vale a pena argumentar com coisas tão inverosímeis como "mas eu já tenho várias contas neste banco... é mesmo preciso isso tudo?", porque a resposta será "pois...não é por nós, é por causa do Banco de Portugal". E também não vale a pena sugerir que enviem uma cópia do processo já existente, porque a resposta será "pois.. levava mais tempo que vir cá trazer os documentos todos... não é por nós, é por causa do Banco de Portugal". E menos ainda vale a pena insinuar que o Banco de Portugal devia era estar preocupado em controlar situações fraudulentas noutros bancos (tipo... BPN... exemplo completamente aleatório), porque a resposta será "pois... não é por nós, é por causa do Banco de Portugal. Mas leve já o papelinho e depois é só trazer tudo preenchido". Tudo muito bem, está certinho. Um porquinho de barro fará o mesmo efeito.

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Olhando para o muro que Israel construiu à volta de gaza, não posso deixar de questionar se tudo o que os Judeus estão a fazer, não será demasiado parecido com o que o Hitler lhes fez? 

E no entretanto, olhando ainda mais para trás na história, pergunto-me: depois deles matarem os Palestinianos todos, com quem irão arranjar nova guerra?

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Mamma Mia

por Maria Inês de Almeida, em 30.12.08

Primeiro parece que é mas, se calhar, não ouvimos bem. Depois parece que ouvimos mamã sempre que chora quando lá pelo meio atira, de forma aflita, com essa palavra. E aí, em seu auxílio, sentimo-nos um super-herói do nosso filho. Depois ouvimo-la com toda a certeza mas só nós é que a ouvimos. Depois não temos a certeza se o som quererá mesmo dizer isso. Depois, há um dia em que alguém também ouve e pergunta: Ele disse mamã? E aí, simplesmente, esboçamos um sorriso de orelha a orelha. Depois já quase todas as manhãs se acorda com o mamã, mamã, mamã. Triplamente mamã. No carro é mamã, mamã, mamã. Na rua é mamã, mamã, mamã. E assim passa mais um dia com o mamã, mamã, mamã entre sorrisos. É a palavra mais poderosa vinda do pequeno JH. A mais encantatória que qualquer mãe pode ouvir.

 

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Last man stand (4)

por Tiago Moreira Ramalho, em 30.12.08

Sobre o discurso do Presidente da República e respectivas reacções, é favor ler os textos de Adolfo Mesquita Nunes, Ferreira de AlmeidaFrancisco José Viegas, João Gonçalves, Paulo Pinto Mascarenhas, Pinho Cardão e Vítor Reis

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