Terça-feira, 4 de Março de 2008
A quimera
Ainda a respeito da inaudita iniciativa de Rui Marques, o MEP: é extraordinária a atracção que o centro, qual abismo, exerce na politica. É como o mito do pote de ouro escondido na extremidade do arco-íris. Por diminuto que seja o espaço de demarcação, haverá sempre mais um ponto que estabeleça o centro entre dois elementos... Só que às tantas, o problema deixa de ser de mera geometria, e torna-se ambiental: a sua atmosfera, degradada pelos interesses instalados, está poluída e o ar rarefeito. A vida e a esperança aí já não medram.
De Anónimo a 4 de Março de 2008 às 10:40
A mim pareceu-me um óbvio nado-morto. Quem começa por dizer que quer situar-se entre PS e PSD, sabe-se lá se rezando para arranjar (e csabe-se lá quando) uns votinhos que cheguem para uma coligação, não faz cá falta nenhuma.
De Anónimo a 4 de Março de 2008 às 11:28
Ainda se a coisa se chamasse Fé, Esperança e Caridade Portugal...
De Adivinho de Trazer por Casa a 4 de Março de 2008 às 12:12
Eu, que não sou um misto de Zandinga e Gabriel Alves, tenho no entanto a capacidade de adivinhar um grande futuro para um partido: a ABSTENÇÃO PORTUGAL.
De Antonio Lamas a 4 de Março de 2008 às 16:12
Bom nome para o novo partido: O ENTALADINHO como lhe chama o Blasfémias
De J.C. a 5 de Março de 2008 às 13:07
Com efeito, «é como o mito do pote de ouro escondido na extremidade do arco-íris»: mesmo que se acredite, nunca se sabe de que lado é que ele está...
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