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Cinema Nostalgia (1)

por Pedro Correia, em 31.07.07
Comecei a ver cinema muito cedo. Era ainda um garoto, leitor assíduo de revistas de banda desenhada, quando me deixei seduzir pelo ecrã mágico de onde irrompiam heróis de todo o género, emanados do mundo dos adultos. Fixei para sempre um sorriso de Fernandel, um silêncio de John Wayne, um trinado de Marisol, uma expressão dura de Bogart, um esgar trocista de Belmondo, Errol Flynn conquistando as matinés e o coração de Olivia de Havilland em As Aventuras de Robin dos Bosques. E as pernas de Silvana Mangano, os olhos de Michèlle Morgan, o rosto magoado de Ingrid Bergman à beira de um vulcão a preto-e-branco em Stromboli. Puto de calções, largava as brincadeiras da bola ou do berlinde para me pôr defronte da pantalha, quando a RTP oferecia bom cinema aos espectadores, e lá ficava, de olhos arregalados, mergulhado no fascínio da Sétima Arte oferecida ao domicílio da geração privilegiada de que fiz parte. São imagens que me ficarão gravadas para sempre: o inquietante sobrolho de Gregory Peck no Caso Paradine, o trenó em chamas de Citizen Kane, Gene Kelly dançando à chuva, um grão de areia no olho de Celia Johnson, a radiosa Audrey Hepburn andando de lambretta nos dédalos de Roma.
Filmes de Verão, com Johnnny Weissmuller, Totó e Fred Astaire. Filmes de Inverno, com Giulietta Masina, Henry Fonda e Marlene Dietrich. Títulos perdidos na memória dos tempos mas recordados à simples evocação de uma cena imortal: Shirley Temple fazendo sapateado, Vasco Santana falando a uma girafa, Grace Kelly beijada por Cary Grant, Alice Faye cantando “With a Song in my Heart”, Alida Valli caminhando ao som da cítara vienense de Anton Karas.
Tardes de cinema, noites de cinema. O mundo que se movia à velocidade de 24 imagens por segundo.
....................................................
Na imagem: Silvana Mangano, em Arroz Amargo (Riso Amaro, 1949)

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Gostei de ler

por Pedro Correia, em 31.07.07
A balda. Do Jorge Ferreira, no Tomar Partido.
A procissão da poncha. De Filipe Tourais, n'O País do Burro.
Território ocupado. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Sinais? Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.
Cuba. De Tomás Barbosa Ribeiro, no Kontratempos.
A bandeira cubana chegou ao pódio. Sozinha. De Cristina Vieira, na Contra Capa.
A tese. De Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
A sondagem. De António Oliveira, na Estrada Poeirenta.
Vamos andar de comboio! Da Cristina Silva, na Geração Rasca.

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Se aquilo não é populismo...

por Pedro Correia, em 31.07.07
Acho espantoso que os sociais-democratas que se demarcam de Luís Filipe Menezes por este estar supostamente inoculado com o vírus do "populismo" tenham aplaudido a lamentável colagem de Marques Mendes a Jardim no Chão da Lagoa. Populismo mais desbragado e rasteiro não há. Tem toda a razão Paulo Baldaia quando escreve hoje no Jornal de Notícias: "Para os barões do PSD, o populista é Menezes, mas o autarca de Gaia anda bastante mais responsável que Mendes na forma de fazer política."

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Os melhores cineastas estão a deixar-nos

por Pedro Correia, em 31.07.07

Monica Vitti, a musa de Michelangelo Antonioni (1912-2007)

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Coisas que nunca me passaram pela cabeça

por Corta-fitas, em 31.07.07
Apanhei esta frase do Arnaldo Jabor nas piores condições: estava na praia, descontraída, sem a menor intenção de desatar para ali a pensar. Resultado... fiquei meio bloqueada, sem conseguir decidir se ele terá mesmo razão. Agora que tanto se fala de direita e esquerda, só faltava mais esta para animar a discussão. Ora tomem nota:
"Actualmente sexo é de direita. Amor é de esquerda. Nos anos 60 era o contrário", Arnaldo Jabor, in "Amor é Prosa, Sexo é Poesia"
Será??

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A esquina do Rio

por Francisco Almeida Leite, em 31.07.07
"Um partido como o PSD tem de dar sinais de que preserva a estabilidade e não anda a mudar de líder a cada esquina". O autor da frase é Rui Rio, que hoje almoçou com Marques Mendes, no Porto, e revelou-se um feroz apoiante do actual líder social-democrata. Há menos de um mês, como se sabe, Rio andou a ser pressionado por barrosistas destacados (como José Luís Arnaut, Nuno Morais Sarmento e Miguel Relvas) para assumir a ruptura, protagonizando uma "terceira via" alternativa a Luís Marques Mendes e a Luís Filipe Menezes. Ainda pensou no assunto, sabendo que tinha também o apoio do sector cavaquista do partido, só que acabou por passar a bola a José Pedro Aguiar-Branco, com quem almoçou e jantou tentando convencê-lo a avançar para as directas. Aguiar-Branco, que acalenta a ambição de se tornar numa espécie de novo Sá Carneiro - em comum só terão o facto de serem ambos naturais do Porto, advogados, de boas famílias e com alguns cabelos brancos, pois o malogrado primeiro-ministro está a anos-luz de tudo o que há neste PSD -, anda pensou no assunto, mas desistiu por alegada falta de apoios (a verdade é que foi aconselhado a não avançar porque dividia o mendismo e daria a vitória a Menezes). Veremos se no pós-eleições de 2009, que está já aí ao virar da esquina, Rui Rio também irá achar, como disse hoje, que o PSD só teve vitórias, à excepção de Lisboa, considerada uma "eleição atípica". Em 2009, o excelente argumento que agora usou (e com o qual concordo e que na prática o diferencia de muitos no partido), de que não poderia deixar a meio o mandato na Câmara do Porto, já não existe. Nessa altura, Rui Rio é livre que nem um passarinho, pois as autárquicas irão coincidir com as legislativas.

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Mais dez motivos para gostar de Portugal (X)

por Pedro Correia, em 31.07.07

SETE CIDADES.

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A paixão messiânica do PSD

por Cristina Ferreira de Almeida, em 31.07.07
Caro Duarte Calvão,

O seu último texto e os comentários que suscitou deixaram-me apreensiva. Haverá razões para tanto desânimo? Eu acho que não. O PSD sempre teve uma paixão pelo messianismo, encantadora mas pouco eficaz. Talvez seja a marca de Sá Carneiro. Cavaco Silva, com o mito inaugural de ter ido ao congresso da Figueira da Foz fazer a rodagem do Citroen, alimenta esse romantismo. Calhou-lhe ter o carisma e a oportunidade, mas isso nem sempre acontece. Veja-se o caso de Santana Lopes, que teve os dois, mas não ao mesmo tempo.
Fora das épocas de graça, são os aparelhos que sustentam os partidos de poder. Não percebo, por isso, esse horror ao aparelho. Cavaco Silva, por exemplo, nunca rompeu com o aparelho, e há mesmo quem diga que, por tê-lo deixado crescer demais, acabou devorado, no último mandato. A Sócrates, o poder caiu nas mãos, quase sem lhe dar tempo de se desgastar a conduzir um partido na oposição. Algumas figuras do PSD tentaram construir uma aura messiânica, mas nunca chegam à oportunidade. Recordo António Borges que, a certa altura, até foi notícia de primeira página no Expresso pelo voo que nunca chegou a apanhar no 11 de Setembro...
Os aparelhos fazem falta para as travessias do deserto. Descanse que, quando o PSD voltar a ser governo - e isso vai acontecer, é fatal - os bons vão aparecer. Até lá, o melhor líder é o que existe - qualquer que seja - mais do que os que optaram por ficar no sofá. Há outra forma?

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Sócrates como Cavaco vinte anos depois

por Pedro Correia, em 30.07.07

José Sócrates está a produzir hoje na política portuguesa um efeito simétrico ao que Cavaco Silva conseguiu há duas décadas. Na década de 80, ao irromper surpreendentemente na cena política com um discurso que transcendia largamente as fronteiras do seu partido, Cavaco cativou a esquerda com um êxito sem precedentes na história do PSD. O seu domínio das finanças públicas, a sua imagem austera, o seu vocabulário expurgado de qualquer vestígio de “politiquês”, a sua preocupação com questões sociais secaram a esquerda, então caracterizada por uma evidente ineficácia e pela mais estéril retórica. Na altura, não faltaram até transferências directas de voto do PCP para o PSD. Vinte anos volvidos, Sócrates produz o efeito contrário: o seu estilo sóbrio, as suas aparições esparsas, a sua imagem de “decisor” e a autoridade que cultiva como imagem de marca seduzem crescentes sectores da direita, tornando inútil o palavreado de oposição formal que emana dos estados-maiores do PSD e do CDS. Com Cavaco no poder, a esquerda teve os piores resultados eleitorais de sempre. Agora, com Sócrates, a direita afunda-se num abismo. Entre as personalidades que Sócrates tem conseguido seduzir incluem-se tradicionais figuras da direita portuguesa, como Freitas do Amaral, Basílio Horta, José Miguel Júdice e Maria José Nogueira Pinto. Duas décadas, o mesmo efeito. E agora a necessidade, à direita, de repensar tudo. Como a esquerda teve que se adaptar à década cavaquista que mudou drasticamente a política portuguesa.

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Que brasa

por Francisco Almeida Leite, em 30.07.07
Com um calor destes, só apetece um vodka-martini junto ao mar ou à beira da piscina. Se for à sombra, tanto melhor. Shaken, not stirred...

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Férias I

por João Távora, em 30.07.07
Férias é largar a quadricula dos rituais utilitários,
E improvisar novas rotinas.
Férias é gradualmente desregular os horários.
E ficar na praia até às nove da noite.
Férias é preguiçar longamente a ler o jornal...
até o obituário se encher de areia.
Férias é jogar à rabia na maré vazia...
Até estourar humilhado pela rapaziada nova.
Férias é dar lastro às crianças,
... e a chave de casa aos mais velhos.
Férias é tempo de conhecê-las melhor.

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Na hora da morte de Ingmar Bergman

por Pedro Correia, em 30.07.07

A minha cena favorita do filme dele de que mais gosto: O Sétimo Selo (1957). Inesquecível partida de xadrez entre o cavaleiro e a morte que mudou para sempre a face do cinema, eterno jogo entre a luz e as trevas.

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Ao nível do Chão

por Francisco Almeida Leite, em 30.07.07
Luís Marques Mendes lá foi ontem à festa do Chão da Lagoa, na Madeira, e apareceu no palco juntinho ao presidente do Governo Regional da Madeira, enquanto este disparava contra Sócrates e lançava avisos ao Presidente da República: "Senhor PR tenha atenção ao que é uma obsessão doentia com a Madeira", soltou Alberto João Jardim. Depois de não ter sido convidado nos dois anos anteriores, Mendes surgiu todo satisfeito e soltou frases como esta, reproduzida na SIC Notícias: "É melhor do que eu imaginava. Era o que faltava no meu currículo". Partindo do princípio de que até possa ter sido sincero, não percebo o esforço que Mendes fez para não aparecer a beber cervejinhas geladas, como Alberto João. Nem percebo como é que, com uma temperatura a rondar os 40 graus, apareceu de calças azuis escuras vincadas e uma camisa apertada até ao último botão. Deve ter sido para dar um ar mais credível, ali ao lado de Jardim, de pólo preto, Swatch cor-de-laranja e um chapéu de palha na cabeça. Mas já percebo que Mendes tenha chamado "o nosso grande líder" a Jardim. Um é grande, o outro....

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Estado de espírito do treinador do Benfica

por Pedro Correia, em 30.07.07

"Perder Simão seria um pesadelo horrível."
Fernando Santos (20 de Julho de 2007)

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Leituras de Verão: "Silly post"

por M. Isabel Goulão, em 30.07.07
Fotograf.
Sobre as leituras de Verão já se escreveu de tudo em revistas, jornais, blogs e papel de gelados. Listas de policiais, romances e livros de palavras cruzadas têm sido temas recorrentes a partir da altura em que deixa de haver assunto. Porém, desde que me encontro a banhos, há um outro assunto sobre o qual me tenho debruçado, sentado e mesmo deitado: qual a melhor posição para ler na praia?
Uma vista de olhos ao areal leva-me a concluir que existem diversas modalidades de leitura, sendo de considerar a logística que cada banhista/leitor se dispõe a movimentar. À excepção da leitura de jornais em geral, estamos perante um cenário algo penoso, com as folhas a fugir por entre as mãos e as letras a dançar ao sabor do vento. Fechemos pois o jornal e tentemos ler um livro.
Pelas minhas contas e pelas dores nas costas, ler um capítulo inteiro sentados na toalha de praia em cima da areia já é obra. A páginas tantas, vemo-nos forçados a fechar o livro e a esticar a coluna.
Por outro lado, basta uma breve experiência com cadeiras de praia para rapidamente se poder concluir que ler exige costas direitas e apoio de braços. Cadeiras baixas são uma boa alternativa, mas, sinceramente, prefiro as altas. Desde que não seja eu a carregá-las, claro.

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Há, mas ainda são verdes

por Francisco Almeida Leite, em 30.07.07
No sábado estive em Alvalade, para assistir ao jogo de apresentação do Sporting (1-1 com o Recreativo de Huelva) e pude constatar alguns dos meus receios quanto ao plantel para esta época. Acho que a equipa está desligada e, sobretudo, faltam laterais e extremos. Não deu para ver se a saída de Ricardo foi bem preenchida por Stojkovic, que apesar de tudo me parece que vá ser a escolha óbvia para titular. A dupla de centrais vai ter que ser Polga e Tonel (que, pasme-se, foi capitão na segunda parte) e nas laterais tivemos Ronny muito inseguro e um Pereirinha inadaptado ao lugar. No meio, ficamos bem servidos com Moutinho e Miguel Veloso. Gostei de rever Romagnoli e achei que Simon Vukcevic mostrou óptimo futebol, ao contrário de Ismailov. Na frente, Derlei não pode fazer dupla com o levezinho. Sempre quero ver quem é que vai servir o Liedson, com a ida de Nani para o Manchester United. Djaló terá que ser sempre titular.

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Mais dez motivos para gostar de Portugal (IX)

por Pedro Correia, em 30.07.07

CURRAL DAS FREIRAS.

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Usando o corta-fitas como janela

por Cristina Ferreira de Almeida, em 30.07.07

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O pior cego é aquele que não quer ver

por Duarte Calvão, em 29.07.07
Confirmando-se que só Mendes e Menezes se candidatam à liderança do meu partido, é mais do que provável que não vote em nenhum. Depois da eleição, vou esperar mais um pouco para saber o que o líder eleito tem para dizer e ver que pessoas o acompanham. Mas não acredito que haja alguma coisa que me surpreenda positivamente. Talvez espere por Rui Rio, ou alguém dessa categoria, para 2009. Talvez não. Talvez ache que o PSD já não tem salvação, com o vazio de poder causado pela elite do partido, paralisada em tacticismos e comodismos. Um vazio de poder ocupado por um tipo de gente do aparelho de que só quero distância.
Mesmo que Mendes ou Menezes viessem a ganhar em 2009, que tipo de gente levariam para o governo? Acham que essa gente do aparelho não cobra a factura quando chega a hora? Acham que podem aliar-se a eles sem perder a alma? Se pensam assim, não aprenderam nada com o que se passou em Lisboa, e não vale a pena apostar em ingénuos ou cínicos.
Perante este cenário, fico pasmado em ver como a ideia de um novo partido no espaço não-socialista é condenada logo à partida. Quem faz comparações com o PRD ou a Nova Democracia não percebe nada do que se está a passar nesse espaço. É claro que um novo partido nunca poderia ser unipessoal, servindo apenas às ambições políticas de um líder incontestado. Nem Santana Lopes, nem Portas, ganhariam nada se apostassem num partido assim. Mas porque não um novo partido formado por gente que já não aguenta o aparelhismo que tomou conta do PSD, que fizesse uma clara ruptura com as más práticas e os programas indistintos que vigoram na chamada "direita"? Com gente de valor que está congelada nos partidos de "direita"? Estamos condenados a um eterno sistema partidário que, como se viu nas eleições de Lisboa, já pouco ou nada diz a muitos eleitores?
Pacheco Pereira, por quem tenho uma enorme admiração, espanta-me agora. Depois de ter descrito magistralmente o estado a que o PSD chegou, é o primeiro a dizer que não há espaço para um novo partido. Ele e outros por quem tenho apreço que digam onde pode haver esperança de uma regeneração do PSD e prometo que vou ouvi-los com toda a atenção. Não gostaria de deixar o partido de que sou militante. Mas, para já, parece-me melhor começar a pensar em alternativas. Ou então desistir de vez.

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Lopes da Costa

por Cristina Ferreira de Almeida, em 29.07.07
Sobre a trapalhice do pagamento de quotas aos militantes, queixa-se a senhora no DN de hoje: - "O PSD fez-me cair numa esparrela". Não ponho em causa, há partidos capazes de tudo, mas acho que o mais difícil para o PSD foi ter que, primeiro que tudo, inventar a senhora.

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Corta-fitas

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