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Ironia é o Hino do MFA de 1974 ser na verdade ianque!

por Maria Teixeira Alves, em 24.04.14

Não se podia esperar grande coisa de um movimento que escolhe para hino, uma música do seu maior inimigo...

O Hino do Movimento das Forças Armadas, no 25 de Abril de 1974, era na verdade uma música norte-americana: Life On the Ocean Wave, composto por Bobby Scott.

Ora, os Estados Unidos eram (e são historicamente) os maiores inimigos do Comunismo. Os EUA foram os maiores opositores à luta das ex-colónias pela independência, por oposição aos apoiantes que eram os países comunistas (as ruas de Maputo, desde que adoptou esse nome, até hoje se chamam Mao-Tse-Tung e Karl Marx). Mas o movimento do Otelo Saraiva Carvalho teve logo a pontaria de escolher uma música do inimigo para o representar. Só podia estar condenado ao fracasso.

 

 

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Foto-fitas do dia

por Luísa Correia, em 23.04.14
(Elevador do Castelo)

 

Se puserem numa balança, de um lado a utilidade real das ciências mais sublimes, das artes mais nobres, e do outro a utilidade das artes mecânicas, verão que os valores atingidos não foram estabelecidos segundo critérios que tivessem em conta os respectivos méritos, porque os homens empenhados em fazer-nos crer que somos mais felizes conseguiram sempre mais louvores do que aqueles que se esforçaram para que o fôssemos de facto. (Diderot, na Encyclopédie Méthodique)

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Monarquia TV

por João Távora, em 23.04.14

Aqui estão algumas ideias por mim expressas numa entrevista à Monarquia TV, um meritório projecto de comunicação que dá os primeiros passos e que merece a atenção de todos. 

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Aí está de volta a questão das barrigas de aluguer (ou da maternidade de substituição que é a designação politicamente correcta).  Conforme editorial de segunda-feira do Público, dois projectos de Lei (um do PS e outro do PSD) andam a “marinar” na AR. Parece que agora está próxima a data da sua votação na Comissão de Especialidade e depois a subida ao Plenário para decisão final. Segundo o coordenador do grupo de trabalho (o deputado Miguel Santos  do PSD) tal deverá acontecer no próximo mês de Maio. O Jornal da Noite da SIC de ontem dava também notícia do mesmo. Fica assim assegurada a manutenção das questões fracturantes que poderá interessar de sobremaneira ao PS para criar divisões quer dentro do PSD quer entre os partidos da coligação governamental. Mas também ao PSD (ou pelo menos a alguns deputados) o agendamento para o próximo mês poderá ajudar a dispersar a atenção que, naturalmente, os portugueses estarão a dar ao fecho do Programa de Assistência Económica e Financeira e às opções de saída do mesmo. Independentemente das opiniões que cada possa já ter sobre este assunto, a verdade é que são complexas as questões que envolvem o tema das barrigas de aluguer. Seria, por isso, fundamental promover um amplo esclarecimento do que está em causa (a título de exemplo desconhecem-se por completo os entendimentos que já terão sido conseguidos entre deputados do PS e do PSD) e, consequentemente, lançar um debate na sociedade. Até porque (e uma vez mais) é outra questão fracturante que não foi objecto de qualquer proposta eleitoral dos partidos que apresentaram os Projectos de Lei em discussão.

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Do "Partido Evolucionista"

por João Afonso Machado, em 22.04.14

Reler O Antigo Regime e a Revolução que Freitas do Amaral deu à estampa, como as suas Memórias Políticas, em 1995 (O Autor teve o cuidado de explicar que pedira o título emprestado a Alexis de Tocquevile...), ajuda extraordinariamente a perceber o seu discurso recente, em mais um congresso-manobra soarista onde apareceu... de cravo vermelho na lapela!

A obra é interessantíssima e a sua leitura recomenda-se. Como remédio para os males da memória e como laxante para o roteiro político de Freitas. Um aluno brilhante - é o próprio que, com generosa insistência, o afirma - no liceu e sobretudo na Faculdade: o melhor do seu curso.

Entenda-se porquê, através de um exemplo simples buscado no prefácio. Em 1961, o jovem Freitas foi convidado a candidatar-se à presidência da Assembleia Geral da Associação Académica da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aceitou. No ano seguinte estoirou a mui referenciada crise estudantil que culminou com uma greve geral. Mais nada consta do texto acerca de qualquer intervenção do digníssimo Presidente da Assembleia Geral. Salvo ter sido levado na avalanche que demitiu todos os dirigentes académicos. Pois assim considera Freitas ter ganho «a sua primeira "medalha" no combate democrático»... Fazendo o quê? Apenas deixando que os outros fizessem por ele, para anos depois colher as flores...

Logo nas primeiras páginas, ainda, Freitas confessa as suas inclinações neo-liberais, com tendência para a democracia-cristã. Estávamos, repito, em 1995. Ontem, mesmo afirmando a sua indisponibilidade para a política activa, lá foi sugerindo a criação de um partido situado entre o PSD e o PS, a que daria o seu total apoio? E amanhã?

O espectro de uma sua nova candidatura à Presidência da República paira sobre o Regime. Óptimo! É o que se deseja ao Regime. Mas não a Portugal.

 

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Em busca de "condições"?!?

por Vasco Lobo Xavier, em 22.04.14

Vasco Lourenço “já há legitimidade [dos militares] para correr com esses tipos que estão no poder; não há é condições.”

 

Não consigo perceber o tempo que se gasta com um personagem deste calibre que profere uma enormidade desta dimensão, discutindo-se à exaustão a sua chantagem sobre a Assembleia da República através da qual exigia botar faladura na que chamam casa da democracia.

Se era isto que ele pretendia dizer, provavelmente para buscar “condições” para desenvolver a suposta “legitimidade [dos militares] para correr com esses tipos” que foram eleitos democraticamente pelo povo, então já está dito e não é preciso emporcalhar a Assembleia da República: ele que o diga nos cafés, nas esquinas ou nos congressos, animando a brigada do reumático, da qual se destaca Soares que se esqueceu do que quer dizer “democracia” e defende que se deve considerar “uma bela ideia” acabar com este regime ainda que seja “a mal”, não obstante “estes tipos” ou “fulanos”, como lhes chama o militar, estejam apenas a tentar resolver os problemas que a bancarrota a que Sócrates e a governação do Partido Socialista nos condenou.

 

 

nota: citações in Público, versão impressa, uma vez que na digital se terão esquecido de incluir as alarvidades do militar.

 

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Foto-fitas do dia

por Luísa Correia, em 22.04.14
(Costa do Castelo)

Ler a biografia de Mao escrita por Jung Chang e Jon Halliday é tomar consciência da dimensão ilimitada do cinismo, do desrespeito pela vida alheia e da sede de sangue que caracterizaram o comunismo revolucionário sino-soviético nos seus tempos de expansão e implantação. O livro derruba, de forma sistemática e fundamentada, todos os mitos que o conturbado e complexado século XX alimentou sobre a personagem. Denuncia-lhe os interesses puramente egoístas, a discreta cobardia, o indiscreto comodismo, a sabujice, a ferocidade, o gosto da intriga e toda a gama de estratégias ziguezagueantes e de armas e instrumentos de hipocrisia e terror aplicados na sua conquista do poder absoluto. O livro consegue surpreender (e confranger) mesmo quem julgue ter ganho, com algum conhecimento da História e da natureza humana, imunidade à surpresa. O livro arrepia, porque trata de acontecimentos de há menos de cem anos, que se adivinha, de ciência quase certa, que vão continuar a acontecer. Enquanto houver política... ou políticos!

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É capaz de ser um bocadinho redutor

por Maria Teixeira Alves, em 21.04.14

 

O congresso da Revolução do 25 de Abril parece o congresso dos pensionistas... Caramba, não foi assim há tanto tempo a Revolução (foi há 40 anos) e já só atrai os reformados.  
E depois, todos, mas todos, foram para o palanque atirar lanças contra o Governo. É só isto o 25 de Abril?

 

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Correio do Minho

por João Afonso Machado, em 21.04.14

Meu querido Amigo e Compatriota:

Escrevo-lhe entre trincheiras aguardando uma morte certa que espero seja gloriosa e breve, muito mais breve do que a terrivel, fatídica sequência de acontecimentos que a determinaram. Perguntar-me-á, se é assim previsivel o fim, o que faço ainda nestas regueiras. E eu respondo-lhe que é obrigação nossa, de minhotos de gema e tantos séculos de História, dar a vida ao longo desse Douro para cima do qual, a passar gente desonrosa, só pisando os nossos cadáveres. Cumpra-se assim o Destino, enquanto não se esvazia a derradeira caixa de zagalotes.

O meu sempre fiável Amigo não se negará o incómodo de dar cumprimento às minhas últimas vontades. Os meus restos mortais quero sejam trazidos para a minha terra natal, se não forem destruídos pelos rojos,  hipótese esta a mais provável. O meu Amigo havia de os ver ontem, disfarçados de gente do futebol, espalhando a Revolução e as bandeiras do sangue por todo o País. Bufando gaitas, encarnados e irados, esses rojos malditos, "mata! mata!" ouviu-se de norte a sul, essa triste canção da morte.

Foi tudo muito rápido, eles vinham chispados, descendo o mapa desde lá em cima, na Crimeia. "São eles!" - puxei eu pelo cotovelo do meu compadre quando os vi. "Eles" - volveu o coitado, sempre lerdo, - "isto é malta da bola, como aqueles ingleses, os diabos vermelhos, como lhes chamam.

Ora, brincadeira fosse, sempre marcharia do lado de Braga, onde realmente os moços do futebol vestem camisetas ao gosto dos matadores do Senhor, e nunca pela estrada da Póvoa e da que vem do Porto. Que é como diz, de todas as bandas. Eram eles, pois então, e, aqui chegando, a primeira coisa que fizeram foi rasgar e pisar a nossa amada bandeira azul e branca, a sagrada bandeira nacional, e impor a toda a gente o recolher obrigatório, tal a chinfrineira.

Os poucos que conseguimos escapar formámos a linha em toda a margem do rio e aqui estamos, o garrafão e o chouriço quase no fim, aguardando o ataque final, ainda por cima sob uma ventania que parece o Diabo já de volta das nossas almas. E hoje veio também a notícia de que as televisões anunciaram um novo Governo chefiado por uma troika constituída por Mário Soares, Vasco Lourenço e Freitas do Amaral, esse magano. Intitulam-se a Revolução de Cravo Vermelho ao Peito e dizem querer acabar com o mais odioso regime de há 40 anos e espingardar a todos nós.

Pois o meu Amigo do coração transmitirá aos meus que morremos de armas na mão gritando até ao fim - et pluribus unum!!!

É tudo, meu inesquecível Amigo. Estará comigo nos laivos finais do meu pensamento.

Creia-me sempre,

do coração

JAMachado.

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O que nos é dado

por João Távora, em 21.04.14

A mensagem mais importante que eu tencionava passar, desta que considero uma “história de resistência” (aqui acrescentada e corrigida), é de que a valiosa herança familiar de cada um é essencialmente imaterial, e pode-nos chegar simplesmente plasmada nos apelidos que exibimos - a nossa origem familiar como uma micro-cultura. É essa a mensagem que transmito aos meus filhos: de que o mais valioso legado que recebemos, é assimilado à mesa, nas conversas escutadas em casa ou nas dos avós e dos tios; dos livros nas suas e nossas estantes, é um legado recebido através de testemunhos vivos, de crónicas, de tradições, de histórias ou lendas, e até de acidentes, tragédias e traições. Um legado que recoloque a cada geração as expectativas, o ponto de partida dos seus sonhos e ambições, sempre em superiores níveis de exigência.
Democratizado o consumo e franqueadas as portas da mobilidade social, é o sentido da responsabilidade duma pertença que nos concede o nosso nome que se nos exige transmitir às novas gerações. Trata-se afinal de um mecanismo impulsionador de civilização que urge ser cultivado e devidamente democratizado. 

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O Pedro Picoito de volta aos blogs

por João Távora, em 21.04.14

(...) Ora, os supostos intérpretes do "espírito de Abril" dizem, no fundo, que a legitimidade democrática de quem fez a revolução pelas armas é maior do que a legitimidade democrática de quem ocupa o poder pelo voto. O que é uma contradição nos termos porque o 25 de Abril se fez exactamente para eleger quem está no poder (foi o que me ensinaram na escola, pelo menos), e não para que alguém se arrogasse uma legitimidade superior ao voto para interpretar o verdadeiro sentido da revolução. (...)

 

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Abriladas

por João Távora, em 21.04.14

Sexta não se arranja um lugarzito para Freitas do Amaral no palanque do Largo do Carmo?

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Foto-fitas do dia

por Luísa Correia, em 21.04.14
(Da Mãe d'Água)

 

Nada o muy poco sé de mis mayores 

portugueses, los Borges: vaga gente 

que prosigue en mi carne, oscuramente, 

sus hábitos, rigores y temores. 

 

Tenues como si nunca hubieran sido 

y ajenos a los trámites del arte, 

indescifrablemente forman parte 

del tiempo, de la tierra y del olvido. 

 

Mejor así. Cumplida la faena, 

son Portugal, son la famosa gente 

que forzó las murallas del Oriente 

 

y se dio al mar y al otro mar de arena. 

Son el rey que en el místico desierto 

se perdió y el que jura que no ha muerto.

 

Jorge Luis Borges, Los Borges

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A macieira

por Luísa Correia, em 21.04.14

A minha macieira cobriu-se de flores quando a Primavera chegou. Depois, as pétalas caíram e os pedúnculos, abaixo dos feixes de estames, puseram-se a inchar. Cá para mim, são os carpelos a ganhar polpa. Cá para mim, a minha macieira vai dar-me maçãs!

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Ases pelos ares

por José Mendonça da Cruz, em 21.04.14

Fez no dia 13 de Abril 3 anos o aeroporto de Beja, outro fruto do dinamismo socialista de Sócrates, Jamé & Campos. O aeroporto de Beja custou 33 milhões de euros, e, a acreditar nas contas da ANA agora divulgadas -- a propósito do adiamento de mais um acordo de charters --, recebeu ou despachou 245 aeronaves, ou seja, 0,2 aviões por dia, movimentando um total de 6.624 passageiros, ou seja, 6 passageiros por dia. Uma verdadeira «política de crechimento», não se sabe é de quê. Uma verdadeira «política para as pessoas». Só não se vislumbram as mesmas.

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Mural do fundo do saco

por José Mendonça da Cruz, em 21.04.14

Eu julgaria que, no 40º aniversário do 25 de Abril, os grandes motivos de celebração da liberdade seriam o livre debate público e a liberdade dos meios de comunicação; as empresas livres e dinâmicas que escarneceram o antigo condicionamento industrial; a animação de um dia de eleições e as discussões posteriores dos resultados; as extremas melhorias registadas, por exemplo, na taxa de mortalidade infantil ou na esperança média de vida; o progresso avassalador em infra-estruturas, apesar de todos os excessos cometidos; ou tantas outras coisas.

Afinal, não. Afinal, o mural celebra um padre que deixou de ser padre, um tipo qualquer que vive com duas, uma mulher que proclama ser livre porque se faz fotografar nua e tatuada, um pintor de grafitti e outros cometimentos quejandos. A estas altitudes rasteiras esvoaça a nossa esquerda. 

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A Páscoa, a TV e o Serviço Público

por Vasco Mina, em 21.04.14

Começo este post com uma renovada declaração de interesses: sou sportinguista! Apresento aqui os meus parabéns aos meus amigos e familiares benfiquistas pelo Campeonato que ontem conquistaram e que é mérito de um trabalho que fizeram (especialmente a partir da 2ª metade). Mas escrevo revoltado com o que ontem assisti, pelas 13h00, nos 3 principais canais televisivos . Recordo que ontem era Domingo de Páscoa que é uma data central (a mais importante pelo seu significado) no chamado calendário cristão e é por isso um dia em que os católicos acompanham muito de perto as celebrações no Vaticano e ouvem com redobrada atenção a mensagem do Papa. Assim, liguei a televisão para assistir aos telejornais e fiquei chocado com o tempo que tive de esperar até que fosse apresentada a 1ª notícia sobre a celebração da Páscoa e que ocorreu, na RTP, às 13h31. Nos canais comerciais TVI e SIC aconteceu algo idêntico. É verdade que a RTP transmitiu, em directo, a Missa celebrada no Vaticano e por isso prestou um serviço público que reconheço e que destaco. Mas o telejornal é o espaço primordial para colocar e destacar os principais acontecimentos nacionais e internacionais. Percebo, por isso, que tenha sido dada prioridade à preparação dos festejos no Estádio da Luz e à vitória (mais do que provável) frente ao Olhanense. Mas informar o que se passou, sobre manifestações religiosas, quer no nosso país quer em Roma, após meia sobre o início do serviço noticioso é algo que revolta! Que as estações comerciais o tivessem feito também (e fizeram) é uma opção própria de um canal privado. Mas a RTP não é um canal privado e é sustentada (não apenas mas também) pelos impostos de todos os portugueses. Por isso tem uma obrigação e que é a de informar segundo uma perspetiva de serviço público e não apenas por alinhamentos comerciais ou exclusivamente de acordo com métricas do mercado televisivo. Isto dito, é inaceitável a prioridade dada, no telejornal da tarde de ontem, Domingo de Páscoa, às celebrações pascais quer em Roma quer em Portugal (que são múltiplas nas nossa terras).

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Por mais nada

por João Távora, em 20.04.14

O maior privilégio dos de Cristo, é a confiança íntima de saberem que apenas perante Ele se devem verdadeiramente ajoelhar. 

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Domingo de Páscoa

por João Távora, em 20.04.14

Evangelho segundo S. Mateus


Depois do sábado, ao raiar do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram visitar o sepulcro. De repente, houve um grande terramoto: o Anjo do Senhor desceu do Céu e, aproximando-se, removeu a pedra do sepulcro e sentou-se sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago e a sua túnica branca como a neve. Os guardas começaram a tremer de medo e ficaram como mortos. O Anjo tomou a palavra e disse às mulheres: «Não tenhais medo; sei que procurais Jesus, o Crucificado. Não está aqui: ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver o lugar onde jazia. E ide depressa dizer aos discípulos: 'Ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galileia. Lá O vereis'. Era o que tinha para vos dizer». As mulheres afastaram-se rapidamente do sepulcro, cheias de temor e grande alegria, e correram a levar a notícia aos discípulos. Jesus saiu ao seu encontro e saudou-as. Elas aproximaram-se, abraçaram-Lhe os pés e prostraram-se diante d’Ele. Disse-lhes então Jesus: «Não temais. Ide avisar os meus irmãos que partam para a Galileia. Lá Me verão»

 

Da Biblia sagrada

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Boa Páscoa!

por João Afonso Machado, em 20.04.14

«Ressuscitar é passar a uma vida totalmente diferente». A reflexão é do jesuíta François Varillon, para quem «cada uma das nossas decisões é uma páscoa, isto é, dá-se em forma de morte e ressurreição». E, acrescenta, «na minha vida, o que vibra, o que me constitui, são as minhas decisões, pequenas ou grandes».

Este é apenas um primeiro passo para uma formulação final em que, agora mesmo, vamos vivendo já a nossa Eternidade. São ideias consoladoras de um brilhante pensador atento sobretudo às imensas verdades contidas nas minusculas particularidades dos nossos dias. Os quais, em suma, valem principalmente por quanto contém do nosso querer.

Uma boa Páscoa para todos!.

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