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SNS - porquê tanta revolta? (8)

por Corta-fitas, em 31.01.08

Há utentes do Centro de Saúde de Aljezur que não têm médico de família há 12 anos, porque o que lhes foi atribuído está de baixa há... 12 anos (notícia da SIC).

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Se não puder fumar...

por Cristina Ferreira de Almeida, em 31.01.08

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... vou comer chocolates

por Cristina Ferreira de Almeida, em 31.01.08

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Dois homens, a mesma luta

por Francisco Almeida Leite, em 31.01.08
O "Miguel Abrantes" e o Paulo Gorjão, de repente, decidiram seguir o mesmo caminho. Não os levo a mal. Ao primeiro (ou primeiros), só volto a pedir que faça um pequeno comentário (e minimamente decente) sobre a mini-remodelação. Acrescento ainda, sobre o tema que o "Abrantes" levantou, que, mais uma vez, peca por defeito. Depois da referida peça, já fiz uma outra em que cito o presidente do PSD em on sobre o mesmo tema. Se ele vai ou não realizar o que disse, é com ele e estaremos cá para atestar. Ao segundo, só lhe recomendo que leia com mais atenção o que tenho escrito no jornal. E verá que não tiveram sorte nenhuma. Mas a esse tema voltarei em breve. Meu caro, não perde por esperar.

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Na véspera do 30º dia

por Corta-fitas, em 31.01.08
A equipa do Estação do Calor não descansa. Ou descansa pouco. Os 3 aventureiros continuam a percorrer a estrada, a bordo de um Falcon especialista em pregar surpresas mas que tem resistido a todas as intempéries. Os rapazes estão agora algures na Patagónia Central e uma palavra de incentivo será certamente bem vinda. Visitem-nos e deixem-lhes uma mensagem que eles respondem. (A fotografia ou é do Jordi ou do Guillaume mas, seja de qual deles for, tem direitos reservados)

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Cerca de vinte junto às campas

por Pedro Correia, em 31.01.08
Leio notícia da agência Lusa, difundida às 13.33. Começa assim: "Cerca de vinte pessoas prestaram hoje homenagem aos autores do regicídio, junto às campas onde estão sepultados no cemitério do Alto de São João, em Lisboa." Não sei o que mais me espanta - se a inequívoca adesão popular a esta "homenagem" aos regicidas se a notória dificuldade do autor da notícia em contar até vinte. Mas neste caso, ao menos, existe uma atenuante: os dedos das mãos são apenas dez.

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O pré-natal é quando o homem quer

por Maria Inês de Almeida, em 31.01.08
Muito ouvimos dizer acerca das aulas pré-parto (ou de preparação para o parto) que funcionam como um complemento a todos os livros que podemos ler sobre o assunto. Constato que longe vão os tempos em que as salas destas aulas eram maioritariamente preenchidas só por mães. Os futuros papás agora estão por lá de pedra e cal. Devo confessar que noto uns mais vocacionados que outros. Uns escondem melhor o ar de tédio, conseguem não dormir – na aula sobre a amamentação era ver o marido da frente quase sempre de olhinho fechado –,, uns lidam com mais à vontade ao ouvir falar do corpo da mulher, outros não negam que pegam pela primeira vez num careca de borracha. Não sei o que se passa dentro de outras salas, mas a avaliar pela minha satisfaz-me dois aspectos: o primeiro é que, disfarçando melhor ou pior o “frete” de ter que ir à aula, eles estão lá todos. O segundo aspecto é mais pessoal. Considero que, se houvesse a nomeação do melhor pai das aulas pré-natal, o meu marido seria o eleito. Ele leva caneta, folhas soltas – podia ser um caderninho próprio para o efeito, mas não há problema pois quando pergunto: tens aí os apontamentos das aulas pré-parto, ele logo aponta um “Estão ali!” –, tem dúvidas, quer que eu também as tenha, e aponta tudo o que acha que pode interessar. E quando também eu possa estar desatenta, sussurra ao ouvido: “Ouviste isto? É importante.” Ou ainda: “Não queres perguntar sobre aquela dorzinha que tinhas no outro dia?” Ao que eu, no jeito de um marido envergonhado, respondo: “Não, deixa estar… já passou.” Claro que também oiço: “Já me fizeste comprar isto e não era preciso…”
Teresa, começo a achar que o meu “gato” faz concorrência ao teu ;)

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A melhor década do cinema (38)

por Pedro Correia, em 31.01.08

SHANE
(Shane, 1953)
Realizador: George Stevens
Principais intérpretes: Alan Ladd, Jean Arthur, Van Johnson, Brandon de Wilde, Jack Palance, Ben Johnson
"Um dos poucos westerns que podem reclamar o estatuto de obra de arte." (John Douglas Eames)

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Antologia Corta-Fitas (XIII)

por Pedro Correia, em 31.01.08
Factos ao pequeno-almoço
Nesta viagem oficial à China há muitas oportunidades para convívio. Ontem, ao pequeno-almoço, encontrei o Manuel Pinho. Nós os dois temos muitas conversas sobre temas económicos e julgo que o ministro aprecia os meus conselhos e, não raramente, segue-os. Mas, desta vez, reparei que o Manuel estava preocupado.
“Ó Pinho, o que se passa?”, perguntei.
“Tu nem imaginas a minha vida, Zé Nero”, disse ele, visivelmente abalado. “Tenho esta manhã uma conferência e preciso de convencer os chineses a investirem em Portugal, o que não é nada fácil. Não sei se lhes fale do choque tecnológico, se lhes diga que, depois de pôr todas as crianças a falar inglês, vamos pô-las a falar chinês... O MIT? O Sr. Bill Gates?”
“Dá-lhes factos. Os chineses gostam de factos”, atalhei. “Diz-lhes, por exemplo, que temos salários baixos. Com isso, atrais o investimento e ao mesmo tempo promoves a contenção salarial e, consequentemente, da espiral inflacionária nos restaurantes chineses e nas lojas dos 300”.
Dei-lhe o exemplo do meu amigo Ling Ling Qi, que tem um restaurante chinês ao pé de minha casa. Um dia ele disse-me: ‘Zé Nelo, os poltugueses têm salálios de chinês e tlabalham como chinês’. Acho que foi muito acertado. Trabalhamos como chineses e temos salários de chinês, portanto, somos competitivos, à nossa maneira, e não deve ser difícil para um empresário chinês instalar-se lá na nossa terra”.
Vi um brilho surgir nos olhos do ministro, mas rapidamente uma sombra perpassou pelo seu nobre semblante. “Mas não achas que o PS pode criticar? Afinal, ainda somos de esquerda... Da esquerda moderna, mas de esquerda...”
Peguei de imediato no telemóvel e liguei para o Largo do Rato. Atendeu o Vitalino, a quem expliquei a ideia. “Não há dúvida que é um facto”, respondeu. Desliguei e comuniquei ao Pinho a resposta. Fora os sindicatos, a oposição, os jornalistas do costume e alguns clientes habituais do Fórum TSF, toda a gente entenderia o que ele queria dizer.
Ao ouvir isto, o Manuel Pinho ficou muito contente. Parecia que lhe tinha tirado um grande peso de cima dos ombros. Devorou o resto do pequeno-almoço e falou todo o tempo, com extrema alegria. O resto é História. Hoje, toda a gente conhece as vantagens competitivas que temos a oferecer. Quer na China quer em Portugal quer, espero bem, vários empresários que estavam a preparar-se para deslocalizar as suas empresas para o Sri Lanka e para o Uganda. Valeu mais do que não sei quantas campanhas do ICEP a falar da convergência estratégica entre Belém e São Bento.

José Nero Fontão, 1 de Fevereiro de 2007

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Future Asked Questions, dizem eles

por Corta-fitas, em 31.01.08
Quando se juntam designers e uma garrafa de Gin, saem coisas destas.

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Por qué no te callas? (8)

por Pedro Correia, em 31.01.08
"Isto vive da confiança e dos resultados."
José Sócrates, ontem, em Lisboa

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Por supuesto

por Corta-fitas, em 31.01.08
O Jornal de Negócios noticia hoje que o BCP «está a perder mais de 220 milhões» com a sua participação de 9,9% no BPI. O La Caixa, por seu lado, tem 25% do capital do banco. Em Espanha, as notícias centraram-se apenas na distribuição de dividendos e no encaixe recente de 35,5M€. Mas quanto representam, contas feitas à data, as menos-valias potenciais para o La Caixa? Uns 500 milhões, mais tostão menos tostão?
Na altura da recusa dos accionistas de referência à OPA de Paulo Teixeira Pinto, a oferta era de 7€ por acção. Hoje, a cotação do BPI está a 3,43€. Menos de metade. Para mais, Fernando Ulrich antevê um «ano difícil» e apalpa terreno para um aumento de capital. Do outro lado da fronteira devem estar a pensar: «De Portugal, nem bons ventos nem bons casamentos».

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Se de um lado chove, do outro troveja

por Corta-fitas, em 31.01.08
Recordo-vos que logo à noite, pelas 21.00h na Lusíada, LPM e JPP vão explicar-nos como lidar com os lobbies, moderados pelo nosso Pedro Correia. Precisamente à mesma hora, Judite de Sousa entrevista Marinho e Pinto (ou é só «Marinho Pinto»? Agradecia que os jornalistas se decidissem sobre o nome exacto do senhor). Prevê-se uma noite com maior número de soundbytes do que os exemplares vendidos da FHM com a Luciana Abreu.

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A alta governamental

por Corta-fitas, em 31.01.08
No Governo do sr. Sócrates os ministros não são removidos. Têm "Alta". Porque, de alguma maneira, estiveram retidos numa unidade de terapia imune ao abominável som da rua. Aquele que fazem os eleitores e contribuintes e que tanto irrita o sr. Vital Moreira no alto da sua cátedra. Se não fosse o som da rua, governar era um idílio, uma espécie de spa. Correia de Campos e Isabel Pires de Lima tiveram alta, depois de uma terapia liderada pelo sr. Sócrates. Novos candidatos a uma posterior alta entraram já nos serviços. Por enquanto estão livres de contaminações da rua e vão direitos para o divã, onde se espera que o primeiro-ministro lhes explique psicanaliticamente a aplicação de um princípio quase freudiano da política: em caso de culpa, o culpado é o ministro e não o primeiro-ministro, apesar deste definir a política que os seus “colaboradores” executam com denodo. Às vezes, depois desta remodelação só apetece pedir: quando é que o sr. Sócrates tem "alta"?

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Regicídio - Em abono da verdade

por João Távora, em 31.01.08
Foi ontem apresentado no Palácio da Independência, ao Rossio, o Dossier Regicídio – O Processo Desaparecido, um trabalho de dois anos de investigação coordenado por Mendo Castro Henriques e com a colaboração de Maria João Medeiros, João Mendes Rosa, Jaime Regalado e Luiz Alberto Moniz Bandeira. O livro, com 348 páginas e 400 ilustrações, resulta de dois anos de investigação que tratou cerca de 1.500 documentos, alguns inéditos, 400 artigos e opúsculos, 60 livros, de arquivos públicos e particulares.
Na falta do processo instaurado na época pelo juízo de instrução criminal e convenientemente sumido depois do cinco de Outubro algures no gabinete de Afonso Costa, a obra centra-se na documentação possível dos factos ocorridos na trágica data, obviamente sem que se possam assacar conclusões cabais.
Sobre o assunto, o Juiz Desembargador Rui Rangel, a quem coube a apresentação da obra, salientou a fatídica tradição nacional da incapacidade da instituição judicial portuguesa em evitar a interferência dos poderes políticos. Como exemplo, o orador referiu, além do regicídio de 1908, o assassinato de Humberto Delgado e o caso Camarate.
Uma obra a não perder, em abono da verdade.

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Votaria no centrão

por Corta-fitas, em 31.01.08
Como o definiria politicamente? Difícil. Ele nunca me fala desses assuntos, mas a avaliar pela indiferença com que segue o noticiário politico-partidário diria que é um outsider.
Se votasse suponho que seria no centrão. Mais pelas afinidades que eu noto entre ele e alguns líderes dessa área, do que por questões de ordem programática. É que reconheço no seu porte alguma arrogância socrática e tal como Cavaco também não lê jornais, nunca se engana e raramente tem dúvidas.

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Há 60 anos, assassinaram Mohandas K. Gandhi

por Corta-fitas, em 30.01.08
«I suggest that we are thieves in a way. If I take anything that I do not need for my own immediate use and keep it, I thieve it from somebody else. It is the fundamental law of Nature, without exception, that Nature produces enough for our wants from day today, and if only everybody took enough for himself and nothing more,there would be no pauperism in this world, there would be no man dying of starvation». M. K. Gandhi

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Antologia Corta-Fitas (XII)

por Pedro Correia, em 30.01.08
«Mila kuda su plania» ou «Mila kura si planina»?

Consta que a derrota da Inglaterra frente à Croácia na passada quarta-feira não foi marcada apenas pelo afastamento dos ingleses do Euro-2008. O momento alto da festa (croata) foi mesmo uma interpretação algo original do seu hino. Esta originalidade pode ter escapado à maioria dos 80 mil espectadores do estádio de Wembley, visto serem ingleses, mas não deixou de suscitar dúvidas aos adeptos croatas: “O que foi que ele disse?”, terão perguntado. É que Tony Henry, cantor de ópera britânico, ao invés de ter dito «Mila kuda su plania», que quer dizer «sabes querida como gostamos das tuas montanhas», entoou «Mila kura si planina», que significa «minha querida, o meu pénis é uma montanha». Mas parece que os croatas atribuem a vitória sobre a selecção inglesa a esse episódio – que terá, porventura, relaxado os jogadores – e, assim, como em equipa que ganha não se mexe, convidaram-no já para entoar o hino nacional por alturas do Europeu. Pelos vistos, a língua croata é, também, muito traiçoeira…

Maria Inês de Almeida, 25 de Novembro de 2007

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O auto-retrato

por Francisco Almeida Leite, em 30.01.08
Para quem ainda não o conhecia ou não via com assiduidade os seus excelentes comentários na SIC-Notícias (agora, infelizmente, transferiram-se para a TV Net), está disponível na blogosfera o auto-retrato de Paulo Gorjão. Em pose séria e com a arma do crime ao fundo (o teclado assassino), Gorjão está no seu melhor. Gostei de o rever, meu caro. E fique sabendo que não estou impedido de comentar nada, nem o PSD (desde Setembro, como você ironiza), nem o seu auto-retrato.
P. S. - Peço desculpa por ilustrar este meu humilde post com um outro auto-retrato, de certo menos ilustre que o supracitado...

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Remodelação? Não houve...

por Francisco Almeida Leite, em 30.01.08
Este blogue de marretas, como diz um amigo meu, passa completamente ao lado da mini-remodelação de José Sócrates. Também seria pedir muito a um grupo de spinners a soldo do Governo. Eles não escrevem porque o chefe não deixa. Ou então os sub-chefes têm guia de marcha daqui a pouco tempo e o mais vale é ficar quieto. Ficam caladinhos sobre o assunto do dia e depois inventam umas trapalhadas que só comprovam que não percebem mesmo nada disto tudo. Eu a defender quem? Eu não defendo ninguém, só faço jornalismo. E no caso que relatam, pecam por defeito. Dei notícias nos últimos dias sobre os vários players em jogo. Mas ao tal do "Miguel Abrantes" basta-lhe ler uma, se possível a última, e inventar uma série de disparates.
Vá lá, ó "Abrantes" escreva qualquer coisinha sobre os dois ministros que foram despachados. Estamos todos em pulgas para saber a sua opinião isenta, em mais um brilhante post escrito a quatro ou a seis mãos.

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