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Um Orçamento Diferente

por Vasco Mina, em 06.02.16

Um “orçamento diferente”, afirmou ontem o Ministro Mário Centeno. Hoje, em entrevista ao Expresso assume essa diferença: “este não era o cenário fiscal que eu queria”. Também aumenta os impostos em 585 milhões. É mesmo um orçamento diferente!

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Austeridade

por João Távora, em 05.02.16

Não é esta a altura de um grupo de notáveis das esquerdas vir reclamar a renegociação da dívida?

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Nem há nome...

por Maria Teixeira Alves, em 04.02.16

Os socialistas, de cada vez que falam em público sobre o Orçamento, até têm dificuldade em referir-se ao PCP e BE enquanto aliados. Começam sempre por dizer parceiros, para depois corrigirem para "partidos que suportam o governo".

Chamem-lhe geringonça. De qualquer maneira o nome já pegou.

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Porque fogem?

por Vasco Mina, em 04.02.16

siria.jpg

 

Porque fogem os refugiados da Síria e do Iraque? Porque atravessam fronteiras e o Mediterrâneo? Porque arriscam a vida e dos seus filhos? O vídeo que encontrei aqui no site da Rádio Renascença ajuda a perceber porquê. Porque razão a cidade de Homs ficou totalmente em ruínas é uma questão complexa e que remete para múltiplas explicações. Mas porque de lá fugiram os seus habitantes é tão óbvio que só a cegueira e o egoísmo impedem de ver. A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre publicou, esta semana, duas recentes cartas enviadas, há dias, pelo Patriarca da Igreja Católica Greco-Melequita deAntioquia e de todo o Oriente, Alexandria e Jerusalém , Gregorios III Laham e pelo Patriarca dos Católicos Caldeus e Presidente da Conferência Episcopal do Iraque, Louis Raphael Sako. Convido à leitura destas duas mensagens pois são um testemunho genuíno e vivido da tragédia que se vive nestes países. Agora que vemos e também lemos o que se passa na Síria e no Iraque, não podemos ignorar!

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Sobre o ódio que consome o País

por João Távora, em 03.02.16

O verdadeiro problema |das esquerdas| começa na luxúria do ódio. As frentes de esquerda estão para o ódio como o tarado está para o prostíbulo. A esquerda-que-é-a-verdadeira-esquerda precisa de odiar, porque não sabe ver adversários que merecem respeito, só sabe ver inimigos que merecem excomunhão. Era esta a diferença entre o PS, de um lado, e o PCP e Bloco, do outro; os comunistas e neocomunistas viam na “direita” um inimigo schmittiano, o PS via na “direita” um adversário legítimo. Sucede que o espaço do PS sofreu agora uma OPA do ódio radical.

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Obviamente, a culpa é dos mercados

por Vasco Mina, em 02.02.16

Joao Soares.jpg

"É preciso ter consciência de que estamos confrontados com uma situação de emergência, muito séria, que resulta dessas aventuras de quem pôs os chamados `mercados` acima dos interesses do país e nomeadamente dos interesses culturais do país. Não vai ter dinheiro para os habituais arraiais culturais de esquerda e por isso há que encontrar bodes expiatórios. Bem divertido este Ministro da Cultura.

 

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Preparem-se

por João Távora, em 02.02.16

Vamos começar a ver a esquerda a defender a austeridade para pagar a reposição de rendimentos.

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Editoriais:

por Vasco Lobo Xavier, em 02.02.16

Dizem-me que o editorial do Público de hoje foi escrito a quatro mãos, do João Galamba e da Catarina Martins, mas eu não acredito.

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Por uma unha negra talvez

por João Afonso Machado, em 02.02.16

Agora que o «trabalho técnico» passou a justificar o marasmo político e o «populismo» é, na boca da Esquerda, um arma de arremesso contra a Direita, seria de esperar alguma luz iluminassse as tramoias de Costa e o sorriso apatetado de Centeno espelhasse a realidade do Governo. Mas não, os portugueses fogem dos temas complicados, o déficite - estrutural ou nominal - é uma noção maçadora e, aparte o futebol, giro, giro é martelar na austeridade.

Daí a desatenção generalizada neste interessante momento de contagem decrescente, após o anúncio solene de um orçamento apresentado a próxima sexta-feira na AR, pronto a ser discutido e votado. Recorde-se a propósito o esquiço que a Comissão Europeia recambiou para Lisboa e a ausência de avanços - o tal «trabalho técnico» - a possibilitarem uma revisão e um acordo nessa matéria. Como se desenrascará Costa?

Decerto não lhe chegará João Galamba - mesmo não sendo João Galamba «populista» - a bramar contra o anti-patriotismo da Direita. Decerto não conseguirá evitar mexer nos pilares dos entendimentos (sei que não lhes chamaram «coligação», mas já não lembro o eufemismo utilizado. "Plataforma"?) com o PCP e o BE, do que o IVA da restauração é um exemplo claro. Mas não é certo a nossa Catarina não estremeça na defesa do povo. O palco parlamentar maravilha-a e um lugar no Executivo está bem nítido no seu horizonte

Isso e um biscoito ao PAN poderá ser por ora a safa de Costa. Depois se verá.

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Hoje vem esta notícia no Correio da Manhã: Passos mete 90 milhões no banco de Relvas. Ao principio pensei que se trataria de poupanças (tantas?!) e depois vi do que se tratava: do dinheiro gasto na reestruturação do Banco Efisa para a sua venda. Ora evidentemente que a notícia tem um título para vender jornais. Mas a realidade é que se podia fazer aquele título com qualquer comprador do Efisa. 

Os 90 milhões são o somatório dos aumentos de capital que a Parparticipadas fez em dois anos. O dinheiro serviu para amortizar créditos concedidos pelo BPN, que o BIC rejeitou no acordo de compra. Portanto não tem nenhum problema os 90 milhões, nem a realidade é o que parece.

Mas é preciso ver se o concurso de venda do Efisa correu os trâmites legais. Faltou uma certa transparência, na minha opinião. É preciso saber quanto ofereceram os outros candidatos e que condições estavam nas propostas, para saber se a escolha da Pivot SGPS foi uma escolha séria ou se houve algum tipo de favorecimento. 

Eis aqui a primeira entrevista do presidente da Pivot SGPS (sociedade que terá Miguel Relvas como accionista) quando comprou o Efisa.

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Imperdoável

por João Távora, em 02.02.16

roleta russa.png

Quando o irmão de António Costa, o director do semanário de referência do regime, afirma na sua coluna semanal esperar "que nos esteja a escapar alguma coisa", tal é um terrível sinal quanto aquilo que aparenta ser um jogo de roleta russa do Governo para chantagear Bruxelas. O susto transforma-se em terror quando ouvimos na TV o insuspeito (?) Paulo Trigo Pereira, economista da bancada socialista, afirmar que o esboço do OE na realidade não é do PS, mas resulta das imposições da extrema-esquerda antieuropeia de que depende o executivo. Assim se confirma que a “geringonça”, para gáudio das fanáticas claques comunistas e bloquistas, se encaminha descontrolada contra a pesada parede da realidade. De facto, quando a agência DBRS admite cortar o ‘rating’ de Portugal, e com os alertas de entidades como a UTAO, o Commerzbank, a S&P, a Fitch, a Moody's e a Comissão Europeia, resta-nos esperar que nos esteja a “escapar alguma coisa”. Caso contrário estaremos a assistir ao suicídio do Partido Socialista na dimensão e importância com que nos habituámos a conhecê-lo. Considerando aquilo que os portugueses irão penar, isso até será o menos importante.

 

Publicado originalmente no Diário Económico

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Crime

por Vasco M. Rosa, em 01.02.16

Hoje assinala-se o regicídio. Um país envergonhado devia curvar-se perante um dos actos mais cruéis, ignaros e brutais disparados por uns brutos a mando duns figurões que ficaram covardemente na sombra, porque não foram capazes sequer de se condenarem pela fúria que os possuía. Morreu um homem de grande valor, e um dos seus filhos, e a vida duma família foi desgraçada em segundos, na principal praça dum país.

Afinal, um modismo europeu como qualquer outro, abrindo portas e janelas a novas barbaridades, como dispararem sobre quadros num salão de uma das mais antigas universidades do Continente.

Que interessa, dirá Maria Fernanda Rollo (com duplo l ), sra. secretária de estado do ensino superior, e grande operacional do centenário da república!

O crime recompensa?! Eles acreditam que sim...

 

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Não esqueceremos!

por João Távora, em 01.02.16

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 Hoje dia 1 de Fevereiro pelas 19,00hs a Real Associação de Lisboa cumpre o seu dever de memória mandando celebrar Missa de Sufrágio pelas almas do Rei D. Carlos I e do Príncipe Real D. Luís Filipe.
O piedoso acto terá lugar na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa, e será presidido por Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa. Finda a celebração, será feita a habitual romagem ao Panteão Real com a presença dos Duques de Bragança.

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Como escreveria o Vasco Lobo Xavier, há coisas em que ninguém repara; sobretudo quando assumidas em comunicados que ninguém lê ou em longos textos igualmente ilegíveis. PCP e BE manifestaram posições sobre o OE de 2016 que só se dão conta quando se lê, por inteiro tão imensa prosa. Assim, o PCP afirma que “o Esboço do Orçamento agora apresentado, a primeira nota que resulta da análise às previsões macro-económicas e respectivas orientações é a de que estamos perante um documento que nas suas indicações e opções continua amarrado e submetido a constrangimentos e condicionamentos presentes na política de anteriores governos que, a não serem removidos, podem comprometer a resposta a que o povo português aspira.” O BE acompanha quase com o mesmo texto: “a Mesa Nacional do BE regista com preocupação as limitações da proposta orçamental do Governo, tanto no esforço de recuperação de rendimentos como do Estado Social e, ainda, no esforço de investimento capaz de gerar emprego.” Recordam-se das garantias adicionais exigidas por Cavaco Silva a António Costa para formação de Governo? Em concreto, na que se referia à aprovação do OE de 2016? As posições conjuntas estão a revelar-se, conforme textos acima, respostas muito claras às dúvidas de Cavaco.

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Não foi, nem é, mas passa a ser

por João Afonso Machado, em 31.01.16

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Em 31 de Janeiro de 1891: um capitão, um tenente e um alferes, acompanhados de meia dúzia de sargentos e poucas dezenas de praças (empurrados para aquela armadilha sabe-se lá com que "argumentos"), resolvem implantar a República no Porto. É de madrugada, a Câmara Municipal tomada de assalto e um civil, advogado, lê uma proclamação vitoriosa. Segue-se a marcha ruas fora, os populares não são aderentes, limitam-se a ser curiosos, sequer são muitos. Iam já em Santo António quando duas descargas da Municipal, posicionada no gradeamento da igreja de Santo Ildefonso, sob o comando do Major Graça, poem a "revolução" em debandada, morta instantaneamente, faltavam uns minutinhos para o meio-dia.

São estes os factos do 31 de Janeiro, em todo o seu rigor histórico. O Partido Republicano da época que o diga, afastado, calado, temeroso das consequências de tanta ingenuidade. Mas a mitologia fez o resto: ainda agora, nos inflamados discursos da romagem ao cemitério do Prado do Repouso, se ouvem ditos e ecos idiotas do que não foi transfigurado em o que é.

E o que é, na realidade do ser, chama-se uma nova onda em formação do jacobinismo maçónico: quer nos palcos da História, como ficou visto, quer nos palcos da política (com Costa a impingir-nos um orçamento impraticável) quer nos palcos do teatro (onde a nossa Catarina d'Arc declama as maiores barbaridades com a convicção - nada ilusória - de que o Poder passa pelas suas mãos).

 

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Aviso:

por Vasco M. Rosa, em 31.01.16

Cuidado com «as causas».

 

(E já agora: com «senadores da gente.»)

 

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Domingo

por João Távora, em 31.01.16

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios


Irmãos: Aspirai com ardor aos dons espirituais mais elevados. Vou mostrar-vos um caminho de perfeição que ultrapassa tudo: Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como bronze que ressoa ou como címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu possua a plenitude da fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. Ainda que distribua todos os meus bens aos famintos e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada me aproveita. A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse; não se irrita, não guarda ressentimento; não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O dom da profecia acabará, o dom das línguas há-de cessar, a ciência desaparecerá; mas a caridade não acaba nunca. De maneira imperfeita conhecemos, de maneira imperfeita profetizamos. Mas quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Mas quando me fiz homem, deixei o que era infantil. Agora vemos como num espelho e de maneira confusa, depois, veremos face a face. Agora, conheço de maneira imperfeita, depois, conhecerei como sou conhecido. Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade.


Palavra do Senhor.

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Coisas em que ninguém repara:

por Vasco Lobo Xavier, em 30.01.16

Os analistas e os comentadores muito amigos do PS têm passado a semana toda a somar o resultado de Maria de Belém ao de Sampaio da Nóvoa para, segundo eles, descortinar o resultado do PS (que mesmo assim é frouxo que dói). Acontece que, para lá do PS, Nóvoa terá tido o punhado de votos do Livre e do PCTP/MRPP, uns quantos de familiares, amigos e vizinhos seus, e o próprio PCP admitiu que muitos comunistas terão votado em Sampaio da Nóvoa.

 

Ou seja, o PS actual não chega sequer ao somatório dos votos de Belém e Nóvoa. Mas isso não interessa aos comentadores, analistas e à comunicação social.

 

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Costas

por João Távora, em 30.01.16

Deve ser duro para António Costa ir ao Parlamento com um projecto de reversão do País à falência confrontar o seu primeiro-ministro sentado na bancada dos deputados. (Como refere o seu irmão Ricardo hoje no Expresso,eu também "espero que nos esteja a escapar alguma coisa".)

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Coisas em que ninguém repara:

por Vasco Lobo Xavier, em 29.01.16

Paulo Trigo Pereira está na SICN e do alto do seu pedestal a sacudir água do capote dizendo que este não é o orçamento do PS, mas sim o orçamento com as propostas do PS e as resultantes das negociações do PS com os comunistas e com o BE. Sacudir água do capote pois, segundo ele, para as propostas do PS estiveram ele e mais uns quantos uns cinco meses ou mais a fazer as contas para dar certo (embora tenham errado logo nas contas do IVA para a restauração mas enfim…, nenhuma das pessoas do Expresso da Meia-Noite e que são pagas para aquilo se lembrou da coisa). De forma que se Bruxelas não admitir a brincadeira do esboço que apresentaram a culpa será dos acordos com a extrema-esquerda.

 

Acontece que os eleitores portugueses não elegeram o PS para Governo nem lhe pediram que fizesse acordos com os comunistas e bloquistas. E menos ainda pretendiam, com o seu voto, que a credibilidade no país e a confiança nos portugueses fosse manchada.

 

 

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