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Arreeiro!

por Vasco M. Rosa, em 02.09.15

areeiro.jpg

 

Já agora, falemos da rotunda do Arreeiro, dominada por um monumento a Francisco Sá Carneiro, um político de relevo de Portugal, morto em condições ainda controversas.

Uma galeria fotográfica mostraria o que ali foi feito ou não foi feito pela CML, o estado actual de imundície, que rivaliza em abjeccionismo com o mais distante subúrbio recôndito e abandonado, embora aquela praça seja de primeiro impacto para quem chegue a Lisboa pelo aeroporto. Não percebem isso?!!!!

Bastaria um mínimo de atenção, um módico de dignidade, para que aquele lugar fosse limpo, melhorado e aperfeiçoado à circulação rodoviária de milhares de passantes diários que não podem entender nem aceitar o absoluto desprezo de política urbana sensata e trabalho efectivo que aquilo testemunha. É feio!!!

Seria duma gravidade insana que esse abandono fosse uma punição política a uma figura dominante há esquecidas décadas do sector político adverso à situação na cidade actual. Sejamos uma comunidade de diferentes, que se aceitam e dialogam. Mas que não se desprezam! Isso já não seria democracia, pois não?

 

Imagem de Público 2014

 

 

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Quem acudirá?

por Vasco M. Rosa, em 02.09.15

Incomodam há tantos meses (mais de um ano, talvez!) que fica-se com a ideia de que obras realmente complexas precisariam de décadas para se concluírem. Em Lisboa, habituámo-nos?!...

É esse o triunfo de confiança e obra bem feita que fez António Costa decidir galgar um degrau de ambição política? Não conseguiu ele encontrar já nada que precise de ser feito em Lisboa, e por isso, insatisfeito com uma obra concluída, polida e embrulhada à qual já não conseguiria acrescentar, que ele decidiu tentar exercer os seus especiais dotes ao nível nacional (e internacional, representando o país...?).

Não parece!

No domingo, os cem metros de asfalto incompleto em São Sebastião da Pedreira estavam como hoje, quarta, os encontrei — com a especial diferença de que a ciclovia usada por centenas de milhar de lisboetas (é vê-los passar aos magotes...!) estar pronta a circular, mas a via para carros estar limitada e— sobretudo — ainda desactivada a paragem da Carris, deslocada para trinta metros adiante, sem banco e sem aviso adequado...

E queria ele organizar o transporte público na cidade!... 

Os cartazes são os cartazes, as cartas são as cartas, mas nada suplanta a vida real e o que é tão mal feito. Parece mesmo de propósito, mas não é.

Mas se for maior e real, quem nos acudirá? Pensar nisso!

 

IMG-20150902-00547.jpg

 

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Quem não tem vergonha na cara é dono do mundo:

por Vasco Lobo Xavier, em 01.09.15

 

PS, PCP e BE estão ufanos pelo facto de a venda do Novo Banco poder causar prejuízo aos contribuintes (o que ainda não é facto). Acontece que PCP e Bloco, se mandassem, tinham nacionalizado o Banco, como sempre defenderam, e o PS, quando mandava, em situação (algo) semelhante nacionalizou o BPN. Quer a situação hipotética da extrema-esquerda, quer a real do PS, ambas com prejuízos bem maiores para os contribuintes. O que não os impede de comentar, claro.

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Banha da cobra:

por Vasco Lobo Xavier, em 01.09.15

António Costa, de cada vez que abre a boca, está a transformar-se a si próprio numa anedota. Prometeu agora o subsídio de Natal em Novembro, e não em duodécimos. Seria muito bonito se alterasse também os escalões de irs e a sobretaxa. É que de outra forma o orçamento mensal das pessoas ficará naturalmente reduzido, provavelmente impedindo-as de fazer face às despesas mensais.

É inconcebível que a comunicação social não o interrogue sobre coisa tão simples mas ela lá saberá por que paga aos repórteres que envia para estes fabulosos comunicados.

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Algo está podre no reino da venda do Novo Banco. Desde o início do ano que o Novo Banco está em processo de venda. Em todos os comunicados era omitido os nomes dos candidatos. Mas em surdina saía das entidades oficiais os nomes dos candidatos Anbang; Apollo e Fosun. Em nenhum comunidado o Banco de Portugal diz os nomes dos interessados. O que se sabe, sabe-se por conversas não oficiais com os protagonistas.

O que era a verdade até ontem era isto:

Anbang deu uma proposta muito mais alta, cerca de 3,5 bi. Mas exigiu garantias estatais sobre imparidades futuras de créditos do Novo Banco. A Fosun, deu o preço mais baixo. Cerca de 1,5 bi, porque a Fosun não queria competir com a Anbang, seus conterrâneos. Havia até a intenção de sair da corrida, por desinteresse, "porque aquilo não vale".Mas as propostas vinculativas eram válidas até fim de Outubro.

Sabia-se que a Apollo deu a segunda proposta mais alta.

O comunicado do Banco de Portugal assumia que  havia numa segunda proposta e uma terceira e que se falhassem as negociações com o primeiro avançavam para o segundo. As propostas mais altas eram a da Anbang, Apollo, Fosun, todos assumiam isto. Todos mesmo. 

O Banco de Portugal comunica hoje que as negociações falharam com o primeiro candidato e que avançam os segundos candidatos. Ora todos olharam para a Apollo. Mas pelo que parece, os chineses perder ainda vá, para os norte-americanos é que não. 

Hoje de manhã começa a surgir o rumor que talvez a segunda melhor proposta fosse a da Fosun. De repente a Fosun é quem tinha a segunda melhor proposta. A Fosun que tinha dito que a sua aposta era a saúde e a felicidade, começa a dizer à Reuters que continua empenhada no Novo Banco. 

De repente salta para a ribalta: a Fosun tem a segunda melhor proposta e foi convidada para as negociações. O Banco de Portugal não diz isso em comunicado. Mas isso não quer dizer nada. Porque a notícia é oficiosamente confirmada.

Mas as outras notícias também eram oficiosamente confirmadas.  

Agora é legítimo perguntar: será que o Banco de Portugal esteve em negociações com a Anbang? É que nunca disse em nenhum comunicado oficial que era a Anbang. Na verdade nem nunca disse em nenhum comunicado que os interessados eram a Apollo e a Fosun. Na verdade nunca disse que a Anbang tinha a melhor proposta. Como sabemos que foi assim? Pelas mesmas fontes que nos disseram que a Apollo tinha a segunda melhor proposta.

O que levou ao engano? Um engano que foi dos jornalistas mas também dos próprios candidatos.

É que cada um dos candidatos recebeu uma carta a dizer quem passava à IV fase das negociações e a dizer que a escolha tinha por base um ranking de valores. 

Não disse mais nada na carta. Mas a esta carta era junto um anexo. Nesse anexo havia uma lista dos nomes e cada destinatário tinha o seu nome nessa lista. Os outros, ou o outro que não passou num primeiro momento à quarta fase, aparecia ocultado, estando no seu lugar uns pontinhos.

 Em primeiro lugar aparecia a Anbang, e depois vinha a Apollo (no caso do anexo da carta à Apollo), e o outro que aparecia com três pontinhos. Obviamente a Fosun. Na carta à Fosun a mesma coisa, havia a Anbang, e depois uns pontinhos e por fim Fosun. Todos pensaram que era um ranking. Todos assumiram que aquele era o ranking.

Mas o Banco de Portugal, diz-se nos bastidores, fez aquela lista com base numa "Ordem Alfabética"!!!! Inacreditável? Claro. Acredito mesmo. 

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Os ouvidos também comem

por João Távora, em 01.09.15

Peter Gabriel Half-Speed Vinyl Remasters from Real World on Vimeo.

 

Em todas as suas actividades compete ao Homem perseguir a perfeição, que é sempre uma aproximação ao divino. Na senda da sonoridade perfeita, Peter Gabriel, criador genial e meticuloso, com este projecto recria em vinil a melhor fase da sua produção a solo. Se Deus quiser, isto será o meu presente de Natal.

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As lições da História

por João Távora, em 01.09.15

Por falar em lições da história, alguns historiadores dizem que a decadência de Roma teve início quando o império começou a erguer muros nas fronteiras. É um exagero, mas de novo com alguma verdade. Uma civilização está morta, lembra Paul Veyne (grande historiador de Roma...), quando tem de se defender em vez de se reinventar.

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Sociedade por quotas

por João Afonso Machado, em 01.09.15

É o mundo em que vamos andando, entalados por plafonds ou chicoteados por metas a atingir. Um mundo de retórica oca, abstrata, onde tudo se orienta por quotas.

Na pesca da sardinha e na produção leiteira. Na atribuição de lugares políticos às mulheres. (E, lá virá, estou certo, também aos outros géneros ou opções sexuais). Recentemente na repartição do ónus de acolhimento dos refugiados do Oriente e do Norte de África. Tudo discutido longe das pessoas segundo o critério das quotas.

Assim vai o nosso quotidiano de contas aflitas, o produto da gestão danosa de recursos e de concursos. Do peixe e da guerra.

Quanto a este último e mui premente e complexo aspecto - o das vítimas da ditadura síria ou do terrorismo islâmico - felizmente algumas almas caridosas vão-se antecipando, por sua iniciativa, aos demorados cálculos aritméticos dos governantes. Disponibilizam-se, realizam a sua quota pessoal. Notável! - nestes tempos em que vivemos realmente uma visão de responsabilidade muito limitada.

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Vera

por João Távora, em 31.08.15

Vera.jpgEstes tempos de férias serviram também para conhecermos “Vera”, uma série policial britânica da ITV estreada em 2011 agora em transmissão na Fox Crime, que para quem procura descansar dos cânones estéticos da TV norte-americana constitui uma lufada de ar fresco. A boa qualidade da fotografia é pedra angular nesta série que nos surpreende e desvenda a paisagem rude e enregelada de casario cinzento, de terras áridas e o mar bravio de Northumberland, condado que faz fronteira com a Escócia no nordeste de Inglaterra. Como o nome indica, a série composta por longos episódios de cerca de 90 minutos, é protagonizada pela dedicada inspectora Vera Stanhope (Brenda Blethyn), uma solitária cinquentona de mau feitio e com uma singular aversão por crianças. Apesar disso a personalidade severa e inquieta de Vera consegue (às vezes) cativar-nos com seu olhar generoso, e tem como contraponto, o assistente Joe Ashworth (David Leon) o seu braço direito que vive dividido entre a absorvente profissão e o apelo da sua jovem família que já conta com três rebentos.
Se ao princípio estranha-se, “Vera” lentamente entranha-se-nos: trata-se de uma complexa e enigmática narrativa que decorre em ambientes tensos, plenos de humanidade e desassossego; histórias que percorrem sem pudor as margens mais sombrias do caracter humano. A cerrada pronúncia das gentes quase torna imperceptível o inglês que nos habituamos a ouvir tão elegante nas produções britânicas. Ela condiz com a paisagem agreste do norte bravio e encadeia-se bem com uma banda sonora criteriosa que acentua os inquietantes silêncios. E depois, há aquela avara beleza que se vislumbra na paisagem e nas personalidades complexas, que adquirem a espaços uma luminosidade tensa e apaixonante. Como a vida real.

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A Doutora Mónica

por João Távora, em 31.08.15

Esta entrevista de Maria Filomena Mónica (que só consegui ler até meio) surpreende pela vulgaridade do discurso, desbocado, pretensioso e duma soberba extraordinária, a que só com muita benevolência chamaríamos “snobeira” (Note-se que a "snobeira" que assume com orgulho para todos os efeitos é sempre uma fraqueza de carácter.)
Maria Filomena Mónica distingue-se no meio intelectual português pela qualidade dos seus trabalhos académicos e científicos (gostei particularmente das biografias de D. Pedro V e de Eça de Queiroz), mas em matéria de “achar”, definitivamente é bastante vulgar, condicionada por um ressabiamento e complexos sociais do tamanho do seu imenso ego que tarda “resolver”. Tenho pena.

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Ironia

por Maria Teixeira Alves, em 30.08.15

Resettlement places offered by Saudi Arabia, Bahrain, UAE, Qatar, Kuwait to refugees: zero

Autor da ironia: Ian Bremmer

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Borgen

por Vasco M. Rosa, em 30.08.15

Nao tenho televisão e em geral não vejo. É uma opção pessoal. Mas reconheço que a série nórdica «Borgen» me parece estimulante e muito acima da média do que podemos ver, que é a vulgaridade ou a barbaridade (fora o Poirot e pouco mais). Dá um retrato duma sociedade que mal conhecemos mas insiste em se questionar a si mesma, para melhorar.

Parabéns à RTP 2.

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"Se for governo, o PS vai só criar postos de trabalho efectivos."

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Críticos e comentadores de Paulo Rangel:

por Vasco Lobo Xavier, em 30.08.15

Neste país é tudo feito em cima do joelho. Assisti às declarações de três críticos (Francisco Assis, Marques Mendes e Marques Lopes) de Paulo Rangel e nenhum pareceu ter ouvido (ou lido) exactamente o que Paulo Rangel disse. Ou ficaram pela rama, o que é grave no caso de comentadores pagos para isso e muito grave no caso de um político em campanha, pois evidencia tentativa de enganar os ouvintes.

 

Paulo Rangel disse: “Foi durante este Governo, não é obra do Governo, não é mérito deste Governo, mas foi durante este Governo que pela primeira vez em Portugal houve um ataque sério, profundo e consistente à corrupção e à promiscuidade.” (sublinhados meus, evidentemente)

 

Ora isto é inequívoco, é um facto, é indiscutível, o próprio Marques Mendes o assumiu (o que é hilariante, face às críticas que proferiu).

 

E o cuidado de Paulo Rangel em evidenciar que isso “não é obra do Governo, não é mérito deste Governo” impede qualquer comentador sério (e político sério) que tenha ouvido a totalidade das declarações de dizer que as afirmações de Paulo Rangel indiciariam alguma intervenção do poder político no poder judicial. Se perceberam assim, perceberam mal, e, se não ouviram a totalidade das declarações, deveriam abster-se de comentar ou de fazer ataques políticos.

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Costa às cegas no Observador

por João Afonso Machado, em 30.08.15

O planeta acordou com um artigo de opinião de António Costa no Observador. Espantosa cedência daquele valhacouto de «direitolas», como tanto se asneira por aí!...

Espantosamente também, Costa não aproveitou a oportunidade e por isso nada pôs no papel. Deixou-o vazio de ideias úteis e marcado apenas por algumas banalidades auto-incriminatórias e a crença pagã num documento (mais um), fruto da reflexão da «família socialista europeia» - Novo Impulso à Convergência de Portugal e Espanha, assim se denomina o fabuloso postulado.

Tudo porque, só agora descobriu Costa, - «europeísta convicto» - «as uniões monetárias não aceleram a convergência, antes acentuam as assimetrias entre as diversas economias».

Demorou a perceber, sem dúvida. E pasma-se quando Costa, num assomo patriótico, invoca «Portugal ganhou sempre que soube ser proativo e estar no centro do aprofundamento do projecto europeu. Claro que isso exige um esforço acrescido relativamente aos "grandes", aos "não periféricos", aos "ricos"»!

Mas Portugal ganhou o quê? E quando? Graças a que «esforço acrescido»? De quem? É de dinheiros comunitários que Costa fala?
Ou dos governos de Guterres e de Sócrates? Ou do fujão Barroso?

Em definitivo António Costa tem de seu apenas a vontade do Poder. Acontece, aos que se viciam na Política. Veremos como manobrará os seus trinta e pouco por cento de votos em Outubro.

 

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Domingo

por João Távora, em 30.08.15

Evangelho segundo S. Marcos


Naquele tempo, reuniu-se à volta de Jesus um grupo de fariseus e alguns escribas que tinham vindo de Jerusalém. Viram que alguns dos discípulos de Jesus comiam com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. – Na verdade, os fariseus e os judeus em geral não comem sem ter lavado cuidadosamente as mãos, conforme a tradição dos antigos. Ao voltarem da praça pública, não comem sem antes se terem lavado. E seguem muitos outros costumes a que se prenderam por tradição, como lavar os copos, os jarros e as vasilhas de cobre –. Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus: «Porque não seguem os teus discípulos a tradição dos antigos, e comem sem lavar as mãos?». Jesus respondeu-lhes: «Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’. Vós deixais de lado o mandamento de Deus, para vos prenderdes à tradição dos homens». Depois, Jesus chamou de novo a Si a multidão e começou a dizer-lhe: «Escutai-Me e procurai compreender. Não há nada fora do homem que ao entrar nele o possa tornar impuro. O que sai do homem é que o torna impuro; porque do interior do homem é que saem as más intenções: imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, cobiças, injustiças, fraudes, devassidão, inveja, difamação, orgulho, insensatez. Todos estes vícios saem do interior do homem e são eles que o tornam impuro».

 

Da Bíblia Sagrada

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Costumes

por Vasco M. Rosa, em 29.08.15

O publicitário Edson Athayde, que faz a campanha do PS, deve recear que em Portugal se conheça esse boneco insuflável que pede a prisão de Lula da Silva por corrupção.

Imaginem o que seria um, na actual campanha eleitoral, em que o número na camisa fosse 44 para sempre... 

Que agradeça aos nossos brandos costumes — pode citar o tio Olavo ou quem quiser!

1524078.jpeg

 

 

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Confiança no PS:

por Vasco Lobo Xavier, em 29.08.15

O PS pede para si e para os seus confiança.

E depois põe uma pessoa inteligente qualquer, no caso Ferro Rodrigues, a demonstrar por A + B que o PS não merece confiança.

 

(via Blasfémias e Helena Matos)

 

 

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Não percebo a razão pela qual o PS, via Francisco Assis, se encanita contra Paulo Rangel por ele considerar que, acaso os socialistas estivessem no poder, talvez as investigações criminais não fossem tão longe como agora acontece.

 

Devem estar esquecidos do corrupio de telefonemas que ocorreu aquando da detenção de um deputado do PS, aqui há uns anos, tentando resolver fora das quatro linhas o assunto, telefonemas esses que envolveram inclusivamente António Costa (então Ministro) e Ferro Rodrigues (então líder do PS). Um dos telefonemas, recorde-se, visava pressionar (ou pelo menos obter o seu auxílio) o então Procurador-Geral da República, que educadamente os mandou passear.

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