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A voz do dono

por Maria Teixeira Alves, em 25.07.14

Daniel Oliveira, político (mau) e que tem o topete de se intitular jornalista (só se for pelo curso superior que tirou na farinha amparo) resolve escrever sobre mim, para pôr em causa a minha qualidade como jornalista que ele obviamente não conhece, e mesmo que conhecesse não sabia avaliar porque não estudou para isso. Daniel, não vale a pena, peça a quem lhe encomendou o artigo para desistir. Não vale mesmo a pena. Não vai ter o resultado pretendido. Mas boa tentativa. 

 

P.S. Ser criticada por uma pessoa que escreveu isto sobre o Fernando Ulrich: "fica claro que é isso mesmo que falta a este senhor: capacidades cognitivas medianas", deixa-me confortável. A estupidez é sempre acompanhada de uma grande arrogância.

 

 

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Coisas que me intrigam

por Maria Teixeira Alves, em 24.07.14

Se Ricardo Salgado foi detido por causa do presente de 14 milhões que recebeu de José Guilherme, o construtor, porque raio é que só foi detido hoje?

É que pelo menos desde o diz 7 de Julho, altura em que a notícia saiu no jornal I,que se sabe desse "presente".

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O País "improvável"

por João Afonso Machado, em 24.07.14

O não mundialmente famoso sociólogo Adriano Campos terá desgostado da recente visita dos Reis de Espanha à Assembleia da República. Vai daí, abalançou-se ao tratado político escrevendo (sob o título: «Um Rei na Assembleia da República: cenas de um país improvável») preciosidades como esta - «A Monarquia como sistema de governo reside no passado, avesso à democracia e fiel ao fraco ideal do poder por filiação. Não serve aos povos e é inaceitável como meio de subjugação. Mas Portugal é mesmo um país improvável... faltava-nos, pois, um Rei na Assembleia da República».

Impôr-se-ia, face à boutade de Adriano Campos, uma palavra de solidariedade para com os subjugados, e no passado entranhados, povos britânicos, nórdicos, etc, etc, - mais coisa, menos coisa, metade da Europa, pelos vistos avessa à democracia e incapaz de se libertar do poder por filiação. Ou, em alternativa, calcular o escalão etário de Adriano Campos, e situá-lo algures nestas décadas de desensino da República que nos liberta das vantagens do saber.

Mais precisamente - tem-se por hipótese válida - no tempo em que a Sociologia se deapartou da Ciència Política e do Direito Constitucional. Sendo assim desculpável Adriano Campos ignore que a Monarquia não é um sistema de governo; e que assenta na soberania popular, vale dizer na vontade expressa pelas comunidades em escolherem como símbolo representativo (e apaziguante...) da sua nacionalidade a Família reinante. Apenas isso, como bem se constata em Espanha.

Fora este pequeno pormenor, Adriano Campos tem toda a razão - Portugal (demonstra o seu próprio pensamento) é mesmo um país improvável.

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BES escreve aos clientes após falências da ESI e Rioforte

por Maria Teixeira Alves, em 23.07.14

A ES Internacional pediu e já está em falência controlada, e a Rioforte Investments, holding para a área não financeira do Grupo Espírito Santo (GES), apresentou na terça-feira um pedido de sujeição ao regime de gestão controlada ao abrigo da lei luxemburguesa, tal como a sua casa-mãe.

O que quer isto dizer para os clientes do BES, e apenas para estes, uma vez que o Banco de Portugal obrigou à constituição de uma provisão para salvaguardar o interesse dos clientes? Quer isto dizer que a partir de agora vão receber o capital investido em papel comercial da Rioforte e ESI; mas sem qualquer juro. Isso mesmo explicaram os gestores dos balcões aos clientes, que receberam uma carta do banco a explicar que apesar dos pedidos de falência controlada o banco ia pagar-lhes os capital investido nestes títulos de dívida. 

Até aqui, eram as empresas (ESI e Rioforte) que estavam a pagar aos clientes com os juros, tal como o contratado. Agora as empresas não pagam mais nada, têm um gestor de falências que vai vender os activos que restam para depois distribuir o produto da venda pelos credores. 

Os clientes instituicionais (empresas, fundos etc) e os clientes que tinham conta nos bancos da ESFG, Banque Privée Suisse, ES Bank of Dubai e ES Panamá, não estão salvaguardados. Portanto quem tem títulos de dívida da Rioforte e ES International ficará submetido à hierarquia que vigorar na lei luxemburguesa. Em Portugal os primeiros são os credores com algum tipo de garantia, os trabalhadores, credores hipotecários, depois Estado, Segurança Social, depois os detentores de obrigações e os últimos são os accionistas. 

 

O projecto de realização deve respeitar a ordem de prioridade reservada pela lei aos privilégios e às hipotecas. 

No Luxemburgo, o liquidatário judicial deve estabelecer a ordem de prioridade dos credores privilegiados, revertendo o remanescente a favor dos credores que não dispõem de privilégios ou de garantias. O liquidatário judicial convoca então todas as partes interessadas na prestação das contas e apresenta-lhes as contas da falência.

Na sequência da prestação das contas, pode proceder à indemnização dos credores respeitando a ordem resultante da acta de prestação das contas por ele exarada e assinada pelo juiz-comissário e pelo oficial de justiça do Tribunal do Comércio.

 

 

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Vozes da História (2)

por João Távora, em 23.07.14

Excerto duma célebre interpretação de Vasco Santana do número «O Melro e o Fiel» um monólogo retirado da comédia de 1918 «O Conde Barão» de Ernesto Rodrigues, João Bastos & Felix Bermudes (os autores de o Leão da Estrela) uma adaptação livre dos poemas com o mesmo nome de Guerra Junqueiro. Com o disco lascado no início perdem-se pouco mais de 10 segundos de gravação. 

 

Publicado originalmente aqui.

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Soluções do Costa:

por Vasco Lobo Xavier, em 23.07.14

Para António Costa consolidação orçamental e dívida devem ser temas menores, que ficam para outros carnavais.

 

Mas pelo que tenho visto, a sua solução não deve andar muito longe disto. É à americana.

 

 

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Uma espécie de Pordata para os Municípios

por Vasco Mina, em 23.07.14

O Governo lançou ontem o Portal de Transparência Municipal. É uma espécie de Pordata para os Municípios e saúdo esta iniciativa pois (tal como o Portal da FFMS) é um contributo para o conhecimento dos principais indicadores de cada município e com a vantagem adicional de os comparar com os restantes. Vale a pena a consulta e, já agora, fica uma questão que resulta do gráfico abaixo: porque têm os municípios diferenças brutais nos graus de endividamento? O que justifica, para este indicador, a diferença, a título de exemplo, entre as cidades do Porto e Lisboa? Será que António Costa vai avançar com a reestruturação da dívida da CML (cujo passivo aumentou no exercício de 2013)?

 

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Professorais e insurrectos

por João Afonso Machado, em 22.07.14

Esta bulha, ora mesmo passada no noticiário televisivo à porta da Escola Secundária Rodrigues de Freitas (o Liceu D. Manuel, para os da velha guarda), de repente pareceu algum episódio invocativo dos tempos abrilinos em que a rapaziada trocava umas estaladas por causa da política. E fazia greves, boicotes, chiqueiral e não estudava. Mas não, não era indisciplina dos alunos, era dos professores.

Obviamente, andou ali mãozinha de sindicalista. O Big Boss, aliás, fez a sua aparição ante as câmaras, mas em Viseu, cidade onde escolheu dirigir o aparato das tropas. Tudo por causa dos exames a que estão obrigados os "mestres" contratados e contrariados por essoutra obrigação que os colegas discordantes lhes querem impor - a de não comparecerem aos ditos exames.

E assim os profs. aprenderam com a rapaziada - supostamente aprendiz... - a troar tachos e panelas nos corredores, a empurrar os contínuos (hoje, decerto, com título muito mais sofisticado, a compensar a maçada de aturar por acréscimo os docentes insurrectos), a provocar os agentes da polícia, etc, etc.

A grande vantagem de sermos mais velhos, e tão longe irem os tempos estudantis, é justamente a certeza que hoje falha por todo o lado - a de que os reguilas eramos nós, não quem supostamente tinha algo para nos ensinar.  Valha-nos isso...

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É o quê?! Como disse?

por José Mendonça da Cruz, em 22.07.14

Dia sim, dia não, socialistas e comunicação social (passe a tautologia) nos vêm apresentando este homem -- que criou um pântano político e depois fugiu dele; que tomou medidas decisivas para acelerar o nosso caminho para a ruína; que prometeu um mundo sem boys e acabou campeão dele; cujo passo miúdo e vacilante tão bem representa a indecisão e o consenso imobilista -- todos os dias o vêm apresentando como «grande figura», promissor e esperançoso presidente. 

Referem-se a quê?

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Com quem a educação não conta

por José Mendonça da Cruz, em 22.07.14

 

Se eu fosse professor de Português não me reconheceria no Português mal articulado e grosseiro da criatura acima.

Se eu fosse professor de Matemática não reconheceria vitórias maioritárias nuns distúrbios menores e dispersos promovidos pelo retrógrado indivíduo acima.

Se eu fosse professor de História não aceitaria ser representado pelo resquício acima de ditaduras sanguinárias e ruinosas.

Se eu fosse professor de Geografia, não berraria (se eu fosse professor, não berraria) que «a luta é linda de norte a sul» para me referir a uma desordem numa escola entre 88, no Porto.

Se eu fosse um professor incompetente, mal formado, pobre em dotes cívicos, desprovido de aptidões pedagógicas, com habilitações marginalmente suficientes e esquecido de toda prática, eu abraçava com ardor e veemência as acções do sindicalista acima.

Se eu fosse um professor daqueles que considera a profissão nobre, não me afiliaria junto de um militante político vocal e violento, mas inteiramente estranho à educação e à docência.

Se eu fosse um funcionário público excelente, de uma escola pública decente, empenhado em formar alunos válidos, eu faria questão de manter entre mim e Mário Nogueira -- a pessoa, as ideias e a prática -- ao menos um quarteirão, um país, um mundo de distância. Não o fazendo, eu consideraria natural que um governo decente, promotor de uma escola pública decente, empenhado em investir na educação, não contasse comigo. 

 

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E se...

por José Mendonça da Cruz, em 22.07.14

Com Putin na cabeça, leio desconfortado uma frase sobre o deflagrar da Primeira Guerra Mundial, frase  surgida da sagacidade de Kissinger e do novo livro do velho sábio, World Order: «Mais tarde ou mais cedo, a História castiga a frivolidade estratégica.»

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«E a hiena, ri de quê?» - Chico Anysio

por Vasco Lobo Xavier, em 22.07.14

 

Não consigo perceber a alegria de Mário Nogueira e da sua trupe de sindicalistas por terem atrapalhado os colegas que queriam fazer o exame e que estavam a fazer o exame.

Os professores queriam fazer o exame. É seu direito e é importante para eles. E aqueles sindicalistas acham-se no direito de lhes atrapalhar e dificultar a realização do exame. Podiam fazer a bagunça que quisessem, mas só até ao início do exame, acaso tivessem respeito mínimo pelos colegas, coisa que manifestamente não têm. Provavelmente porque já têm o que querem. E não querem mais concorrência.

 

Já é triste ver professores (se é que são) armados em arruaceiros, a querer invadir escolas que não são as suas, a agredir e magoar funcionárias que só estão a cumprir as suas funções, a fingir reuniões sindicais só para fazer algazarra nas escolas (não foi seguramente esse o intuito do diploma de 1974 de que se socorreram). Mas assistir a este lamentável espectáculo de prejudicarem os colegas que estão a fazer os exames?!? Isto supera tudo! E ainda ficam contentes por prejudicarem os colegas! E riem-se, felizes.

 

É uma estranha forma de solidariedade, esta da fenprof.

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La Palisse e o aliado de somenos

por José Mendonça da Cruz, em 22.07.14

A primeira estranheza foi ver António Costa numa conferência sobre "A política, os políticos e a gestão dos dinheiros públicos", organizada pela TSF e pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. E previsivelmente, sendo que de «gestão de dinheiros públicos» Costa conhece apenas a alínea que conhecessem todos os socialistas, de atirar dinheiro sobre os problemas invocando a «solidariedade» e «as pessoas», foi sobre outras coisas que se pronunciou. Já nos tinha explicado que ser rico é melhor que ser pobre. Já esclarecera que quer outra política que não esclarece qual seja. Agora explicou que uma maioria absoluta é melhor que uma maioria relativa, porque a experiência lhe recomenda que só deve negociar em posição de força.

Com quem? Ora, com Rui Rio, que ali estava de iludido útil, de braço dado com Costa, e, afinal, saiu menorizado.

Precalço, triste figura, sem dúvida. Mas pouco importa: Rio ama os consensos mesmo negociados em fraqueza. Consensos a todo o custo. Consensos que empastelem a política, eliminem a alternativa, façam crescer os extremos, e gastem sem contraditório.

Já não bastava o desastre que nos garante a alternativa a Passos Coelho. Temos, também, no partido do governo, quem se preste a subscrevê-la.

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Mais natalidade

por João Távora, em 21.07.14

(...) Do meu ponto de vista, o problema da natalidade não se resolve por decreto-lei. Trata-se antes de um problema social com raízes mais profundas, relacionadas com uma sociedade emersa na cultura do efémero, hedonista e desvinculada da família como instituição social que garante a coesão social e a renovação da sociedade. Seja como for, o Estado deve ter dois papéis importantes: ser um “facilitador”, e não um obstáculo para todos aqueles que querem ter filhos, e ser um defensor da justiça fiscal, criando um sistema fiscal verdadeiramente “amigo da família”.

É provável que a natalidade só aumente significativamente daqui a umas décadas, quando as revistas mostrarem nas suas capas que afinal aquele casal sem filhos, outrora feliz, há muito que está separado. Ambos estão envelhecidos, talvez medicados com antidepressivos, e dominados por um enorme sentimento de solidão.

 

Pedro Afonso, a ler aqui na integra

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Ontem após a vitória da Sporting ao Benfica da da Taça de Honra que não vi, os comentadores da SIC notícias estiveram quase uma hora a comentar a forma de jogar e as saídas do Benfica. Desisto, foi a última vez. E ainda bem que temos agora o Canal Sporting onde os comentários certamente conseguirão ser mais esclarecedores. Ah! E quanto ao jogador eleito o melhor do torneio, o melhor é ficarmo-nos por aquele que marcou mais golos - isso é um dado objectivo.

 

Publicado originalmente aqui

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se assim é, tal coisa deveria ser denunciada...

por Vasco Lobo Xavier, em 21.07.14

Com maior ou menor sorriso na cara, as pessoas vão-se habituando às macacadas de Mário Nogueira, ainda que ninguém perceba como é que o facto de não se avaliarem os professores (como ele pretende) constitui uma defesa da escola pública. Ou sequer uma defesa dos próprios professores (pelo menos dos bons).

A propósito de defesa dos professores, fico também sem perceber como boicotes, cercos e outros processos “com imaginação” (faltas injustificadas ou reuniões sindicais ou coisa do género) podem servir para defesa daqueles professores que efectivamente queiram realizar as provas e deviam ter o direito de as fazer com sossego, de modo a poderem concorrer aos lugares, isto de acordo com uma legislação que já vem de Sócrates.

 

A não ser que estes sindicatos, sindicalistas, boicotes e cercos sirvam apenas para proteger os que “já lá estão dentro”. Mas, se assim é, tal coisa deveria ser denunciada.

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Natalidade – A questão política

por Vasco Mina, em 21.07.14

Passos Coelho anunciou, no discurso de encerramento do Congresso do PSD, que se realizou em Fevereiro deste ano, o seguinte: "Hoje, como presidente do partido, quero aqui dizer que, tal como decorre da minha moção de estratégia, nós iremos dedicar ao tema da natalidade uma importância crucial". Foi então criado um Grupo de Trabalho que apresentou, na semana passada, um relatório que considero um excelente contributo para o debate desta questão da natalidade pois o aborda multidisciplinarmente (não se ficando apenas pela fiscalidade), enquadra nas políticas de vários países europeus e aponta medidas. Claro que estas são discutíveis e por isso o tão necessário debate. Mas uma realidade é incontornável: estamos com um decréscimo progressivo na natalidade que terá consequências a vários níveis. Não vale a pena ignorar e, como bem refere a Margarida Corrêa de Aguiar, o que se passou nos últimos anos foi uma “espécie de suicídio colectivo””. Agora, a abordagem política da natalidade tem de ter uma perspectiva de longo prazo e não será nunca compatível com medidas de curto prazo; por isso importa definir uma estratégia (o documento agora apresentado aponta caminhos) e conseguir compromissos com outros partidos e recebendo contributos da sociedade civil. Ora este Grupo de Trabalho foi criado como iniciativa do PSD e aqui coloco uma pergunta: qual o entendimento com o PP nesta matéria? Vão articular posições e pontos de vista? Ou vai ser uma “bandeira” do PSD? Por outro lado e na mesma semana foi também apresentado o relatório da Comissão (de inciativa governamental) para a Reforma do IRS. Aqui foram apresentadas medidas que vão também na linha do desagravamento fiscal para as famílias com filhos mas não “casam” com as que foram apontadas pelo Grupo de Trabalho da Natalidade. Ou seja, duas iniciativas e dois grupos de pessoas que ao longo de meses trabalharam em separado e sem qualquer contacto entre as partes. O que pretende então o Governo? Os partidos da coligação estão coordenados nestas matérias? É que os assuntos são suficientemente sérios para serem tratados como meras “bandeiras” políticas. Voltarei a este assunto para debater mais em detalhe algumas das propostas agora apresentadas.

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Evidências:

por Vasco Lobo Xavier, em 21.07.14

 

A criação de um quociente familiar em função do número de filhos para aferir, face ao rendimento colectável do casal, o escalão e taxa de IRS a pagar nem deveria ser um estímulo à natalidade mas antes uma mera e óbvia questão de justiça que tarda.

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As ameaças e o medo

por João Távora, em 20.07.14

(...) A maior ameaça ao jornalismo continua a ser o mau jornalismo (seja ele fruto de sectarismo, preconceito ou ignorância), e não deixam de se verificar diariamente lançamentos de novos e ambiciosos projectos de comunicação social que aproveitam as oportunidades concedidas pelas novas tecnologias. Os desafios que estes tempos da Internet colocam à imprensa e à comunicação social em geral, por mais ameaçadores que aparentem ser, têm que ser enfrentados com criatividade e pragmatismo. (...) 

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Domingo

por João Távora, em 20.07.14

Evangelho segundo São Mateus


Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?’. Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. ‘Não! – disse ele – não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’». Jesus disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado». Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo». Jesus deixou então as multidões e foi para casa. Os discípulos aproximaram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Jesus respondeu: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. E os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça».

 

Da Bíblia Sagrada

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