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Eu também sou democrata e defensor de referendos!

 

A esquerda em geral e a comunicação social portuguesa gostam muito de recordar o espírito democrático e a necessidade de respeitarmos as escolhas democráticas dos gregos e dos seus referendos. Ainda hoje o António Costa veio acusar o Governo português da crise grega e defender que se deve respeitar o resultado do referendo grego.

 

Pois eu cá não sou menos democrata nem menos respeitador dos referendos do que o António Costa e que essa esquerda e jornalistas portugueses. Acho muito bem que se respeite a democracia dos países e os seus referendos.

 

Vou mesmo mais longe: acho que, aquando da próxima proposta dos gregos para atrasar tudo, para lhes darem mais uns dias, mais uns quantos milhares de milhões de euros, para lhes perdoarem outra vez outros milhares de milhões, a gente deve dizer: “está tudo muito bem, mas nós vamos ter de fazer um referendito lá em casa para saber se, no país, os contribuintes portugueses estão na disposição de verem os impostos aumentados para vos oferecer o guito. Talvez demore um nadinha, mais do que 8 dias, sabem?, as regras democráticas e as leis em Portugal são ligeiramente diferentes…, mas não tem mal: se os restantes 17 países do euro também quiserem democraticamente perguntar por via do referendo aos seus contribuintes se estão dispostos a pagar mais impostos para vos oferecer, certamente que Portugal não será o último a dar a resposta…. Sim, sim, sim…, é uma chatice, mas lá somos muito respeitadores da democracia e dos referendos: não aumentamos impostos aos contribuintes portugueses para oferecer aos gregos só porque o António Costa quer. António Costa e o resto da esquerda, caviar ou do carapau, bem como a comunicação social.”

 

É que esses mil milhões de euros (até ver, e para lá do que já foi…) também dão jeito aos contribuintes portugueses, sabiam?

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Nóvoa

por João Távora, em 30.06.15

Na questão da crise da Grécia só estou a estranhar o Sampaio da Nóvoa não vir molhar o pão na sopa. Um poema ou assim.

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A Grécia e a informação hipotecada

por José Mendonça da Cruz, em 30.06.15

A combinação de fanáticos de causas nas redacções e enviados especiais inteiramente incompetentes no terreno, vem fazendo da informação sobre os últimos desenvolvimentos nas relações entre a troika e a Grécia uma coisa lamentável, lacunar ou pura e simplesmente enganosa.

Eis algumas certezas colhidas em Sky, BBC, Rai e CNN e em jornalistas e comentadores sérios.

1.  Ao contrário do que dizem RTP, Sic e TVi não há proposta nenhuma nova de Juncker a Tsipras. O que Juncker propôs foi que o governo grego aceitasse a proposta da passada sexta-feira, se comprometesse a fazer campanha pelo «sim» no referendo, e que no seguimento disso os credores mostrariam alguma abertura para flexibilizar os juros e as maturidades da dívida.

2. Ao contrário da «impressão geral» de RTP, Sic e TVi, que só encontram em Atenas partidários fervorosos do Syriza e da confrontação com a UE, há uma impressão concreta, traduzida em sondagens, de que 60% dos gregos querem a permanência na UE e na união monetária.

3. Ao contrário do que dizem RTP, Sic e TVi a Grécia não entra em default hoje. Hoje, a Grécia está apenas atrasada no pagamento. Mas no dia seguinte ao referendo, a segunda-feira, e se o resultado for «não», certamente que o FMI de Cristine Lagarde declarará a Grécia em default. 

4. Ao contrário do que escapou e certamente escapará a RTP, Sic e TVi, se a Grécia entrar em default com o FMI fará companhia a um número escasso de países, nomeadamente Zimbabué, Sudão e Cuba.

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Uma ecologia integral

por João Távora, em 30.06.15

Enciclica.jpg

Mais do que utensílio de propaganda de políticos sem escrúpulos e oportunistas, a ecologia (o respeito profundo pelos frágeis equilíbrios da Criação) é uma causa profundamente cristã. Para ler antes de criticar ou aplaudir. 

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O brinde da segunda conta bancária

por João Afonso Machado, em 29.06.15

TINTIN - RASTAPAPOULOS.JPG

 

O Grande Pai Tsipras (GPT) conseguiu, assim, além da significativa substituição da Troyka pelas Instituições, uma Grécia de bancos encerrados e o dinheiro a conta-gotas, supostamente até ao referendo da próxima semana. Na hora da verdade, sentiu a sua legitimidade democrática fugir-lhe debaixo dos pés e escondeu-se atrás da dita consulta popular. Agora apela ao «não» - a quê não se sabe exactamente, o enunciado referendando ainda não foi formulado -  e persiste num complicado jogo de piscares de olho, ora virado para dentro, ora virado para fora.

Enquanto o mundo inteiro segue apaixonadamente a tragédia grega e os costumeiros donos da Democracia invectivam as Instituições, talvez seja pertinente, cálculos financeiros à parte, pensar a seguinte questão: à diária de 60,00€ atribuida a cada grego, acresce mais um tanto aos felizardos que tenham outra conta bancária aberta no estrangeiro!

Obviamente, não serão esses os gregos mais pobres... Do ponto de vista meramente humano - vá lá, socialista - não era expectável que quem possuisse conta noutro país mandasse vir de lá a massa?

Por onde andará o rigor distributivo do GPT? Perdido em alguma das suas muitas viagens ao mundo capitalista? Vendido a qualquer potentado neoliberal? Roubado por Maria Luís Albuquerque?

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The world is going mad II

por Maria Teixeira Alves, em 29.06.15

Os facínoras do Estado Islâmico estão às portas da Europa. A Grécia à porta da rua do euro e em convulsão social. A Inglaterra céptica em ficar na União Europeia, que parece estar a desintegrar-se. A Rússia de Putin à espera para ver como se posiciona. Mas o Obama é um herói porque pôs os homens a casar com homens e as mulheres a casar com mulheres no seu país e sente-se o arauto do progresso.  Ena!

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A culpa é dos abstencionistas

por Vasco Mina, em 29.06.15

Com os socialistas a culpa nunca morre solteira mas também nunca acompanhada dos próprios. Assim o afirma Carlos César: “Se amanhã o país ainda ficar pior do que está, porque continua o Governo que tem piorado sucessivamente o país, isso só se deverá à vontade dos cidadãos que não exerceram o seu direito de voto”. E ainda insistiu:  “Se temos maus políticos é porque os portugueses querem, se temos más políticas é porque os portugueses querem”. Manifestamente a culpa é dos abstencionistas pois eles, os socialistas, nada têm a ver com isto!

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O rosto jovial do engano e da má fé

por José Mendonça da Cruz, em 28.06.15

o-TSIPRAS-facebook.jpg

 Chamam-lhes crianças, não-adultos, irresponsáveis, mas talvez não sejam isso, talvez os novos governantes gregos, e Tsipras mais que todos, sejam afinal adultos, resolutos, e decididos a usar de todos os enganos, de toda a má fé para promoverem a sua agenda oculta.

O governo do Syriza foi eleito democraticamente. Em democracia um povo é livre de escolher mal, de dar tiros no pé, de conseguir para si um futuro sombrio. António Lobo Xavier dizia na passada 5ª feira que não enviaria a negociar com capitalistas, com reponsáveis do euro e com responsáveis da UE uma pessoa que fosse anti-capitalista, anti-euro e anti-UE. Mas foi isso que os eleitores gregos fizeram. Julgavam que tinham uma segurança, a de ser público e notório que 70% dos gregos querem o euro e a UE, e elegeram ingenuamente o Syriza.

Mas as vanguardas querem lá saber de 70% do povo, ou mesmo de 100%. As vanguardas estão ali para o educar, para lhe impor a sua visão iluminada. Assim, o Syriza agradeceu e, desde Janeiro até hoje, tratou de alienar todas as simpatias, todas as alianças, todas as possibilidades de manter a Grécia no euro.

O Syriza alienou os países antes assistidos chamando-lhes invejosos, frustrados, cegos e desleais. O Syriza indispôs países bálticos e Europa de leste com sucessivas aproximações a Moscovo. O Syriza indispôs a Alemanha (e Merkel, a maior aliada da Grécia) exigindo indemnizações e ostentando um orgulho ofensivo de querer mais dinheiro e não querer pagar. O Syriza alienou os possíveis apoios da Itália de Renzi e da França de Hollande convidando-as a apoiar exigências ridículas. O Syriza alienou as escassas simpatias e confianças entre os membros da troika chamando-lhes chantagistas, promotores de ultimatos, gente sem visão nem futuro, e, de forma mais geral, mentindo descaradamente (mentindo factualmente) sobre as negociações, sobre quem disse o quê, sobre o conteúdo de documentos e reuniões.

Depois de 6 meses de prática da mais desonesta diplomacia que há muito se via na Europa, já próximo do desastre que desejou e quer, o Syriza apresenta agora aos gregos o saldo extraordinário de um referendo, em que votarão sim ou não sobre medidas que terão caducado na data da votação; um referendo em que o governo Syriza defende o não (ou seja, a saída do euro), mas promete ao povo que tratará de gerir o sim se ele vencer.

Tsipras (e a figura patética cuja reivindicação de fama assenta basicamente na roupa preta, numa mochila e num cachecol), afinal, pode ter feito tudo muito bem, ou seja, como sempre tencionou. Levará a Grécia à saía do euro e à tragédia. E, como sempre faz a esquerda que se imagina num pedestal político e moral, proclamará que a culpa é da UE, a culpa é do BCE, a culpa é da Europa toda, a culpa é de Portugal. A culpa também será dos gregos, que serão privados de democracia a bem da reeducação.

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Para quem defendia que havia alternativa à austeridade

por Maria Teixeira Alves, em 28.06.15

Ponham os olhos na Grécia, ponham. Ponham os olhos no que acontece a um país endividado que não quer austeridade porque não quer ceder a esse poder merkeliano. Ponham.

Nos países, tal como na nossa vida, a autonomia tem um preço, que é não precisar do dinheiro dos outros, ou pelo menos não precisar exclusivamente do dinheiro dos outros. É preciso criar condições para que isso aconteça, pelo menos, mais cedo ou mais tarde.

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Não tenho para a troca

por João Afonso Machado, em 28.06.15

VARANDA.JPGNo espraiar dos anos, uma fúria de ruídos e cimento e alumínio dispersa a minha colecção de varandas. A que nunca subi, mas é como se nelas me debruçasse sobre as memórias da Vila. Gozando tardes soalheiras de acontecimentos insignifcantes, o mais agitado dos quais o pendular, enfarinhado, aviamento da Padaria Varela. Ou a deslumbrante visão de alguma princesa de lá, nela também reparou o automóvel vindo do sul, o terceiro ou o quarto em meia hora. Os claxons são menos frequentes do que as gaivotas em terra, não houve quem não voltasse a cara. Aonde irá, sempre assotainado, o Sr. Arcipreste?

É isso a minha colecção de varandas. Sob dísticos ou nesgas de ruina, portais entaipados, a saudade dos desconhecidos, um telhado anónimo, a imaginação ao ritmo dos relógios de bolso e colarinhos engomados. Acertando o passo, tango castigador, até ao Ateneu de outrora, varanda  em ocasiões de baile por descobrir. 

Aqui e acolá, nos espaços menos cavalgados pela cidade.

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Las Vegas

por João Távora, em 28.06.15

gay-parade17.jpg

 Se o Supremo dos Estados Unidos da América tivesse proibido a pena de morte eu vestia-me com o arco-íris. Já o conceito de casamento que vingou depois do Maio de 68 não é mais que um negócio para advogados. Em todo o ano de 2014 na Paróquia do Monte da Caparica o número de matrimónios realizados foram apenas quatro. Las Vegas alastra-se por todo o ocidente, venceu a adolescentocracia.

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The world is going mad

por Maria Teixeira Alves, em 27.06.15

The world is going mad, definitely!

Os gregos precisam do dinheiro dos credores e querem que os credores lhes emprestem a fundo perdido e sem regras de corte de gastos que permitam à Grécia pagar no futuro, e os maus da fita são os alemães. Os alemães que sofrem com o estigma do seu passado histórico são os carrascos, ninguém se lembra de ver que a Alemanha é vítima de preconceitos, tanto como outros que são oficialmente vítimas. Mas todos olham para coitados dos desorientados dos gregos, como desgraçados, como vítimas desses carrascos europeus, dessa Europa germânica. Os gregos são vítimas sim, mas deles próprios. 

Os analistas portugueses acham que Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque é que são maus governantes. Os gregos do Syriza eram bons, agora são mais ou menos, e se a Grécia ficar no euro, então passam a heróis e a argumento para crucificar o Governo da coligação. Este governo que tirou Portugal de uma situação à grega, que era onde estávamos em 2011, não se esqueçam, é que é mau. Porque bons são as políticas da tolerância, tolerância com os gregos. Tolerância essa palavra mágica que inebria e esconde as maiores injustiças. Tolerância aqui significa dar dinheiro à Grécia, a fundo perdido, e quem dá, são os contribuintes dos países maus, dos alemão, que para além de ricos ainda têm uma governante de direita. Imperdoável. 

Ainda agora ouvi alguém dizer que se a Grécia chegar a acordo com o Eurogrupo que Pedro Passos Coelho fica mal visto porque afinal podia ter negociado a austeridade. Apetece perguntar: mas por acaso queríamos estar na situação em que a Grécia está agora? Por acaso queríamos estar a referendar as propostas dos credores e em risco de sair da zona euro? Por acaso queríamos continuar a depender da caridade dos parceiros da União Europeia sem capacidade de nos financiarmos nos mercados? 

Se a Grécia sair do euro, saiu, pronto. No big deal.

Este mundo está de pernas para o ar. Basta olhar para as notícias da última semana para perceber que o mundo está a enlouquecer. 

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E se o não à austeridade ganha na Grécia?

por Maria Teixeira Alves, em 27.06.15

O governo da Grécia passou para os gregos a responsabilidade de deitar fora o seu programa eleitoral. O governo de Tsipras leva a referendo as medidas de austeridade que são exigidas pelos credores europeus, provavelmente na esperança que os gregos votem a favor das propostas dos credores no dia 5 de Julho. Talvez seja mais do que uma esperança, talvez o governo de Tsipras saiba que os gregos querem ficar no euro porque sabem que a escolha se faz entre austeridade ou pobreza imprevísivel. 

Mas corre um risco. O de os gregos votarem contra as propostas dos credores. Nesse caso o governo deixa de ter legitimidade para manter a Grécia no euro. 

Se ganhar o sim à austeridade, Tsipras terá de convencer o Eurogrupo a retomar as negociações. É que o Governo grego propôs uma extensão do programa por "algumas semanas" para acomodar a realização da consulta popular, mas a o Eurogrupo não concordou com um prolongamento para além de 30 de Junho, o dia em que termina o prazo do reembolso ao Fundo Monetário Internacional.

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A Evolução do Aborto desde 2007

por Vasco Mina, em 27.06.15

Apresento de seguida três gráficos (fazem parte de um estudo elaborado pela Federação Portuguesa Pela Vida) que ilustram bem a realidade da prática do aborto em Portugal desde 2007 (ano em que foi aprovada a lei que permite a IVG por opção da mulher até às dez semanas de gestação e desde que pratico em estabelecimento legalmente autorizado). Os dados de base foram retirados da informação disponível na Direção Geral de Saúde e Instituto Nacional de Estatística. Sem comentários pois os gráficos os dispensam.

Aborto_1.png

 

Aborto_2.png

 

Aborto_3.png

 

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Sim ou não - pagamos?

por João Afonso Machado, em 27.06.15

TINTIM - RUMO À LUA.JPG

Temos então, o Syriza foi eleito por uma assinalável maioria que o mandatou para informar os credores da Grécia -  os gregos só pagavam a sua divida quando e como o entendessem.

A sua soberania não pode ser posta em causa, disseram. E Tsipras e Varoufakis partiram para a Europa, no desempenho das suas funções - Não pagamos! - E digo mais, não pagamos! - A coisa arrastou-se por uns lautos meses, transfigurou-se na novela preferida sobretudo da Esquerda ibérica, para, afinal, se tornar ao ponto de partida. A dívida é mesmo para pagar, caso contrário não vem mais dinheiro.

A dupla democraticamente eleita - para não esquecer este adverbio, o quindim da Esquerda - regressou do seu passeio de quase meio ano e convocou um referendo para daqui a uma semana. Sim ou não pagamos?

Já todos perceberam, o assunto é da maior seriedade. O povo grego não estará nas melhores condições psicológicas para decidir ponderadamente. O futuro tortuoso que o aguarda é inocultável. E o da UE, em geral, e dos países menos abonados (como Portugal), em particular, há unanimidade de parecer - é imprevisivel, incalculável.

E tudo porquê? Necessariamente porque o Syriza onde devia ter lido "interesse nacional" (grego), leu "revolução de massas". E utilizando, embora, a linguagem das democracias de agora tentou erguer bandeiras do passado maoista. Principalmente a ver se a moda alastrava a outros Estados e internacionalizava o conflito que é obvio quer manter com o antes designado "mundo capitalista", hoje "neoliberalismo".

Até ao fim, a Esquerda não modificará uma vírgula ao seu discurso. Mesmo porque é preciso apaguemos da memória, a "austeridade" que nos impõem as circunstâncias é consequência da falta da austeridade no modo de vida em que tanto a Esquerda gosta de se refastelar.

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Everybody loves you when you are dead *

por João Távora, em 27.06.15

O repentino enlevo e atracção que José Ribeiro e Castro exerce sobre a comunicação social devia fazer-nos pensar. 

 

* Título de uma velha canção dos Stranglers

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Ao ver a primeira página do Expresso Economia um título chamou-me a atenção: "Regulador dos seguros visita China a convite da Fosun". 

Será que li bem? Será que esta notícia (que ainda não li) é aquilo que eu penso que é? Um regulador que viaja a convite de um regulado (a Fosun é dona da Fidelidade).

Mas será possível que este país não aprenda nada com o passado? 

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França is on fire

por Maria Teixeira Alves, em 26.06.15

Vivemos tempos perigosos. A França está especialmente ao rubro. Entre as manifestações violentas dos taxistas contra a Uber, com carros queimados e afins; os lesados do BES em manifestação; e os ataques de terrorismo violento de alegados seguidores do Estado Islâmico, o país da revolução francesa não atravessa um bom momento.

Depois ainda têm à frente do país François Hollande. Ninguém merece.

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Regresso ao Respeito

por Vasco Mina, em 26.06.15

A Presidente da AR regressou de uma viagem oficial à Guiné-Bissau e com ela voltou o respeito democrático que, na sua ausência, se tinha perdido. A conferência de lideres parlamentares tinha decidido não agendar a Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC)  “Pelo Direito a Nascer” que propunha várias alterações à legislação em vigor sobre o aborto e promoção da natalidade. Assunção Esteves tentou reverter essa situação. Passou os últimos dias a proceder a contactos informais com as lideranças das bancadas para explicar que, antes de tudo isto, em conferência de presidentes de comissão, foi assumido um compromisso institucional de que esta iniciativa legislativa de cidadãos seria discutida e votada ainda nesta legislatura.  Regressa assim o respeito democrático devido a 48.000 cidadãos que apoiaram a ILC que será votada no próximo dia 3 de Julho. São estas atitudes que dignificam a política e não as manobras de bastidores! Na semana passada já não havia tempo para discutir a IVC e agora até temos tempo para avançar com um novo Projeto-Lei sobre a aplicação de taxas moderadores à IVG!

Fica a aqui o aplauso a Assunção Esteves que honrou os compromissos assumidos e assim dignificou a AR. Basta de golpadas!

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As aparências e a realidade

por João Távora, em 25.06.15

Sabia que o período mais danoso para o emprego ocorreu durante a governação de José Sócrates? Só entre junho de 2008 e junho de 2011, foram destruídos 304 mil empregos.

Do texto de Henrique Raposo no Expresso Diário

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